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quinta-feira, 4 de junho de 2026

PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas: A nova fronteira do risco corporativo brasileiro

Imagem: reprodução

A recente classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como Foreign Terrorist Organizations (FTO) e Specially Designated Global Terrorists (SDGT) pelo governo norte-americano tem sido amplamente analisada sob a perspectiva criminal.

Na minha avaliação, esse enquadramento é insuficiente, já que, o verdadeiro impacto não será percebido nos processos penais, será observado nos modelos de governança, critérios de investimento, mecanismos de concessão de crédito, procedimentos de due diligence, nas estruturas de financiamento internacional e nos parâmetros utilizados para avaliação de exposição corporativa.

Pela primeira vez, duas organizações cuja atuação sempre foi interpretada como problema doméstico de segurança pública passam a integrar um sistema normativo concebido para proteção da segurança nacional dos Estados Unidos. O tema deixa de ocupar exclusivamente o campo da criminalidade organizada e passa a ingressar na arquitetura global de sanções, inteligência financeira, combate ao financiamento do terrorismo e proteção da integridade do sistema econômico internacional.

A partir desse momento, a discussão não se limita à existência de atividades ilícitas, passa a envolver a identificação de conexões econômicas, estruturas de influência, redes de relacionamento, beneficiários indiretos, fluxos financeiros, cadeias produtivas e ambientes empresariais suscetíveis à captura por agentes externos.

Esse deslocamento produz uma consequência imediata, em que o centro da análise deixa de ser a ilegalidade e passa a ser a exposição. Essa distinção parece sutil, mas não é.

Os regimes modernos de sanções não foram construídos apenas para punir condutas, mas concebidos para interromper circulação de recursos, restringir acesso a infraestrutura financeira, dificultar suporte operacional e reduzir capacidade de expansão econômica de determinados atores. Em razão disso, investidores, bancos, seguradoras e autoridades regulatórias tendem a ampliar significativamente o escopo das avaliações realizadas sobre empresas brasileiras.

Do compliance tradicional à análise de ecossistemas

O primeiro reflexo deverá surgir nos sistemas de OFAC Screening, processo preventivo de verificação e conformidade, em que tradicionalmente, muitos controles corporativos concentram esforços na identificação de indivíduos ou entidades expressamente incluídas em listas restritivas. Essa abordagem tende a se tornar insuficiente.

A expectativa regulatória passa a alcançar relacionamentos indiretos, estruturas societárias interpostas, beneficiários econômicos ocultos, operadores de fachada e mecanismos de ocultação patrimonial. Não se trata mais de verificar nomes, mas de compreender ecossistemas. O mesmo fenômeno deverá atingir programas de Know Your Customer (KYC), Know Your Business (KYB) e Enhanced Due Diligence.

Durante muitos anos, a diligência prévia se concentrou na confirmação da existência jurídica de clientes, fornecedores e parceiros comerciais. A nova realidade exige algo substancialmente mais sofisticado. Será necessário compreender quem exerce influência material sobre determinada atividade econômica.

Nesse contexto, Beneficial Ownership Transparency deixa de ser uma obrigação documental e se transforma em instrumento de inteligência corporativa. A figura do Ultimate Beneficial Owner passa a representar apenas o ponto de partida de uma investigação mais ampla destinada a compreender estruturas de comando, influência econômica e controle efetivo.

O efeito sobre bancos, cadeias produtivas e operações internacionais

Essa transformação alcança diretamente instituições financeiras internacionais, já que modelos utilizados em Correspondent Banking Risk Assessments tradicionalmente avaliam jurisdição, perfil de clientes, qualidade de controles internos, histórico regulatório e exposição a ilícitos financeiros.

A influência exercida por organizações enquadradas como terroristas em determinados segmentos econômicos ou localidades passa a integrar matrizes de avaliação utilizadas por bancos correspondentes. O resultado pode ser percebido em exigências documentais mais rigorosas, procedimentos adicionais de validação, aumento de custos transacionais e restrições de relacionamento.

Outro aspecto que considero particularmente relevante envolve a chamada Material Support Doctrine. Sob essa lógica, a preocupação regulatória não se limita ao financiamento direto, a análise passa a considerar qualquer forma de suporte econômico, operacional, logístico ou estrutural que possa fortalecer entidades submetidas a restrições.

Essa interpretação amplia significativamente o universo de questionamentos possíveis, em que a discussão deixa de estar concentrada na intenção e passa a examinar consequência econômica.

Em paralelo, ganha relevância crescente aquilo que alguns especialistas internacionais denominam Chain Contamination Theory. Embora o conceito não constitua categoria jurídica formalmente consolidada, sua lógica influencia diversas análises de integridade conduzidas por instituições financeiras e investidores globais.

