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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

DENÚNCIA! ONG anticorrupção diz sofrer "escalada de assédio" do governo Lula

Imagem: reprodução

A Transparência Internacional, organização sem fins lucrativos que atua no combate à corrupção, afirmou que sua unidade no Brasil enfrenta uma “escalada de assédio” por parte de membros do governo Lula. Segundo a ONG, declarações públicas tentam deslegitimar seu trabalho por meio de acusações sem comprovação e alegações de motivação política. A manifestação foi divulgada pelo secretariado global da organização, sediado em Berlim.

Em nota, a entidade diz que “seu capítulo brasileiro está enfrentando uma escalada de assédio vinda de membros do governo brasileiro”, apesar de o próprio governo defender publicamente o papel das organizações da sociedade civil na formulação de políticas públicas, na governança democrática e na prevenção da corrupção, especialmente em programas de grande volume de investimentos públicos.

A ONG afirma que o braço brasileiro participa de iniciativas governamentais e atua em debates sobre políticas públicas e mecanismos de controle, com recomendações baseadas em evidências e foco no fortalecimento institucional e na proteção de recursos públicos.

Pedido de independência

O presidente do Conselho Global da Transparência Internacional, François Valérian, manifestou apoio à unidade brasileira e pediu que o governo cesse o que a entidade classifica como assédio, defendendo que organizações da sociedade civil exerçam análise independente sem retaliações.

A nota menciona ainda declaração recente de um integrante do governo segundo a qual a Transparência Internacional – Brasil estaria sob investigação da Polícia Federal. De acordo com a organização, “não há registros públicos dessa investigação, e a Transparência Internacional – Brasil não foi formalmente notificada nem recebeu documentação oficial”. Diante disso, a entidade informa ter enviado cartas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, e a outros ministros solicitando esclarecimentos.

O texto cita também que, em outubro, a Transparência Internacional já havia reagido a ataques após autoridades do alto escalão do Judiciário brasileiro repetirem publicamente alegações que a organização classifica como infundadas sobre seu financiamento e suas atividades.

Por Paulo Cappelli


Fonte: metropolis

ALGO DE PODRE NO AR! Filho de PGJ-MA pede exoneração da Câmara Municipal de São Luís após saída de promotores do GAECO

Imagem: reprodução


Quando nos perguntamos, "POR QUE 'PAULO VICTOR' AINDA NÃO ESTÁ PRESO?", E, nos deparamos com o maior terremoto entre ações e decisões que envolveram, promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), após o pedido de exoneração dos promotores, motivado por divergências em relação ao parecer da Procuradoria-Geral de Justiça favorável à soltura dos investigados da Operação Tântalo II, que apura o desvio de mais de R$ 56 milhões dos cofres públicos de Turilândia, flagramos uma, 'peculiaridade', no mínimo, intrigante.

Vejam que situação completamente absurda e, "surreal". O filho do PGJ-MA, Danilo José de Castro Ferreira, o advogado, 'Danilo José de Castro Ferreira Filho', pediu exoneração do cargo comissionado de procurador adjunto da Câmara Municipal de São Luís, cargo que ocupava desde 2023, primeiro ano, do primeiro mandato de presidente da CMSL, exercido por Paulo Victor, para o biênio 2023-2024.


O ato foi publicado no Diário Oficial do Município da última sexta-feira, 09.01.26.
A exoneração, conforme consta, aconteceu à pedido - imagem: reprodução


Más o que uma coisa tem a ver com a outra? 

É no mínimo imoral, que o filho do PGJ-MA legitimado para conduzir o MPE-MA, esteja ocupando cargo na casa, onde o presidente, está sob investigação do órgão presidido pelo pai.

