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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

NRF 2026 redesenha o varejo global

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Evento marca virada: setor abandona debate sobre ferramentas e passa a reconstruir modelos de negócio com IA, dados, cultura e execução integrada

A NRF 2026 marcou uma mudança definitiva no discurso do varejo global. Ao longo dos dois últimos dias do evento, ficou evidente que o foco deixou de ser a simples adoção de novas ferramentas tecnológicas e passou a ser o redesenho estrutural dos negócios para operar em um ambiente de transformação contínua.

“A transformação agora é sobre como portfólio, dados, cultura e decisões se conectam em tempo real”, afirmou Fabrizzio Topper, diretor da Quality Digital. Segundo ele, competitividade e sobrevivência passam, cada vez mais, pela capacidade de integração entre estratégia e execução.

Executivos de grandes marcas reforçaram que tecnologia, isoladamente, deixou de ser diferencial competitivo. O desafio central é incorporá-la ao core do negócio, preservando identidade, acelerando decisões e ampliando a capacidade de execução em escala.

A participação de Ryan Reynolds trouxe reflexões sobre comunicação e autenticidade. O empresário e ator destacou que consumidores reconhecem rapidamente tentativas de manipulação e reagem de forma negativa. Em contrapartida, marcas que constroem relações genuínas fortalecem pertencimento e engajamento.

A PepsiCo apresentou uma estratégia baseada na reconstrução do core do negócio para manter relevância. Michael Del Pozzo, presidente da companhia na América do Norte, afirmou que a empresa passou a orientar decisões a partir da evolução do consumidor, de suas expectativas e dos canais de compra. Com a digitalização acelerada do consumo, atributos como saúde e bem-estar deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos básicos.

O tema fidelidade ganhou uma abordagem mais pragmática. Painéis com Sweetwater, Fabletics e Twilio mostraram que programas baseados apenas em recompensas perderam eficácia. A fidelização passou a estar associada à antecipação de necessidades, com personalização em tempo real apoiada por dados e inteligência artificial. A Fabletics apresentou resultados ao escalar esse modelo, enquanto a Ulta Beauty reforçou que tecnologia sem o fator humano não se sustenta, mesmo com estruturas robustas.

A integração entre inovação e herança de marca foi destacada na parceria entre Ralph Lauren e Microsoft, com a apresentação do Ask Ralph, um concierge de estilo conectado ao inventário em tempo real.

A mensagem central foi que tecnologia só gera valor quando parte de visão estratégica, princípios e criatividade humana.

O painel com Target e OpenAI evidenciou a transição de “usar IA” para “operar em IA”. A inteligência artificial passou a integrar a infraestrutura das empresas, reduzindo ciclos de lançamento e ampliando eficiência interna e externa. Internamente, milhares de colaboradores já utilizam ferramentas de IA no dia a dia, reforçando a ideia de que a tecnologia amplia talentos, em vez de substituí-los.

A Abercrombie & Fitch apresentou uma lição de simplicidade estratégica ao mostrar que sua retomada começou ao ouvir o consumidor, e não com rupturas tecnológicas. Ajustes práticos, baseados em feedback real, tornaram-se símbolos dessa mudança.

Nos painéis finais, o tom foi mais cauteloso. A discussão econômica evidenciou uma discrepância entre os investimentos associados à IA e o retorno efetivo em produtividade e renda real. Enquanto ativos e expectativas crescem rapidamente, os ganhos concretos ainda avançam de forma desigual, refletindo um consumo resiliente nas camadas mais altas e fragilidade estrutural na base.

O avanço do chamado Agentic Commerce também marcou o encerramento do evento. A mediação de agentes nas decisões de compra reduz a lógica tradicional de descoberta, levando o consumidor diretamente à decisão. Nesse contexto, marca, dados estruturados e clareza de proposta deixam de ser diferenciais e passam a ser condições mínimas de existência.

A NRF 2026 terminou sem promessas fáceis. Deixou critérios. A inteligência artificial já molda consumo, mídia e decisões. O crescimento existe, mas é desigual. Cultura organizacional, governança e capacidade de execução tornaram-se determinantes. “O varejo não está mais em busca de ferramentas melhores, mas de decisões melhores. O custo de não mudar agora ficou evidente”, concluiu Topper.

Fonte: ADNEWS


sábado, 13 de dezembro de 2025

Vídeos vsl e o dogma 95

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De uns anos pra cá, todo mundo que navega pela internet já caiu num buraco de VSL sem perceber: você clica num link e, quando percebe, está num vórtice temporal ouvindo um cara jovem, barba feita na linha, porcelana nos dentes e dirigindo uma Ferrari (porque não aproveitar o tempo no trânsito para gravar vídeos, não é?) contando uma história de fracasso, virada, método secreto e botão “comprar agora” piscando no fim. A carta de vendas em vídeo virou o novo infomercial da era dos infoprodutos — ao mesmo tempo sintoma social, ferramenta poderosa de negócios e um estranho movimento criativo de minimalismo dramático

Os VSLs — Video Sales Letters — são basicamente apresentações de vendas narradas em vídeo: um roteiro longo contando uma história de virada persuasiva, que combina texto, voz e poucos elementos visuais para guiar o usuário de um problema até uma oferta clara. Contraintuitivamente, Em vez de um anúncio de 30 segundos, ganhamos monólogos de 10, 20, às vezes 40 minutos, pensados para educar, envolver e vender em uma tacada só. Na era da bolha dos infoprodutos, onde todo mundo tem algo a ensinar, plataformas como Hotmart, players de vídeo e ferramentas de funil de vendas já tratam a VSL como peça central de lançamentos digitais e vendas.