A premissa é simples, mesmo quando inexistem vínculos diretos, cadeias econômicas podem sofrer contaminação reputacional ou regulatória caso determinados elos apresentem conexões relevantes com ambientes considerados sensíveis. Essa percepção tende a ampliar a importância de Supply Chain Integrity Verification.

Até recentemente, muitas organizações concentravam atenção nos fornecedores imediatos. A tendência agora é avançar sucessivamente pelas camadas subsequentes da cadeia produtiva. A pergunta deixa de ser quem contratamos e passa a ser quem está por trás de quem contratamos.

Geografia, exposição regulatória e novas vulnerabilidades

Em determinadas regiões, a influência exercida por grupos criminosos transcende a prática de delitos e alcança circulação de mercadorias, contratação de serviços, acesso a mão de obra, distribuição de produtos, exploração econômica de determinadas atividades e ocupação informal de espaços estratégicos.

Quando organizações dessa natureza passam a ser enquadradas dentro de regimes internacionais voltados ao combate ao terrorismo, a geografia assume papel completamente diferente. O território deixa de representar apenas variável operacional e passa a constituir elemento de avaliação regulatória. Esse cenário exigirá que empresas desenvolvam mecanismos de Sanctions Exposure Mapping. Ou seja, metodologias capazes de identificar pontos de contato, áreas de vulnerabilidade, dependências econômicas, conexões indiretas e potenciais fontes de exposição decorrentes da atuação em ambientes complexos. Não se trata de mapear ilegalidades, mas de compreender fragilidades.

Mapas corporativos tradicionalmente estruturados em torno de fraude, corrupção, privacidade, concorrência e lavagem de dinheiro tendem a incorporar novas dimensões relacionadas à influência territorial, integridade de cadeias produtivas, exposição indireta e captura econômica.

Governança corporativa sob uma nova lógica de responsabilidade

Sob a ótica da governança corporativa, entretanto, o ponto mais sensível talvez esteja nos conselhos de administração, em que a evolução recente da jurisprudência norte-americana sobre Board Oversight Liability e Caremark Oversight Failures demonstra que a responsabilização de administradores está cada vez menos associada à ocorrência do evento em si.

O foco se desloca para a robustez dos mecanismos destinados à obtenção de informações relevantes, em que a discussão deixa de ser "O problema aconteceu?", e passa a ser "Existiam estruturas minimamente adequadas para permitir sua identificação?".

A partir do momento em que determinado assunto passa a representar preocupação legítima para reguladores, financiadores, investidores institucionais e seguradoras, se torna difícil sustentar que sua supervisão não integra as atribuições da alta administração.

O debate não envolve apenas decisões equivocadas, ele alcança falhas informacionais, omissões deliberativas, ausência de mecanismos de reporte e deficiência na obtenção de visibilidade sobre fatores potencialmente relevantes para a preservação do valor empresarial.

O novo custo de fazer negócios

Outro efeito provável será o fortalecimento das chamadas De-Risking Policies. Frequentemente mal compreendidas, essas medidas não pressupõem a existência de irregularidades, mas representam decisões econômicas destinadas a reduzir exposição diante de cenários considerados excessivamente complexos. Na prática, relacionamentos comerciais podem ser revistos, financiamentos podem sofrer reprecificação, coberturas securitárias podem ser reavaliadas e critérios de investimento podem se tornar mais seletivos.

As consequências também tendem a atingir sistemas de Transaction Monitoring, protocolos de escalonamento de operações suspeitas, estruturas de investigação corporativa e mecanismos destinados à identificação de Trade-Based Money Laundering.

Movimentações incompatíveis com a atividade declarada, fluxos financeiros sem racionalidade econômica aparente, utilização recorrente de intermediários, estruturas artificiais de faturamento e padrões transacionais atípicos deverão receber atenção crescente.

No universo de Private Equity e M&A, as transformações podem ser igualmente significativas. Due diligences tradicionalmente orientadas para passivos tributários, trabalhistas, ambientais e concorrenciais tendem a incorporar análises relacionadas à integridade territorial, influência econômica indireta, concentração de dependências operacionais, beneficiários ocultos, relacionamentos sensíveis e vulnerabilidades reputacionais.

A avaliação deixa de examinar apenas a empresa-alvo e passa a examinar o ambiente onde ela gera valor. A discussão contemporânea sobre governança corporativa não se limita mais à composição de conselhos ou à existência de políticas formais.  Investidores passaram a observar qualidade informacional, transparência decisória, rastreabilidade econômica, mecanismos de prevenção e capacidade institucional de antecipação.

Sob essa perspectiva, compreender como uma organização identifica potenciais fontes de influência externa deixa de ser tema de Compliance e passa a integrar a avaliação da maturidade de sua governança.