Trata-se aqui, em ambos os casos, de "corrupção", no caso de Turilândia, envolve formação de OCRIM, desvio de recurso público e lavagem de dinheiro. No caso do apadrinhamento do filho do PGJ-MA, SUPOSTA 'prevaricação' por parte de alguém que é investigado, um chefe de poder, cuja investigação ocorre através do órgão conduzido pelo PGJ, Logo, o Sr. Paulo Victor, promoveu supostas vantagens para si e para um terceiro, tendo em vista que empregava o filho do PGJ, que conduz o órgão que, 'faz de conta', que o investiga, e o acusa na justiça, já tendo inclusive, pedido a sua prisão. Sendo que o próprio Paulo Victor, já confessou 'crime de corrupção passiva', quando discursou em tribuna, que cedeu a chantagem de um 'outro promotor do MP-MA', quando disse empregar dois indicados deste promotor, para cargos em seu gabinete.


Paulo Victor e PGJ-MA, Danilo Ferreira - Imagem: reprodução


Chegamos ao ponto em que a promiscuidade entre membros da justiça maranhense e políticos implicados em denúncias de corrupção, está fora de controle e sem o devido discernimento entre o que é certo ou errado, moral e imoral, descente ou indecente.

Paulo Victor tem um extenso histórico de investigaçõesapuraçõesacusações que envolvem; supostos crimes de corrupção em todos os órgãos de justiça do Estado (MP, TCE, TJ e até STJ) e todos eles indicaram, supostos indícios de corrupção, enriquecimento ilícito e até mesmo formação de OCRIM, mas não sabemos o porquê, das investigações, apurações e acusações, não avançarem, e o mais intrigante, chegam até o TJ-MA, e são simplesmente engavetadas. As alegações para tal ato, são sempre as mesmas, erros  pontuais e de procedimentos do MP, perda de prazos e até provas invalidadas.

Um dos mais intrigantes, dentre os atos investigados pelo MP-MA, foi o sumiço de cerca de mais de R$ 7.000.000,00 (sete milhões de reais), do INSS e da Previdência dos funcionários da CMSL, ao IPAM (Instituto de Previdência e Assistência do Município), em 2025, evidenciando, ato de 'IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA', e o que faz o MP? Simplesmente o convidou a regularizar os depósitos não feitos, na época, ele, PV, propôs repor a dinheirama, com parte da verba de gabinete dos vereadores (AMPLAMENTE NOTICIADO). Quanto aos milhões não depositados? Ninguém sabe explicar, aonde foi parar...

Talvez, promiscuidades flagrantes como esta, 'que está no ar', ajude a explicar!

Por Daniel Braz

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sábado, 3 de janeiro de 2026

CENSURA EM ESCALADA NO MARANHÃO! TJ-MA ordena a retirada de 6 matérias jornalísticas envolvendo Felipe Camarão e PMs em esquema milionário

Imagem: reprodução - composição

Decisões judiciais determinaram a retirada do ar de seis publicações que tratavam de investigações sobre suspeita de corrupção passiva envolvendo policiais militares do Maranhão e o vice-governador Felipe Camarão (PT)

As ordens, expedidas em menos de dois meses, atingiram conteúdos do perfil Jornal Maranhense, no Instagram, e do blog do jornalista Luís Pablo, por determinação de um juiz de primeira instância e do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, José de Ribamar Froz Sobrinho, em caráter de urgência e sem ouvir previamente os comunicadores.

As reportagens removidas abordavam investigações que apuram movimentações financeiras consideradas atípicas de policiais ligados à segurança do vice-governador. Apesar de as decisões apontarem ausência de comprovação, registros oficiais do Judiciário indicam a existência de procedimentos em andamento no TJ-MA e no STJ. 

As medidas geraram críticas por possível censura prévia, tema sobre o qual o Supremo Tribunal Federal possui entendimento contrário, defendendo a responsabilização apenas após a publicação.

Fonte: OINFORMANTE


COMENTÁRIO

Froes Sobrinho, faz do ato, a rotina de um desembargador do TJ-MA, concedeu uma liminar, em plantão de Natal, censurando não um, mas 6 blogs de jornalistas maranhenses, que em seus legítimos atos profissionais de informar a população, foram 'cerceados' de seus direitos e obrigações profissionais de exercer a liberdade de imprensa.