Esse crescimento não acontece no vazio. Vivemos uma época em que o vídeo domina a atenção: estimativas recentes apontam que algo em torno de 80% do tráfego global de internet já é vídeo, impulsionado por redes sociais, streaming e publicidade digital. Agora, ao mesmo tempo em que a discussão sobre “falta de atenção” repete o mantra dos oito segundos de foco, milhões de pessoas assistem, voluntariamente, a VSLs longuíssimas. Para mim isso foi sempre uma contradição. Mas acredito que podemos pensar que esse antagonismo diz muito sobre o estado emocional da audiência: cansada, ansiosa, pressionada a “dar certo” em um macroambiente deteriorado e disposta a investir tempo em qualquer promessa que organize o caos em forma de método, fórmula ou atalho.

Do ponto de vista criativo, a VSL é quase um Dogma 95 do marketing digital. Lá atrás, o manifesto de Lars von Trier e Thomas Vinterberg propunha um cinema despido de efeitos, iluminação artificial e grandes produções, apostando na força do texto, do ator e da situação. Confesso que quando me deparei com esse movimento do Lars von Trier não gostei. Para mim o cinema precisava da forma. Mas hoje, entendo perfeitamente a proposta e vejo que a VSL faz algo parecido: estética mínima, fundo neutro, voz over e, no centro de tudo, o roteiro que se conecta através dos altos e baixos da vida. É teatro de um personagem só, onde o roteirista é o diretor, dramaturgo, pastor e vendedor ao mesmo tempo. E, de forma impressionante, essa precariedade visual vira linguagem de “autenticidade”. Ou seja, parece caseiro, logo parece verdadeiro.

Lógico que nem tudo é cinismo. Há um lado interessante quando essa lógica é trazida para o universo corporativo de forma responsável.

Aqui na MonkeyBusiness recebemos bastante demandas para a construção dos vídeos VSL, e até por isso comecei a estudar mais o formato. E sim, algumas características intrínsecas desse formato, tais como a clareza de promessa, progressão narrativa, uso de momento de derrota para mostrar uma virada de roteiro e o foco em uma ação principal de CTA são importantes para os vídeos institucionais, animações e apresentações corporativas.

No entanto, temos sempre que ser sinceros e não enganar o público (como muitos vídeos VSL fazem de forma até descarada): em vez de manter a atenção do espectador na tela pelo medo de perder a “última chance da vida”, usamos o arco dramático para explicar estrategicamente um produto complexo, defender uma tese ou preparar o terreno para uma decisão de conselho. Ou seja, o ritmo de VSL, quando tira o pé dos gatilhos baratos, vira storytelling corporativo estruturado e verdadeiro, e dá sim resultados.

Socialmente, a febre de VSLs expõe uma tensão: de um lado, ela democratiza a capacidade de vender em grande escala. Ou seja, qualquer pessoa com uma boa história, um smartphone e um capcut consegue montar um funil de vendas. De outro, amplifica desigualdades simbólicas, porque muitas dessas narrativas transformam problemas estruturais (desemprego, precarização, sobrecarga) em culpa individual e promessa de salvação via curso. O desafio para marcas e creators é entender que VSL não é só um “hack de conversão”: ele pode ser um gênero narrativo que forma imaginário, cria expectativas e redesenha a maneira como falamos sobre trabalho, dinheiro e sucesso de forma crua, sincera (deveria ser, pelo menos) e direta.

A pergunta que fica não é se a onda das VSLs vai passar, mas o que ela vai deixar pra gente. Como aconteceu com o rádio, o telemarketing e os infomerciais de madrugada, uma parte vai virar ruído e se perder. Outra parte vai ser incorporada como linguagem dominante em vídeos, animações e apresentações profissionais, como fazemos aqui na MonkeyBusiness. Assim, quem trabalha com comunicação e marketing precisa decidir em qual lado desse formato quer estar: o das promessas histéricas ou o das narrativas maduras que respeitam a inteligência de quem assiste, e transformam atenção em confiança, não apenas em cliques.

Fonte: ADNEWS


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terça-feira, 25 de novembro de 2025

Conar Suspende Campanhas da BYD e Aplica Advertência por Comparações Agressivas

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Montadora chinesa é punida por alegações de desvalorização e satisfação do cliente sem comprovação robusta; polêmica envolveu provocações diretas à Volkswagen

O Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (Conar) determinou a suspensão e aplicou uma advertência à BYD por campanhas que faziam comparações diretas com veículos concorrentes e apresentavam dados sobre satisfação, pós-venda e desvalorização. A decisão, tomada por unanimidade, marca um ponto importante sobre os limites da publicidade comparativa no mercado automotivo.

As peças publicitárias questionadas incluíam afirmações enfáticas como: a BYD teria uma “reposição de peças 50% mais rápida que concorrentes”; que o modelo Dolphin Mini desvalorizaria “60% menos que a do carro mais vendido do varejo, Volkswagen Polo”; e que a marca ostentava os “clientes mais felizes” ou seria a “nº 1 em satisfação no Brasil”.