A classificação do PCC e do CV como organizações terroristas não aumenta apenas a exposição dessas estruturas, ela amplia o custo regulatório de operar em determinados ambientes econômicos. E esse custo não será necessariamente percebido por meio de sanções, investigações ou processos judiciais, ele poderá surgir na forma de crédito mais caro, exigências documentais ampliadas, transações mais lentas, auditorias mais profundas, negociações mais complexas, coberturas mais restritas, avaliações mais conservadoras e escrutínio mais intenso.

O verdadeiro impacto dessa decisão não está na esfera criminal, mas na redefinição dos critérios utilizados pelo sistema financeiro internacional para medir previsibilidade, transparência, rastreabilidade econômica e capacidade de controle. É exatamente por isso que a discussão não pertence somente aos departamentos jurídicos e chegou aos conselhos de administração.

Por Patricia Punder, advogada e CEO da Punder Advogados


Partner e fundadora do escritório Punder Advogados no modelo de negócios “Boutique”, une excelência técnica, visão estratégica e integridade inegociável na advocacia. www.punder.adv.br

- Advogada, com 17 anos dedicados ao Compliance;

- Atuação nacional, América Latina e mercados emergentes;

- Reconhecida como referência em Compliance, LGPD e ESG;

- Artigos publicados, entrevistas e citação em matérias de veículos renomados, como Carta Capital, Estadão, Revista Veja, Exame, Estado de Minas, entre outros, tanto nacionais quanto setorizados;

- Nomeada como perita judicial no caso Americanas;

- Professora na FIA/USP, UFSCAR, LEC e Tecnológico de Monterrey;

- Certificações internacionais em compliance (George Whashington Law University, Fordham University e ECOA);

- Coautora de quatro livros de referência em compliance e governança;

- Autora da obra “Compliance, LGPD, Gestão de Crises e ESG – Tudo junto e misturado – 2023, Arraeseditora.


Fonte: Comunicação Vertical


sábado, 21 de fevereiro de 2026

Mais uma tentativa de sabotagem às obras de extensão da Avenida Litorânea em São Luís

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Mais uma tentativa de sabotagem às obras de extensão da avenida litorânea em São Luís, por parte de órgão federal, desta vez, se utilizam de um despacho do TCU - Tribunal de Contas da União. 

Na matéria publicada pelo site Metrópoles, fala-se de um superfaturamento, onde técnicos do TCU, identificaram suposto valor de R$ 1,8 milhão, cerca de 6% do auditado.

A matéria apresenta como documentos, o trecho de um despacho, citando uma resolução do TCU 315-2020, e seu artigo 14.

Fala ainda, que o prazo de dois anos para o  termino das obras, teria sido adiantado para maio deste ano, com finalidades eleitoreiras, e que: "decisões apressadas, falhas de planejamento e desperdício de dinheiro público, como já tem sido apurado pelo TCU, estariam ocorrendo." Lembrando que no próprio site do governo, menciona que um estudo prévio e planejamento de 2 anos, teriam sido executados, antes do início das obras.

No entanto, o engenheiro responsável pela obra, em  entrevista a TV assembleia, há um mês atrás, afirma que apenas um trecho de 5 km, será entregue em março, ficando os últimos 2,5km restantes, para o prazo estabelecido de 2027, totalizando 7,5km.

Trata também de 8 graves irregularidades, dentre elas os tais 1,8 milhões, em um suposto  superfaturamento, mas não mostrou documentos que comprovem isso.

Citou restrição a competitividade, mas cita o edital, onde  deixa claro, que existe tal restrição, por cláusula de subcontratação, o que restringe o numero de participantes. Fato confirmado em resposta dada pelo Governo do Estado, através da SECOM, segundo declaração dada pelo secretário da SINFRA, Aparício Bandeira, em entrevista a uma rádio local na última quinta-feira, onde afirmou que o portal entrou em contato com a SECOM que imediatamente acionou a SINFRA. Em resposta ao portal foi dada a seguinte explicação:

"Que não houve restrição à competitividade na licitação. Segundo a pasta, a subcontratação compulsória encontra respaldo na interpretação sistemática e teleológica de leis estaduais."

Menciona que a empresa vencedora, a Lucena, subcontratou uma suposta, 'empresa de fachada', de acordo com indícios coletados pelo tribunal de contas. 

Mas apenas faz menção ao relatório, sem apresentar documentos que comprovem que a empresa é realmente de fachada.

Vejam o que declara a proprietária da Aglas Infraestrutura, empresa supostamente de fachada, no vídeo, Fernanda Cruz, presta esclarecimentos sobre a participação da empresa nas obras de extensão da Avenida Litorânea, em São Luís.



E, em meio a tudo isso,  ainda erraram na intenção do governador em deixar o cargo, e se candidatar ao senado, quando o mesmo, já declarou que vai ficar na cadeira, até o final do mandato. 

O ministro Benjamin Zymler, relator do processo no TCU, recebeu o relatório do Auditor-Chefe da Unidade de Auditoria Especializada em Infraestrutura Urbana e Hídrica do tribunal de contas, que ressaltou: “há quantidade de irregularidades graves encontradas na fiscalização”.