Vivemos tempos obscuros no Maranhão, em que jornalistas, munidos de fontes, documentos e fatos estão sendo silenciados nos porões do judiciário maranhense.

Já é hora do CNJ intervir no TJ-MA, recentemente a Polícia Federal, deflagrou a OPERAÇÃO 18 MINUTOS, que desarticulou uma quadrilha de juízes e desembargadores decanos que na audácia de se acharem acima da lei, e da Constituição, tomaram decisões que sangraram os cofres do Banco do Brasil e do Banco do Nordeste, obrigando as instituições a pagarem valores exorbitantes a advogados e escritórios de advocacia do Maranhão, para posteriormente, distribuírem valores a políticos, juízes e desembargadores do TJ-MA.

Vivemos hoje no Brasil uma 'ditadura da toga', onde juízes em vários estados brasileiros, vendem sentenças, embolsam penduricalhos, determinam os próprios proventos acima do teto constitucional e emitem decisões que rasgam a Constituição Federal.

A Suprema Corte do país está envolta em um escândalo financeiro envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal, que recebem benesses de um banqueiro bandido, envolvido com o PCC e com fraudes bilionárias ao sistema financeiro do país, beneficiando escritórios de advocacia ligados a parentes de ministros e políticos do alto escalão.

Não podemos mais aceitar tais aberrações, temos que mostrar nossa indignação contra tantos infortúnios que consomem a república com tamanhos escárnios de corrupção e promiscuidades envolvendo políticos corruptos, membros do judiciário e agora até com meliantes do crime organizado.

Que Felipe Camarão é um covarde, isso já ficou provado no caso dos PRINTS, quando judicializou toda a situação, ao invés de se desculpar publicamente, que é um traidor e conspirador, isso já ficou comprovado com a tentativa de derrubar Brandão para assumir a cadeira dos Leões, juntamente com seu grupo esquerdista que definha no capital eleitoral e não demonstra indícios de que irão se reeleger em 2026, isso já sabemos, que é um incoerente e imaturo emocional, já se constatou com suas declarações estapafúrdias (já vai tarde el cabron!) como petista empanado, mas que também estaria envolvido em 'CORRUPÇÃO', isso ainda não havíamos constatado.

A investigação, sobre o esquema de lavagem de dinheiro, que está sob sigilo de justiça, e que envolve o nome do vice-governador e assessores dele, indica movimentações de mais de R$ 10.000.000,00 (DEZ MILÕES DE REAIS), em um intervalo de um ano e meio, o caso está sendo investigado pelo TJ-MA, e, sabe-se que já foi pedido a quebra do sigilo bancário dos envolvidos, segundo reportaram, os 6 Blogs jornalísticos, que foram censurados pelo TJ-MA, na figura de seu presidente, por decisão liminar de plantão, na véspera de Natal, tais fatos trazem grande preocupação ao vice-governador, pois virou hábito pedir a censura de blogs jornalísticos no estado. "Onde há fumaça, há fogo!"

Não há nada mais arbitrário do que o que esta ocorrendo hoje no Maranhão, e sendo perpetrado, na figura da mais alta autoridade do TJ-MA, seu presidente, em favor de um agente político, que apresenta um patrimônio pessoal, no mínimo, suspeito e duvidoso de sua lisura.

O mais estranho é a falta de solidariedade da classe jornalística do estado, com o caso, que salvo exceções, de alguns Blogs, não deram 'um piu' contra a decisão escandalosa dada pelo TJ-MA neste final de 2025.

Fica mais um chamado, ao CNJ, para que volte os olhos, para as decisões TERATOLÓGICAS que vem sendo tomadas pela corte maranhense em favor de grandes empresas e determinados agentes políticos.