Violação dos Limites da Comparação

O Conar considerou que as peças extrapolaram as normas de comunicação ao utilizar pesquisas ou dados que não apresentavam comprovação considerada suficiente ou não estavam enquadrados no contexto necessário para sustentar alegações de cunho absoluto. O órgão regulador também concluiu que a comparação entre veículos de categorias, ciclos de produto e metodologias de análise distintas tinha potencial para induzir o consumidor ao erro.

O processo foi deflagrado após um comercial de televisão da BYD que confrontava diretamente a desvalorização do Dolphin Mini com a do Volkswagen Polo, o modelo de passeio mais vendido no País. O anúncio gerou grande debate e críticas por misturar bases de dados diferentes e colocar em xeque a paridade entre os modelos confrontados, o que atraiu a atenção do Conar. ** A Manobra do "Corte" Cômico**

Após o questionamento inicial, a BYD retirou o filme original do ar, mas lançou uma versão alternativa que manteve a polêmica acesa. Na nova peça, o narrador tentava repetir a frase comparativa, mas tinha sua fala interrompida sempre que o nome do Polo seria mencionado. Em seu lugar, surgiam imagens de jogadores de polo a cavalo – uma alusão indireta, porém clara, que flertava com o limite de comparação sem citação explícita. A decisão de sustação agravada por advertência indica que o Conselho identificou falhas significativas na sustentação das mensagens. Na prática, a medida reforça que, na publicidade comparativa, os dados devem ser ancorados em fontes auditáveis, metodologias equivalentes e um contexto adequado que garanta a proporcionalidade entre os elementos colocados em confronto.

Procurada pelo CORREIO, a Volkswagen afirmou que não comenta casos em andamento. A BYD Brasil informou que prefere não comentar o assunto.

Fonte: ADNEWS

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Cannes Lions Anuncia Leão Focado em Marcas e Atualiza Categorias para 2026

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Festival de Criatividade introduz o Creative Brand Lion, prêmio para sistemas de marketing criativo, e reforma o Creative Data Lions com foco em dados e inteligência artificial

O Festival Internacional de Criatividade de Cannes, com programação prevista entre 22 e 26 de junho de 2026, anuncia mudanças em seu sistema de premiação. As inscrições para a edição de 2026 terão início em 15 de janeiro.

A principal novidade é a criação do Creative Brand Lion. Esta nova categoria reconhecerá marcas que estabelecem estruturas, culturas e competências que promovem um marketing criativo consistente.

Simon Cook, CEO do Lions, indicou que o prêmio celebra as práticas internas que transformam o potencial criativo em resultado comercial de longo prazo. "Por 70 anos, reconhecemos os trabalhos criativos que geram demanda. Em 2026, faremos uma pergunta diferente: quais são os fatores que possibilitam essas ideias inovadoras desde o início?", complementou o executivo.


Para 2026, o Cannes Lions também implementa atualizações em categorias existentes. O Creative Data Lions passará por reformulação para refletir a evolução do uso de dados no setor. Os trabalhos submetidos à categoria deverão demonstrar a importância dos dados tanto na concepção da ideia quanto na mensuração do impacto nos negócios.

Adicionalmente, será introduzida a subcategoria AI Craft. Ela visa premiar projetos que combinam a criatividade humana com a inteligência artificial para produzir ideias que não seriam alcançadas por meio isolado.

O Festival também acompanhará o crescimento do retail media. Para isso, subcategorias específicas serão adicionadas tanto ao Creative Strategy Lions quanto ao Creative Data Lions, com o objetivo de contemplar a inovação presente neste segmento.


Fonte: ADNEWS

terça-feira, 28 de outubro de 2025

DM9 lança manual pioneiro para uso ético da inteligência artificial após crise em Cannes

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Documento, criado com Ronaldo Lemos, estabelece diretrizes para o uso responsável de IA na publicidade e reforça compromisso com transparência e governança

A DM9 apresentou nesta ultima quarta-feira (22) o Manual de Diretrizes para o Uso Ético e Responsável da Inteligência Artificial, um código de autorregulação inédito no mercado publicitário. O documento, desenvolvido com consultoria do advogado e especialista em tecnologia Ronaldo Lemos, propõe boas práticas para orientar o uso da IA nos processos criativos, estratégicos e operacionais da agência.

A iniciativa surge após a polêmica envolvendo videocases da agência no Cannes Lions 2024, que resultou na perda de prêmios e na rescisão de contrato com a Whirlpool. “O que aconteceu não tem código que evitaria. Foi uma quebra de confiança. O ocorrido fez com que o mercado repensasse o papel de Cannes e como atuar daqui para frente. O código não evita esse tipo de coisa, mas cria camadas de proteção no dia a dia”, afirmou Pipo Calazans, CEO da DM9.

O manual — com 60 páginas — está dividido em duas partes. A primeira apresenta um código de conduta em dez fases, que cobre todas as etapas do fluxo publicitário: da chegada do briefing à governança final. A segunda parte traz um guia prático de implementação, com exemplos e protocolos de rastreabilidade, incluindo o registro de prompts, revisão humana obrigatória e planilhas de auditoria de uso de IA.

“O que estamos fazendo é criar rastreabilidade. Estamos sugerindo que haja revisão humana, preservação dos prompts e registro detalhado do uso da tecnologia”, explicou Lemos. O texto foi inspirado em parâmetros de países como Reino Unido, Estados Unidos, Singapura, Canadá, Espanha e França, e está alinhado à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e ao EU AI Act.