“Em razão disso, numa próxima fase processual, juntamente com o exame das oitivas, serão avaliadas eventuais responsabilizações que se fizerem necessárias”, antecipou o técnico.

Trata-se de um ardil político/jurídico onde o inquérito em fase inicial é vazado, sem que o ente governamental tenha apresentado defesa, e proliferado em mídia nacional, em pleno ano eleitoral. 

O que as pessoas precisam ficar atentas, é que temos aqui pessoas que fizeram parte de um mesmo grupo político e que sabem como a máquina opera, pois já atuaram em cooperação. Agora, separados, usam o conhecimento que tem uns dos outros, e as influencias nas esferas judiciais, como munição de ataque e perseguição política. Querem o poder, a qualquer custo! Não se importam com o prejuízo que a paralização de tal obra, trará para a população.

"O poder político faz uso do judiciário, para acioná-lo, 'manipula-lo nas sombras' e jogá-lo contra seus inimigos, desafetos e opositores."

"Estas pessoas, distorcem a verdade e vivem nas próprias mentiras, tentando impor suas narrativas."

Em fim, temos aqui mais uma tentativa de sabotar o andamento das obras da Avenida Litorânea, a primeira foi através do MPF-Ministério Público Federal, em outubro do  ano passado, e nós já sabemos quem está por trás disso, não é mesmo!

Um certo 'Sr. supremo', que se  acha 'o novo dono do Maranhão', com o direito de determinar quem vai governar o estado, mas que só deixou como legado para o Maranhão; os piores indicadores socioeconômicos, belas escolas sem professores efetivos, sem merenda, sem material adequado, sem tempo integral, naquelas que seriam! E, um punhado de ex-aliados descontentes com a perda de espaços de poder e influência, que a proposito, 'ficarão todos sem mandato em 2027, sem o apoio dos Leões!', E o Maranhão, vai finalmente se livrar, de uma vez por todas, dessa 'esquerda chantagista', que já foi quase totalmente pulverizada nas eleições municipais de 2024 e será liquidada nas eleições de 2026.

"Eles não fazem a política do diálogo, fazem a política da chantagem! E se utilizam do poder judiciário para tal"

Por Daniel Braz


terça-feira, 20 de janeiro de 2026

ALGO DE PODRE NO AR! Filho de PGJ-MA pede exoneração da Câmara Municipal de São Luís após saída de promotores do GAECO

Imagem: reprodução


Quando nos perguntamos, "POR QUE 'PAULO VICTOR' AINDA NÃO ESTÁ PRESO?", E, nos deparamos com o maior terremoto entre ações e decisões que envolveram, promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), após o pedido de exoneração dos promotores, motivado por divergências em relação ao parecer da Procuradoria-Geral de Justiça favorável à soltura dos investigados da Operação Tântalo II, que apura o desvio de mais de R$ 56 milhões dos cofres públicos de Turilândia, flagramos uma, 'peculiaridade', no mínimo, intrigante.

Vejam que situação completamente absurda e, "surreal". O filho do PGJ-MA, Danilo José de Castro Ferreira, o advogado, 'Danilo José de Castro Ferreira Filho', pediu exoneração do cargo comissionado de procurador adjunto da Câmara Municipal de São Luís, cargo que ocupava desde 2023, primeiro ano, do primeiro mandato de presidente da CMSL, exercido por Paulo Victor, para o biênio 2023-2024.


O ato foi publicado no Diário Oficial do Município da última sexta-feira, 09.01.26.
A exoneração, conforme consta, aconteceu à pedido - imagem: reprodução


Más o que uma coisa tem a ver com a outra? 

É no mínimo imoral, que o filho do PGJ-MA legitimado para conduzir o MPE-MA, esteja ocupando cargo na casa, onde o presidente, está sob investigação do órgão presidido pelo pai.

Trata-se aqui, em ambos os casos, de "corrupção", no caso de Turilândia, envolve formação de OCRIM, desvio de recurso público e lavagem de dinheiro. No caso do apadrinhamento do filho do PGJ-MA, SUPOSTA 'prevaricação' por parte de alguém que é investigado, um chefe de poder, cuja investigação ocorre através do órgão conduzido pelo PGJ, Logo, o Sr. Paulo Victor, promoveu supostas vantagens para si e para um terceiro, tendo em vista que empregava o filho do PGJ, que conduz o órgão que, 'faz de conta', que o investiga, e o acusa na justiça, já tendo inclusive, pedido a sua prisão. Sendo que o próprio Paulo Victor, já confessou 'crime de corrupção passiva', quando discursou em tribuna, que cedeu a chantagem de um 'outro promotor do MP-MA', quando disse empregar dois indicados deste promotor, para cargos em seu gabinete.