A CENSUA A BLOGS É ILEGAL NO BRASIL


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sábado, 20 de dezembro de 2025

DEU RUIM PRA MARAGATUNO! PF suspeita que senador Weverton seja sócio oculto do Careca do INSS

Imagem: gerada por IA

Parlamentar do PDT do Maranhão foi alvo da Operação Sem Desconto na manhã de quinta-feira (18)

A investigação da Polícia Federal sobre o roubo de bilhões de reais no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aponta para a suspeita de que o senador Weverton Rocha (PDT-MA), vice-líder do governo Lula no Senado, seja sócio oculto de Antonio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, tido como principal operador do esquema criminoso baseado em descontos indevidos nos contracheques de aposentados e pensionistas.

Um dos indícios é uma planilha apreendida ainda na primeira fase da Operação Sem Desconto, em 23 de abril, no celular de Alexandre Caetano, contador de empresas do Careca do INSS preso na manhã de quinta-feira (18), na nova fase da Operação Sem Desconto. A planilha lista diversas empresas sob o título “Grupo Senador Weverton”. Para a PF, trata-se de uma peça relevante para mapear a estrutura financeira associada ao esquema.

Em relatório da PF citado pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), Weverton é descrito “como liderança e sustentáculo das atividades empresariais e financeiras de Antonio Camilo”. Os investigadores sustentam que “o enriquecimento de Antônio, portanto, foi viabilizado por suporte político”. 

“O Senador Weverton teria, segundo a peça de representação da Polícia Federal, atuado como beneficiário final (‘sócio oculto’) de operações financeiras estruturadas pela organização criminosa, recebendo recursos ou benefícios por meio de interpostas pessoas, alguns seus assessores parlamentares”, escreveu o ministro Mendonça em sua decisão.

E a participação pode ser ainda maior: o ministro Mendonça registrou que a PF alega que Weverton tem “posição de liderança política e possível posto de comando dentro da organização criminosa estruturada por Antonio Carlos Camilo Antunes”.

A planilha “Grupo senador Weverton” reforça as suspeitas da PF. Ela foi localizada em conversas entre os contatos Alexandre Caetano e Rubens Oliveira Costa, ambos funcionários de Antônio, ainda no ano de 2023, um arquivo em formato Excel.

Na nova fase da operação, a PF chegou a pedir a prisão de Weverton, mas o ministro André Mendonça acompanhou a posição da Procuradoria-Geral da República e rejeitou a medida, autorizando apenas busca e apreensão em endereços do parlamentar.

Em nota a imprensa, o parlamentar disse que “recebeu com surpresa a busca na sua residência” e que “se coloca à disposição  para esclarecer quaisquer dúvidas assim que tiver acesso integral a decisão”. A Piauí perguntou à sua assessoria de imprensa se ele é sócio do Careca do INSS. “Não é”, respondeu a assessora.

Weverton, apesar de filiado a um partido com tradição de centro-esquerda, é um dos principais expoentes do Centrão. Já foi citado em diversos escândalos, mas nunca havia sido alvo de buscas desde que chegou ao Senado, em 2019. É um dos motivos pelos quais era um nome considerado “blindado” em Brasília, cercado por uma forte rede de proteção.

O arquivo “Grupo Senador Weverton” lista ao menos onze empresas, muitas delas registradas como sociedades de propósito específico (SPE), com nomes semelhantes e atuação ligada aos setores de incorporação, construção e serviços empresariais. Entre elas estão GM Gestão de Documentos Empresariais Ltda, Diligence Construtora e Incorporadora SPE Ltda, Blueprint Brasília Incorporadora SPE Ltda e Seacoast Brasília Incorporadora SPE Ltda.

Na planilha que menciona Weverton, conforme a piauí apurou com fontes ligadas ao caso, são mencionadas duas associações: a União Nacional de Auxílio aos Servidores Públicos (Unaspub) e a Associação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas da Nação (Abapen). Também são listadas empresas, que foram divididas em duas categorias: “empresas administrativas por Antonio Camilo” e “empresas em sociedade com Antonio Camilo”. 