Além do documento, a DM9 criou um Comitê de Ética em IA, responsável por supervisionar a aplicação das diretrizes, revisar campanhas e atualizar o manual conforme o avanço da tecnologia e da regulação. A agência também iniciou um programa interno de treinamentos, que deve envolver todos os departamentos.

“A nossa expectativa é que esse projeto deixe um legado importante para o mercado publicitário. É mais um passo para ressignificar a DM9”, destacou Calazans.


Fonte: ADNEWS


quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Além do Desconto : Pizza Hut, KFC, Espaçolaser e AXS ENERGIA apostam em experiência para conquistar consumidores

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Marcas investem em valor agregado, inovação digital e conexões emocionais. O preço baixo cede lugar à qualidade da interação, com a reputação online como fator decisivo

Promover um simples desconto já não basta para garantir a lealdade do consumidor. Em um cenário de concorrência acirrada e múltiplas opções, as empresas estão redefinindo suas estratégias, percebendo que a corrida do mercado não é mais apenas pelo preço mais baixo, mas sim pela entrega de valor agregado e experiências memoráveis.

Segundo um estudo da Salesforce, a experiência vale tanto quanto o produto: 88% dos consumidores afirmam dar o mesmo peso a ambos. Empresas que demonstram entender seus clientes conseguem elevar a taxa de retenção em até 25%, provando que o investimento em interações criativas, conveniência e inovação digital se tornou o novo diferencial competitivo.

Alimentação e Varejo de Serviços Apostam em Conexão

Gigantes do setor de alimentação demonstram como a experiência transforma o consumo. A IMC (International Meal Company), que detém marcas como Pizza Hut e Frango Assado, está na vanguarda desse movimento.

A Pizza Hut utilizou a irreverência para se aproximar do cotidiano, como na promoção em que um imã de geladeira de um concorrente garantia desconto no Dia da Pizza. Outra ativação de sucesso foi a distribuição gratuita de mil pizzas de Pepperoni para fãs da NFL, que permaneceu entre os assuntos mais comentados no X (Twitter) por mais de três horas, transformando um jogo em um momento de consumo e emoção coletiva.

Já o Frango Assado expandiu sua proposta muito além da parada de estrada. O consumidor encontra, agora, espaços de lazer, lanchonetes, padarias, linhas de produtos próprios, áreas pet friendly e até o Road Office para trabalho. A digitalização, com totens de autoatendimento e o programa de fidelidade Fran-GO!, resultou em um crescimento de 25% no cadastro de clientes únicos no 2T25, em comparação com o ano anterior.

No segmento de cuidados pessoais, a Intimus promove a campanha ‘Se Joga com Intimus’, que transforma a compra de absorventes em pontos trocáveis por experiências e vouchers de autocuidado (em parceiros como Cinemark, Centauro e Airbnb), reforçando a conexão emocional da marca com o bem-estar feminino.

O KFC, por sua vez, usa o humor das redes sociais, como na campanha “Tem bigode? Tem molho grátis”, que levou a descontração da internet para as lojas. O investimento em canais digitais fez com que 77,4% das vendas da rede no Brasil, em março de 2025, fossem realizadas por canais digitais — quase o dobro da média da América Latina e Caribe (40,2%).

Tecnologia: Transparência e Simplicidade

A inovação tecnológica é um pilar central para criar boas experiências. A AXS Energia, de energia solar compartilhada, investe em soluções digitais que dão transparência ao consumo. Por aplicativo, o cliente acompanha em tempo real o uso, os créditos gerados e a economia. Programas de clube de benefícios e de indicação que permitem zerar a mensalidade reforçam a percepção de valor. Essa excelência se reflete no Reclame Aqui, com 100% das reclamações respondidas e 93,9% resolvidas nos últimos seis meses.

No setor de seguros, a Brasilseg (BB Seguros) utiliza a tecnologia para educar e engajar. O game imersivo “Play na Proteção”, que usa óculos de realidade virtual para simular imprevistos, transforma a complexidade dos seguros em desafios lúdicos e interativos. O sucesso garantiu ao projeto reconhecimento no Prêmio Live 2025 e a presença em eventos importantes, como a COP 30.

Já a Espaçolaser, líder em depilação a laser, investiu em tecnologia de resfriamento para tornar o procedimento mais confortável. Além disso, criou a Laser Shop, um conceito de “barbearias a laser” em lojas selecionadas, visando o público masculino que cresceu de 9,5% para 12% na base de clientes entre 2021 e 2025.

Reputação é o Ativo Mais Valioso

O investimento em experiência tem um destino claro: a reputação da marca. O consumidor atual busca a chancela social antes de fechar negócio. De acordo com o Reclame AQUI, 81% dos consumidores leem avaliações antes de comprar, e 53% afirmam que a nota da marca na plataforma influencia diretamente a decisão. Tão impactante que 27% desistem da compra quando a empresa sequer está presente no site.

“Investir em experiência vai muito além da vitrine. É preciso entregar atendimento ágil, transparência e resolutividade,” afirma Felipe Paniago, CMO do Reclame AQUI. “Marcas bem avaliadas não só ganham vantagem competitiva, como também transformam sua reputação em um ativo que potencializa todas as outras estratégias de marketing e fidelização.”