Paulo Victor e PGJ-MA, Danilo Ferreira - Imagem: reprodução


Chegamos ao ponto em que a promiscuidade entre membros da justiça maranhense e políticos implicados em denúncias de corrupção, está fora de controle e sem o devido discernimento entre o que é certo ou errado, moral e imoral, descente ou indecente.

Paulo Victor tem um extenso histórico de investigaçõesapuraçõesacusações que envolvem; supostos crimes de corrupção em todos os órgãos de justiça do Estado (MP, TCE, TJ e até STJ) e todos eles indicaram, supostos indícios de corrupção, enriquecimento ilícito e até mesmo formação de OCRIM, mas não sabemos o porquê, das investigações, apurações e acusações, não avançarem, e o mais intrigante, chegam até o TJ-MA, e são simplesmente engavetadas. As alegações para tal ato, são sempre as mesmas, erros  pontuais e de procedimentos do MP, perda de prazos e até provas invalidadas.

Um dos mais intrigantes, dentre os atos investigados pelo MP-MA, foi o sumiço de cerca de mais de R$ 7.000.000,00 (sete milhões de reais), do INSS e da Previdência dos funcionários da CMSL, ao IPAM (Instituto de Previdência e Assistência do Município), em 2025, evidenciando, ato de 'IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA', e o que faz o MP? Simplesmente o convidou a regularizar os depósitos não feitos, na época, ele, PV, propôs repor a dinheirama, com parte da verba de gabinete dos vereadores (AMPLAMENTE NOTICIADO). Quanto aos milhões não depositados? Ninguém sabe explicar, aonde foi parar...

Talvez, promiscuidades flagrantes como esta, 'que está no ar', ajude a explicar!

Por Daniel Braz

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sábado, 3 de janeiro de 2026

CENSURA EM ESCALADA NO MARANHÃO! TJ-MA ordena a retirada de 6 matérias jornalísticas envolvendo Felipe Camarão e PMs em esquema milionário

Imagem: reprodução - composição

Decisões judiciais determinaram a retirada do ar de seis publicações que tratavam de investigações sobre suspeita de corrupção passiva envolvendo policiais militares do Maranhão e o vice-governador Felipe Camarão (PT)

As ordens, expedidas em menos de dois meses, atingiram conteúdos do perfil Jornal Maranhense, no Instagram, e do blog do jornalista Luís Pablo, por determinação de um juiz de primeira instância e do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, José de Ribamar Froz Sobrinho, em caráter de urgência e sem ouvir previamente os comunicadores.

As reportagens removidas abordavam investigações que apuram movimentações financeiras consideradas atípicas de policiais ligados à segurança do vice-governador. Apesar de as decisões apontarem ausência de comprovação, registros oficiais do Judiciário indicam a existência de procedimentos em andamento no TJ-MA e no STJ. 

As medidas geraram críticas por possível censura prévia, tema sobre o qual o Supremo Tribunal Federal possui entendimento contrário, defendendo a responsabilização apenas após a publicação.

Fonte: OINFORMANTE


COMENTÁRIO

Froes Sobrinho, faz do ato, a rotina de um desembargador do TJ-MA, concedeu uma liminar, em plantão de Natal, censurando não um, mas 6 blogs de jornalistas maranhenses, que em seus legítimos atos profissionais de informar a população, foram 'cerceados' de seus direitos e obrigações profissionais de exercer a liberdade de imprensa.

Vivemos tempos obscuros no Maranhão, em que jornalistas, munidos de fontes, documentos e fatos estão sendo silenciados nos porões do judiciário maranhense.

Já é hora do CNJ intervir no TJ-MA, recentemente a Polícia Federal, deflagrou a OPERAÇÃO 18 MINUTOS, que desarticulou uma quadrilha de juízes e desembargadores decanos que na audácia de se acharem acima da lei, e da Constituição, tomaram decisões que sangraram os cofres do Banco do Brasil e do Banco do Nordeste, obrigando as instituições a pagarem valores exorbitantes a advogados e escritórios de advocacia do Maranhão, para posteriormente, distribuírem valores a políticos, juízes e desembargadores do TJ-MA.

Vivemos hoje no Brasil uma 'ditadura da toga', onde juízes em vários estados brasileiros, vendem sentenças, embolsam penduricalhos, determinam os próprios proventos acima do teto constitucional e emitem decisões que rasgam a Constituição Federal.

A Suprema Corte do país está envolta em um escândalo financeiro envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal, que recebem benesses de um banqueiro bandido, envolvido com o PCC e com fraudes bilionárias ao sistema financeiro do país, beneficiando escritórios de advocacia ligados a parentes de ministros e políticos do alto escalão.

Não podemos mais aceitar tais aberrações, temos que mostrar nossa indignação contra tantos infortúnios que consomem a república com tamanhos escárnios de corrupção e promiscuidades envolvendo políticos corruptos, membros do judiciário e agora até com meliantes do crime organizado.

Que Felipe Camarão se acovardou, isso já ficou provado no caso dos PRINTS, quando judicializou toda a situação, ao invés de se desculpar publicamente, que é um traidor e conspirador, isso já ficou comprovado com a tentativa de derrubar Brandão para assumir a cadeira dos Leões, juntamente com seu grupo esquerdista que definha no capital eleitoral e não demonstra indícios de que irão se reeleger em 2026, isso já sabemos, que é um incoerente e imaturo emocional, já se constatou com suas declarações estapafúrdias (já vai tarde el cabron!) como petista empanado, mas que também estaria envolvido em 'CORRUPÇÃO', isso ainda não havíamos constatado.

A investigação, sobre o esquema de lavagem de dinheiro, que está sob sigilo de justiça, e que envolve o nome do vice-governador e assessores dele, indica movimentações de mais de R$ 10.000.000,00 (DEZ MILÕES DE REAIS), em um intervalo de um ano e meio, o caso está sendo investigado pelo MP-MA, e, sabe-se que já foi pedido a quebra do sigilo bancário dos envolvidos, segundo reportaram, os 6 Blogs jornalísticos, que foram censurados pelo TJ-MA, na figura de seu presidente, por decisão liminar de plantão, na véspera de Natal, tais fatos trazem grande preocupação ao vice-governador, pois virou hábito pedir a censura de blogs jornalísticos no estado. "Onde há fumaça, há fogo!"

Não há nada mais arbitrário do que o que esta ocorrendo hoje no Maranhão, e sendo perpetrado, na figura da mais alta autoridade do TJ-MA, seu presidente, em favor de um agente político, que apresenta um patrimônio pessoal, no mínimo, suspeito e duvidoso de sua lisura.

O mais estranho é a falta de solidariedade da classe jornalística do estado, com o caso, que salvo exceções, de alguns Blogs, não deram 'um piu' contra a decisão escandalosa dada pelo TJ-MA neste final de 2025.

Fica mais um chamado, ao CNJ, para que volte os olhos, para as decisões TERATOLÓGICAS que vem sendo tomadas pela corte maranhense em favor de grandes empresas e determinados agentes políticos.


A CENSUA A BLOGS É ILEGAL NO BRASIL


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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Edward Snowden faz alerta arrepiante sobre o que está nos acontecendo agora

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O analista que vazou segredos dos Estados Unidos e é perseguido até hoje faz um alerta sobre o sistema de vigilância global

Edward Snowden era um nerd como tantos outros, que trabalhava como analista de sistemas da CIA contratado da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos, quando percebeu o jogo sujo de vigilância que o governo estadunidense utilizava, inclusive contra aliados, e resolveu jogar os dados nas redes. 

Em 2013, Snowden vazou documentos confidenciais que revelaram programas de vigilância global do governo dos Estado Unidos, inclusive sobre a presidenta do Brasil à época Dilma Rousseff.

Foi um escândalo global. O governo do democrata Barack Obama mandou caçar Snowden pelo mundo. Ele só conseguiu abrigo na Rússia, onde vive até hoje.

Especialista em análise de sistemas complexos Snowden faz agora um alerta sobre o que está acontecendo com nossos dados, como o poder nos vigia e manobra para controlar e moldar nosso comportamento. 

Snowden:

"Eles chamam isso de sistema de crédito social. Se alguma dessas fotos de família, se alguma de suas atividades online, se suas compras, se suas associações, se seus amigos forem de alguma forma diferentes do que o governo ou os poderes constituídos no momento gostariam que fossem, você não poderá mais comprar passagens de trem. Você não poderá mais embarcar em um avião.

Você pode não conseguir obter um passaporte. Você pode não ser elegível para um emprego. Você pode não conseguir trabalhar para o governo.

Todas essas coisas estão sendo cada vez mais criadas, programadas e decididas por algoritmos. E esses algoritmos são alimentados precisamente pelos dados inocentes que nossos dispositivos estão criando o tempo todo, constantemente, invisivelmente, silenciosamente, neste exato momento. Nossos dispositivos estão lançando todos esses registros que não vemos sendo criados e que, em conjunto, parecem muito inocentes.

Você estava no Starbucks nesse horário. Depois, você foi ao hospital. Você passou muito tempo no hospital. Depois de sair do hospital, você fez uma ligação. Você ligou para sua mãe. Você conversou com ela até o meio da noite. O hospital era uma clínica de oncologia.

Mesmo que você não possa ver o conteúdo dessas comunicações, os registros de atividades, o que o governo chama de metadados, que eles argumentam não precisar de mandado para coletar, contam toda a história. E esses registros de atividades estão sendo criados, compartilhados, coletados e interceptados constantemente por empresas e governos.