O mercado de trabalho sinaliza, portanto, que a chave para a longevidade e o crescimento no mercado não está mais apenas em ser o mais barato, mas em construir uma relação de confiança e em ser a marca que oferece a melhor e mais completa experiência em todas as etapas de contato com o cliente.

Fonte: ADNEWS

terça-feira, 26 de agosto de 2025

Uso de IA Cresce Globalmente, Jovens Lideram Adoção

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Relatório da Kantar revela que assistentes virtuais são essenciais para 81% dos usuários, com velocidade e criatividade como principais valores

Assistentes virtuais se consolidaram como ferramentas indispensáveis para consumidores que buscam agilidade em suas interações digitais, seja para compras, obtenção de respostas rápidas ou gerenciamento de tarefas diárias. A evolução da inteligência artificial tem impulsionado a capacidade desses assistentes, que agora compreendem melhor o contexto, automatizam processos e oferecem recomendações personalizadas.

Um novo relatório da Kantar, empresa global de dados e insights, intitulado "Connecting with the AI Consumer" (Conectando-se com o Consumidor de IA), revela que 81% dos usuários de ferramentas de IA utilizaram assistentes de voz, chatbots ou assistentes de compras nos últimos meses. O estudo aponta que 76% desses usuários fazem uso semanal ou diário dessas ferramentas, indicando uma integração significativa da IA no cotidiano.

A pesquisa da Kantar destaca que o uso de assistentes de IA é mais prevalente entre as gerações mais jovens: 83% da Geração Z e 81% dos Millennials utilizam essas ferramentas. A Geração X apresenta um uso moderado, com 66%, enquanto apenas 51% dos Boomers as utilizam semanalmente ou diariamente. Esses dados sugerem que a IA está mais integrada à rotina dos consumidores mais jovens, que cresceram em um ambiente digitalizado.

Em termos de diferenças regionais, a Índia lidera o uso diário de assistentes de IA, com 67% dos entrevistados, seguida pela China (50%) e Brasil (46%). Em contraste, o uso é consideravelmente menor em algumas partes da Europa, como na França (18% utilizam menos de uma vez por mês) e na Alemanha (14%). Essas variações podem ser atribuídas a fatores como infraestrutura, maturidade digital, preocupações com privacidade e atitudes culturais em relação à tecnologia.

Velocidade, Criatividade e Economia de Tempo: Os Pilares da Valorização

Quando questionados sobre o que mais valorizam nos assistentes de IA, os usuários apontam a velocidade como prioridade. Cerca de 61% afirmam que a capacidade de responder perguntas rapidamente é a característica mais útil. "Faz sentido: em vez de abrir um navegador e digitar uma busca, o usuário quer perguntar em voz alta e receber uma resposta imediata. Isso reduz atritos e torna as tarefas do dia a dia mais simples", explica Luis Bosisio, diretor de brand da Kantar Brasil.

A geração de ideias criativas surge como a segunda função mais valorizada, com 48%. Isso indica que a IA é vista não apenas como uma ferramenta funcional, mas como uma parceira para ideação, brainstorming e criação de conteúdo, desde sugestões de receitas a rascunhos de e-mails ou roteiros de viagem.

"Consumidores valorizam IA que os ajuda a economizar tempo e pensar de forma criativa. Ferramentas rápidas, eficientes e inspiradoras têm o maior apelo", diz Bosisio. Ele complementa: "Ao desenvolver um assistente digital para varejo ou integrar IA ao seu aplicativo ou site, a marca deve focar em tornar as interações úteis e ágeis."

O que os Consumidores Desejam dos Assistentes de IA

Com o avanço dos assistentes de IA, os usuários buscam funcionalidades que vão além das tarefas básicas. Eles desejam ferramentas que auxiliem na tomada de decisões (45%), planejamento financeiro ou elaboração de orçamento (42%), otimização de viagens e roteiros (36%), e recomendações personalizadas de entretenimento (33%).

Interessantemente, as capacidades menos atraentes para os usuários estão relacionadas ao suporte interpessoal, como auxílio em relacionamentos ou networking. "Isso mostra que, embora consumidores estejam abertos ao uso da IA para ajuda prática e logística, ainda há hesitação em confiar nela para tarefas emocionais ou sociais", explica Bosisio. Ele reforça que "Os usuários enxergam a IA como uma assistente útil, não como substituta das interações humanas."

Ao analisar os dados por faixa etária, observa-se que os Boomers, em particular, dão grande ênfase à proteção de dados: 54% valorizariam ferramentas que monitoram ou protegem suas informações. Em contrapartida, os usuários mais jovens demonstram maior interesse na geração de conteúdo criativo e no apoio à tomada de decisões. Por exemplo, 48% da Geração Z gostariam que a IA os ajudasse a tomar melhores decisões, e 46% são atraídos pelo potencial criativo.

Bosisio ressalta a importância da transparência e privacidade: "Transparência e privacidade são centrais para a confiança e adoção a longo prazo". Ele também destaca que adaptar as experiências por geração é crucial, pois as necessidades e prioridades variam significativamente entre os grupos etários.

O que isso significa para as marcas

Assistentes de IA estão amplamente presentes e integrados às rotinas digitais de milhões de consumidores globalmente. As pessoas querem assistentes rápidos, inteligentes e úteis — mas também respeitosos com seus dados e necessidades.

De acordo com a análise da Kantar, as marcas devem considerar os seguintes pontos:

• Investir em ferramentas de IA que sejam intuitivas e centradas nas pessoas. Foque em recursos que facilitem o dia a dia (especialmente acesso à informação, criatividade e organização).

• Construir confiança desde o início. Consumidores são cautelosos ao compartilhar dados pessoais sem limites claros. Transparência, segurança e escolha devem estar presentes em toda interação com IA.

• Observar o contexto cultural e geracional. Os padrões de adoção e prioridades variam conforme a região e idade. Uma experiência bem-sucedida na Índia pode não funcionar da mesma forma na França. E o que importa para a Geração Z talvez não seja prioridade para Boomers.

"No fim, assistentes de IA deixaram de ser novidade: já fazem parte do cotidiano das pessoas, influenciando como vivem, pensam e interagem com marcas", diz Bosisio. "Empresas que entendem isso e projetam pensando nesse cenário estarão mais aptas a conquistar confiança, lealdade e valor de longo prazo dos clientes."

Sobre o estudo

O relatório "Connecting with the AI Consumer" foi conduzido online com mais de 10.000 consumidores em dez mercados globais (Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Singapura, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos), entre 11 de abril e 2 de maio de 2025.

Para o estudo, "assistentes de IA" referem-se a qualquer ferramenta baseada em inteligência artificial que responda a comandos, automatize tarefas ou forneça recomendações e informações, incluindo assistentes de voz, chatbots, assistentes virtuais e ferramentas de compras orientadas por IA. "Usuários de assistente de IA" são aqueles que utilizaram uma ou mais dessas ferramentas nos últimos meses. As definições de gerações são as seguintes: Geração Z (18 a 27 anos), Millennials (28 a 43 anos), Geração X (44 a 59 anos) e Boomers (acima de 60 anos).

O estudo completo pode ser encontrado em: Link

Fonte: ADNEWS

quinta-feira, 17 de julho de 2025

Rayssa Leal é embaixadora do McDia Feliz 2025

Imagem: reprodução / divulgação

Atleta olímpica se junta à 37ª edição da campanha, que acontece em 23 de agosto, representando o engajamento dos jovens em causas sociais

A skatista olímpica Rayssa Leal foi anunciada como embaixadora oficial da 37ª edição do McDia Feliz, campanha nacional de arrecadação que acontece no próximo dia 23 de agosto. A atleta se junta à iniciativa com o objetivo de representar o engajamento da nova geração em causas sociais voltadas à infância e juventude.

Desde 1988, o McDia Feliz já arrecadou mais de R$ 425 milhões, com recursos destinados a projetos do Instituto Ronald McDonald, focado no combate ao câncer infantojuvenil, e do Instituto Ayrton Senna, voltado à melhoria da educação pública. Em 2024, a campanha também destinou parte da arrecadação para ações emergenciais de reconstrução no Rio Grande do Sul.

“Estou muito feliz pelo convite do Méqui para ser a embaixadora do McDia Feliz esse ano! Para mim, é uma honra ajudar o Instituto Ronald McDonald e o Instituto Ayrton Senna a abrirem portas para o futuro de tantas crianças e jovens. E quero ver todo mundo nesse rolê do bem dia 23 de agosto”, afirma Rayssa.

A campanha de 2025 reforça o convite para que os consumidores participem comprando Big Macs no dia da ação. Toda a renda obtida com a venda dos sanduíches (exceto impostos) será revertida para os projetos dos institutos apoiados. Os tíquetes antecipados já estão disponíveis por R$ 20 e podem ser adquiridos nos formatos físico e digital, com validade exclusiva para troca no dia 23 de agosto nos balcões, totens de autoatendimento e drive-thrus dos restaurantes participantes.

Para compras em grande volume, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail dos institutos parceiros. A venda antecipada segue até 19 de agosto (formato digital) e 20 de agosto (formato físico).

Fonte: ADNEWS

terça-feira, 1 de julho de 2025

Brahma e Ronaldo retomam comemoração icônica

Imagem: reprodução

A Brahma anunciou o relançamento de sua parceria com Ronaldo Nazário, resgatando a tradicional comemoração do ex-jogador com o dedo indicador levantado, símbolo do “número um”. A ação marca a reaproximação entre o craque e a marca, que mantêm vínculo desde a véspera da Copa do Mundo de 1998.

Em participação no podcast Denílson Show, Ronaldo relembrou a origem do gesto: “Quando eu ganhei a primeira Bola de Ouro, a Brahma fez uma campanha para comemorar o fato de que eu era o Nº 1. E, a partir daí, pegou e eu só celebrava gol assim. Virou uma marca registrada durante toda a minha carreira, algo espontâneo para além da nossa parceria.”

Segundo Felipe Cerchiari, diretor de marketing da Brahma, o resgate da comemoração visa celebrar a volta do atleta à marca. “Estamos resgatando a forma emblemática que o Fenômeno comemorava seus gols em 1998 para brindar a volta dele para a marca. Trata-se de um gesto que marcou a história dos brasileiros e tem tudo a ver com a gente: paixão nacional, celebração e autenticidade”, afirma. O executivo antecipa que a ação integra um projeto mais amplo com o ex-jogador ao longo do ano.

A campanha inclui também uma ativação no universo gamer. De acordo com o apresentador Denílson, a comemoração de Ronaldo permanece atual: “No videogame, se apertar no controle ‘R2+R para a esquerda’, o jogador também faz o Nº1 quando marca gol. Eu lembro porque muitos começaram a fazer na época, assim como o corte de cabelo do Ronaldo.”