E, em última análise, isso significa que, ao venderem esses registros, ao comercializá-los, ao fazerem negócios com base neles, o que estão vendendo não é informação. O que estão vendendo somos nós. Estão vendendo nosso futuro. 

Estão vendendo nosso passado. Estão vendendo nossa história, nossa identidade. E, em última análise, estão roubando nosso poder e fazendo com que nossas histórias trabalhem para eles."

Fonte: revistaforum


 

sábado, 1 de novembro de 2025

Análise do cientista político Elias Tavares sobre a megaoperação no Rio e o impacto eleitoral da segurança pública

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O cientista político Elias Tavares avalia que a megaoperação deflagrada hoje nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, recoloca a segurança pública como eixo central do debate político nacional, com efeitos diretos no cenário eleitoral de 2026.

Segundo Elias, o episódio revela mais uma vez que o país vive uma polarização de narrativas. “De um lado, o governador Cláudio Castro busca afirmar o protagonismo do Estado do Rio no enfrentamento às facções e já posiciona o tema como bandeira de gestão. Do outro, lideranças de esquerda criticam o modelo repressivo e responsabilizam o abandono histórico dos territórios — como disse o ministro Guilherme Boulos, ‘o problema não é o barraco, é a Faria Lima’.”

Para o analista, não há neutralidade possível quando o assunto é violência no Rio:

“Quando o Estado entra em guerra, a política entra junto.”

Elias destaca que a operação, embora letal, encontra apoio majoritário numa população exausta do avanço das facções e da falta de controle territorial:

“Se chegamos ao ponto de precisar invadir comunidades e ceifar vidas, é porque as políticas públicas falharam lá atrás. Mas, no palco em que estamos, há uma guerra em curso. E, nesse contexto, é natural que a sociedade enxergue a ação como necessária.”

O cientista político ressalta que a operação fortalece a pauta conservadora da segurança pública, que volta a ter mais apelo que temas como a anistia de 8 de janeiro — reforçando o campo da direita e dando fôlego ao PL no Rio de Janeiro.

Para ele, Cláudio Castro — já reeleito e mirando seu próximo passo político — criou um fato político de grande alcance:

“Castro se coloca como o governador que não se acovarda. Se a operação for percebida como eficaz, ele sai maior e se credencia para disputas nacionais, como o Senado. Se der errado, tentará dividir o custo com o Governo Federal.”

Tavares conclui que o episódio simboliza o drama histórico do Rio:

“O Rio transforma segurança em eleição e eleição em segurança. Quem controla o território controla a política. E o eleitor não tem mais paciência para teorias: quer resultado.”

Fonte: ET Eventos  - Elias Tavares


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terça-feira, 12 de agosto de 2025

BOMBÁSTICO! Em vídeo, nesse final de semana, Marcus Brandão denunciou uma suposta perseguição por parte do GRUPO DINISTA

Marcus, Camarão, Pedro Lucas, Jerry, Othelino e Dino - Imagem: reprodução

O irmão do governador do Maranhão denunciou uma conspiração para derrubar seu irmão dos Leões

Uma estarrecedora declaração de Marcus Brandão, presidente estadual do MDB, abalou as estruturas de poder no Maranhão nesse final de semana. Marcus declara em vídeo que ele e seu irmão, o governador Carlos Brandão, vem sofrendo perseguição por parte dos dinistas e que o deputado federal, Pedro Lucas (UNIÃO PROGRESSISTA) teria lhe confessado no início do ano, que estão armando um golpe para afastar seu irmão do Palácio dos Leões, para que o vice, Felipe Camarão (PT), assuma a cadeira e possa consolidar sua pré-candidatura ao Governo do Estado em 2026, caso ele não seja o indicado do grupão.

A trama, o vice e os deputados dinistas

Segundo ele, o vice-governador, estaria envolvido com deputados dinistas em uma conspiração para afastar o irmão por 90 dias e posteriormente mais 90 dias renovados pelo apoio de outro ministro do Superior Tribunal de Justiça - STJ, mesmo sem fatos concretos que justificassem a medida. Falou ainda que Camarão não soube sequer controlar seus aliados dinistas, em especial referindo-se ao deputado Othelino Neto (SOLIDARIEDADE) e outros dinistas, sedentos de poder e cargos na atual administração do irmão governador, pressionando e impondo condições para a sucessão de 2026.

Produção de provas

"Também mencionou suposta produção de provas falsas, espionagem contra a gestão estadual acusando o grupo rival de prever decisões judiciais e movimentações processuais antes mesmo de seu protocolo. Para ele, o cenário envolve “denúncias fabricadas” e manobras que extrapolam o embate político tradicional".

O assessor

Marcus revelou a atuação de um assessor do STF, que estaria a disposição do gabinete de Flávio Dino, e teria utilizado, 130 vezes, em um único dia, a senha de um computador do Estado que deveria estar bloqueada, repassando dados sigilosos a opositores, com intuito de comprometer a família Brandão. Checagens de IP levam ao gabinete do STF em Brasília e um escritório de advocacia que representa o SOLIDARIEDADE.