Desenvolvida pela agência Africa, a ação convida o público a reproduzir a celebração no game. Para participar, é necessário:

  1. Ter mais de 18 anos;
  2. Marcar um gol no videogame com qualquer jogador e ativar a comemoração com o comando “R2 + R para a esquerda” e deve funcionar no EA FC (Fifa);
  3. Postar o vídeo nas redes sociais marcando @brahmacerveja com a hashtag #comemoracaon1.

Os participantes recebem um cupom de R$ 45,00 de desconto em produtos Brahma no aplicativo Zé Delivery. A promoção é válida de 25 de junho a 4 de julho de 2025, limitada a um resgate por CPF e restrita às cidades atendidas pelo serviço. As taxas e o frete não estão incluídos. Postagens com a participação de menores de idade não serão consideradas.

Veja:



Fonte: ADNEWS

domingo, 11 de maio de 2025

GENIAL! Bebês vestidos de Heinz protagonizam campanha de Dia das Mães

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Nesse Dia das Mães, Heinz, marca da Kraft Heinz Brasil lança campanha inspirada em registros fotográficos das mães consumidoras, que espontaneamente vestem seus bebês nas cores clássicas dos produtos da marca. Desenvolvida pela agência David, a ação utilizou fotos feitas pelas próprias famílias, sem produção de estúdio ou direção profissional.


Imagem: reprodução / divulgação

A campanha será veiculada no digital e OOH, e reúne vídeos curtos e peças estáticas. As imagens mostram cenas do dia a dia, reforçando de forma leve e divertida como os consumidores gostam tanto da marca que até vestem seus filhos.


Imagem: reprodução / divulgação

“Queremos capturar a relação próxima que as pessoas têm com Heinz por meio de registros dos amantes dos nossos produtos, especialmente as mães. As fotos destacam como a marca se conecta com momentos simples e autênticos, de maneira irreverente, até nas situações mais cotidianas, como nas roupas escolhidas para vestir seus bebês’’, afirma Thiago Lopes, CMO da Kraft Heinz Brasil.


Imagem: reprodução / divulgação

“A campanha estava pedindo para acontecer. A gente era impactado por estas imagens a todo momento. Tanto que nem foi preciso produzir imagens. Um comportamento verdadeiro, que vem das pessoas e prova o amor irracional pela marca”, conta Rogério Chaves, ECD da David.

Fonte: ADNEWS

sábado, 31 de agosto de 2024

#TopPubli: melhores campanhas de Agosto

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Agosto veio com tudo: um frio de rachar que parece que nunca vai embora e aquele sentimento de que o mês se arrasta para sempre. Mas nem isso impediu que a galera da publicidade esquentasse as coisas. Em meio aos dias congelantes e à sensação de eternidade, as agências mandaram muito bem com campanhas que misturaram criatividade, humor e emoção. Confira as cinco campanhas que realmente deram o que falar em agosto e ajudaram a espantar o frio:


#5 “Diálogos do Amor” – Bradesco

A nova campanha do Bradesco foi especialmente sagaz ao aproveitar o momento de alta visibilidade de Bia Souza, logo após sua conquista olímpica, para fortalecer o impacto da mensagem. Ao escolher Bia como protagonista, o Bradesco não só se beneficiou do prestígio e da popularidade que ela ganhou com sua vitória, mas também conseguiu criar uma narrativa que conecta diretamente com o público. A ação trouxe um diálogo divertido e envolvente entre a atleta e seu marido. A narrativa é dividida em duas partes, onde cada cônjuge protagoniza seu próprio comercial. Na primeira parte, o marido de Bia aparece destacando as vantagens do uso dos serviços do Bradesco de forma leve e descontraída, enfatizando o uso dos produtos bancários no dia a dia da família. Em resposta, Bia Souza lança sua versão, reforçando a importância da colaboração e da escolha certa para suas necessidades financeiras. A campanha utiliza uma abordagem familiar e autêntica, que conecta emocionalmente com o público e reforça a marca Bradesco como parceira das famílias brasileiras. Veja mais e aqui. Criação da aldeiah.




#4 “Estão Fritos” – Adria

Nesta campanha, Adria adota um tom ousado e humorístico ao ironizar seus concorrentes com o slogan “Estão Fritos”. A peça destaca a superioridade dos produtos Adria em relação aos seus competidores, utilizando uma linguagem visual divertida e irreverente para capturar a atenção do público. O jogo de palavras e as situações inusitadas apresentadas nos comerciais ressaltam o sabor e a qualidade da marca, tornando a campanha memorável e engraçada, enquanto promove um senso de confiança nos consumidores. Confira a campanha. Criação é da Lew’Lara\TBWA.



#3 “Vencer é vencer” – Nike

A Nike continua sua tradição de campanhas inspiradoras com um novo filme que celebra os atletas paralímpicos. A campanha não apenas destaca a resiliência e a determinação desses atletas, mas também promove a inclusão e o espírito esportivo. Com uma produção emotiva e imagens poderosas, a Nike reforça sua mensagem de que o esporte é para todos, independentemente de suas capacidades físicas. Este filme é um lembrete comovente da força do espírito humano e da importância da inclusão no esporte. Veja a campanha completa. Assina a criação a Wieden+Kennedy Amsterdam.



#2 “Whopper por PC queimado” – Burger King

Em uma jogada criativa, o Burger King lança uma campanha inovadora oferecendo Whoppers em troca de peças queimadas de computador. A ação não só chama a atenção pela sua originalidade, mas também conecta diretamente com o público jovem, que muitas vezes lida com problemas tecnológicos. A campanha usa o humor característico da marca para criar um engajamento divertido e inusitado, transformando um problema comum em uma oportunidade deliciosa. Confira a ação.



#1 “Histórias Reais” – Méqui

No topo da lista, o Méqui traz uma campanha que aposta na autenticidade, apresentando histórias reais de consumidores. Cada história é uma celebração da conexão emocional e nostálgica que a marca tem com seus clientes, destacando momentos especiais vividos em um McDonald’s. Com depoimentos sinceros e cenas emocionantes, a campanha reforça o papel do Méqui na vida dos brasileiros, como um lugar de memórias felizes e refeições icônicas. Veja as histórias. Criação é da GALERIA.AG.





Fonte: ADNEWS



quinta-feira, 22 de agosto de 2024

80% das Empresas Terão Incorporado IA até 2026, Segundo o Gartner

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Desde o lançamento do ChatGPT, há quase um ano, a IA Generativa tem aumentado sua presença no ambiente de negócios, com as empresas desenvolvendo ou adotando consistentemente modelos de IA todos os dias. Um novo relatório do Gartner mostra que o crescimento só continuará a crescer nos próximos anos.

O Gartner prevê que 80% das empresas terão usado APIs (interfaces de programação de aplicativos) de modelos de IA Generativa ou desenvolvido os seus próprios modelos até 2026.

Isto significa que em apenas três anos, o número de empresas que adotam ou criam modelos de IA Generativa terá crescido de forma consistente, uma vez que, de acordo com dados do Gartner, menos de 5% das empresas o fizeram em 2023.

“A IA Generativa tornou-se uma prioridade máxima para o alto escalão e gerou uma tremenda inovação em novas ferramentas além dos modelos básicos”, disse Arun Chandrasekaran, Vice-Presidente de Análise de Dados do Gartner.

O Gartner delineou algumas das inovações que deverão ter impactos massivos nas organizações nos próximos dez anos, incluindo aplicativos de IA Generativa, modelos básicos e gerenciamento de IA, confiança, risco e segurança (o que vem sendo chamado de AI TRiSM).

Aplicativos de IA Generativa referem-se simplesmente a aplicativos que aproveitam a IA Generativa para concluir uma tarefa específica. O ChatGPT seria um exemplo de aplicativo de IA Generativa, pois usa IA para sintetizar seus prompts de texto e gerar uma resposta.

As organizações podem adotar esses aplicativos para facilitar o trabalho interno dos colaboradores ou para oferecer experiências aos clientes que melhorem seus serviços.

“O padrão mais comum para recursos incorporados de IA Generativa hoje é texto para X, que democratiza o acesso dos colaboradores ao que costumavam ser tarefas especializadas, por meio de engenharia imediata usando linguagem natural”, disse Chandrasekaran no relatório.

Um excelente exemplo é o número crescente de empresas de consultoria que estão a adotar ou a desenvolver os seus próprios modelos de IA para tornar mais fácil aos clientes encontrar os recursos de que necessitam nas vastas bases de dados de uma empresa.

Um desafio com as aplicações de IA Generativa é que elas são propensas a alucinações e respostas imprecisas que tornam a sua confiabilidade questionável.

Os modelos básicos referem-se aos modelos de aprendizado de máquina subjacentes aos aplicativos de IA Generativa, por exemplo, o que o GPT é para o ChatGPT.

Esses modelos básicos são treinados em grandes quantidades de dados e usados para potencializar diferentes aplicativos que podem concluir uma ampla variedade de tarefas.

O Gartner colocou os modelos básicos no pico das expectativas no Hype Cycle prevendo que, até 2027, eles sustentarão 60% dos casos de uso de Processamento de Linguagem Natural (PLN).




“Os líderes de tecnologia devem começar com modelos com alta precisão em tabelas de classificação de desempenho, que tenham suporte de ecossistema superior e proteções empresariais adequadas em relação à segurança e privacidade”, disse Chandrasekaran.

Por último, AI TRiSM refere-se ao conjunto de soluções que podem resolver os problemas que envolvem os modelos de IA Generativa e garantir a sua implementação bem-sucedida.

Alguns riscos que afetam os modelos de IA Generativa são confiabilidade, desinformação, preconceito, privacidade e justiça.

Se não forem abordadas adequadamente, estas questões podem ser particularmente prejudiciais para as empresas, uma vez que correm o risco de fuga de dados sensíveis e de propagação de desinformação por toda a empresa.

“As empresas que não gerenciam consistentemente os riscos de uso da IA estão exponencialmente propensas a experimentar resultados adversos, como falhas e violações de segurança”, disse Chandrasekaran.

O AI TRiSM é, portanto, um requisito básico para que as empresas minimizem esses riscos e protejam colaboradores e clientes.

Fonte: 80% of enterprises will have incorporated AI by 2026, according to a Gartner report

A IA já é uma realidade e vai requerer cada vez mais profissionais capacitados para um número cada vez maior de oportunidades no ambiente corporativo!


Fonte: DSA / ADNEWS / via ZDNET