Minard e a conversa dos deputados federais

Marcus também corrobora a declaração do jornalista Minard, que repercutiu muito na mídia maranhense este mês, denunciando, em um programa de podcast, que tomou conhecimento de uma conversa entre o deputado federal Marcio Jerry e o deputado federal Pedro Lucas, que iriam dar um golpe no governo do irmão, e que ele, Pedro Lucas, ainda teria chance de mudar de lado. A conversa foi desmentida pelo próprio Jerry, em um programa de rádio local, em declaração por telefone ao jornalista John Cutrim.

A advogada mineira

Mencionou também sobre uma advogada mineira, Clara Alcântara Botelho Machado, que teria plantado provas falsas contra ele, Marcus Brandão, e que a mesma teria mais de 11 mil clientes no Maranhão, do INSS. Recentemente, Flávio Dino negou o pedido da advogada para se juntar ao processo (atuar como "amicus curiae"), movido pelo SOLIDARIEDADE, mas ordenou que a Polícia Federal investigasse as tais denúncias contra o governador. (entenda o caso)

Já no caso do ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), agiu diferente! Remeteu o inquérito dos respiradores ao STJ, a quem cabe o julgamento de ações que envolvem governadores. (entenda o caso).

A conversa com o vice

Nas declarações do irmão do governador, também chamou a atenção uma conversa com o vice, Felipe Camarão, sobre o vazamento dos prints, onde Camarão se dizia preocupado com o inquérito que ele mesmo teria denunciado como 'FAKE NEWS', sendo que o laudo da polícia civil, constatou mais de 4700 conversas entre Camarão e o blogueiro Landim.

A transferência do detento de pedrinhas

Marcus também fez menção sobre a transferência de um detento maranhense de nome Gilbson César Soares Cutrim Júnior, que teria sido transferido para Brasília e feito um acordo de delação premiada. (entenda o caso)

As informações privilegiadas

O irmão do governador também fez menção a ameaça de prisão do Procurador-Geral do Estado do Maranhão, Valdenio Nogueira Caminhao mesmo que acionou o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para investigar a conduta de dois assessores do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que, segundo o órgão, teriam acessado sistemas internos da procuradoria maranhense para embasar uma ação no STF impetrada pelo partido Solidariedade, do deputado estadual Othelino Neto, no próprio Supremo.(entenda o caso)

A retomada do PSB

Na última semana, uma reviravolta na política partidária, movimentou o tabuleiro para 2026. Especula-se que teria havido influência do ministro do STF, Flávio Dino, na retomada do PSB das mãos do governador Carlos Brandão, então presidente da sigla no Estado. O pedido teria sido feito pelo próprio Dino ao atual presidente nacional do partido, João Campos, prefeito do Recife, que confirmou o pedido, segundo afirmou apresentadores de uma rádio local e declarações do deputado Yglésio Moysés (PRTB). Mas a debandada que vai gerar em 2026, mais especificamente em abril, vai deixar um PSB completamente esvaziado de prefeitos, vices e deputados no Maranhão e também de vereadores em 2028, nas eleições municipais.

Interferências supremas

Tais interferências e participações na política local por parte de Flávio Dino, seriam não somente graves, mas vai de encontro a todo o ordenamento de poderes que impede que ministros do STF atuem politicamente. Caso seja verdade, Dino estaria não somente abusando de poder supremo, como também articulando junto ao seu antigo grupo político para dar sobrevida ao seu desacreditado pupilo político, Felipe Camarão.

Conclusão

O que vemos em sucessivas disputas eleitorais (estaduais 2014, 2018, 2022...) e (municipais 2012, 2016, 2020 e 2024) entre esses dinistas, são fake news, intrigas, política rasteira e traiçoeirismo. Ficaram completamente assoberbados depois da era de Flávio Dino, se achando os políticos a defender uma causa justa e altiva, e na era pós-dinismo, o inferno se instaura pela disputa de feudos e territórios municipais.

A mais recente e ridícula demonstração de soberba desse pequeno grupo de deputados dinistas, foi tentar impor condições ao atual líder nas pesquisas para o Governo do Estado em 2026, o prefeito Eduardo Braide (PSD), muito bem avaliado pela população por sua gestão, e pasmem, Camarão, 'o lanterna nas pesquisas', chegou a oferecer vaga de vice e até de senador em sua chapa, em recente entrevista. É muito delírio!

Torçamos para que em 2026, o povo do Maranhão dê um fim a essa 'falida esquerda' em nosso Estado, que na tentativa de 'sobreviver politicamente', além das traquinagens de bastidores e maldades pessoais, só pensam em 'disputa de poder' e nas 'mamatinhas' que o poder lhes proporciona.

Por Daniel Braz


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