A nova fase da Operação Sem Desconto inclui ainda dezesseis mandados de prisão. Entre os alvos está o número 2 do Ministério da Previdência Social, Adroaldo Portal, que já foi chefe de gabinete de Weverton. Além dele, foram presos o contador Alexandre Caetano, Romeu Antunes Carvalho, que é filho do Careca do INSS, e Eric Fidelis, filho de André Fidelis, um dos burocratas investigados sob suspeita de envolvimento nas engrenagens do esquema – além de 52 mandados de busca e apreensão.



A decisão do ministro André Mendonça cita registros em planilhas de controle de “pagamento de propina” apreendidas na casa do líder da organização, Antonio Camilo, que beneficiaram pessoas ligadas diretamente ao Senador. Gustavo Gaspar (“Gasparzinho”), ex-assessor e considerado “braço direito” de Weverton, aparece associado a um pagamento de 100 mil reais. Adroaldo aparece ligado a um pagamento de 50 mil reais. Há também registros de depósitos em espécie feitos pelo filho de Adroaldo (que também trabalha no gabinete de Weverton) na conta do pai.

Outro ponto sensível da investigação é a apuração sobre ocultação e dilapidação patrimonial. A Polícia Federal analisa movimentações financeiras envolvendo empresas listadas na planilha apreendida. 

Diante da suspeita de que parte dos valores foi recebida em espécie, ainda não há uma estimativa sólida do montante. Levantamentos preliminares, que constam dos autos sob sigilo, indicam que empresas relacionadas ao grupo realizaram saques que somam cerca de 200 milhões de reais.



Em coletiva de imprensa na quinta-feira, o presidente Lula comentou a nova fase da operação Sem Desconto. Questionado sobre relatos apresentados na CPI do INSS que apontam uma possível parceria comercial entre o Careca do INSS e seu filho Fábio, Lula afirmou que não interfere nas apurações. “Se tiver filho meu metido nisso, ele será investigado”, disse o presidente, acrescentando que a investigação é conduzida pela Polícia Federal e que parte dos dados está sob sigilo. “Estou muito leve com relação a essas apurações. Não sei quem foi (alvo) hoje. Quem estiver envolvido vai pagar o preço de estar envolvido com isso”, disse o presidente.

Fonte: Piauí

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Fraude no INSS: senador Weverton Rocha 

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Filho do Careca do INSS, Romeu Antunes, 

é preso pela PF na investigação sobre 

fraude | Serapião





sábado, 13 de dezembro de 2025

DESMORALIZAÇÃO DO STF! Para Vieira, prisão de ministros do Judiciário está próxima

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Vieira fez críticas ao voo de Toffoli com advogado do caso Master e ao escritório da família de Moraes

Durante sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado na última terça-feira (9), o relator do colegiado, Alessandro Vieira (MDB-SE), previu que o Brasil está prestes a presenciar a prisão de ministros de tribunais superiores. Segundo o parlamentar, o país tem registro de diversas autoridades detidas, mas não de magistrados de alta cúpula que se corrompem.

– Este é um país que já teve presidente preso, já teve ministro preso, senador preso, deputado preso, governador preso, prefeito, vereador, mas ainda não teve ministro de tribunais superiores. Me parece que esse momento se avizinha – declarou Vieira, na sessão que contou com a presença do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) e hoje ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.

Na ocasião, Vieira criticou ministros que “acham normal” e parte do “cotidiano” pegar carona em jatinhos bancados pelo crime organizado. A fala é uma alusão ao ministro Dias Toffoli, do STF, que voou junto do advogado Augusto Arruda Botelho, que atua no caso do Banco Master, tema do qual o ministro se tornou relator na Suprema Corte.


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O cara sabe que é crime organizado, entra no jatinho, vai para uma viagem paga pelo crime organizado, acessa um evento de luxo pago pelo crime organizado, se hospeda, come, bebe, pago pelo crime organizado, e retorna a Brasília para julgar na nossa Corte Superior – apontou.



No fim da audiência, Vieira foi ainda mais explícito e citou diretamente Dias Toffoli, bem como a esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci.


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– Eu tenho o meu hábito de dar o nome às coisas. O escândalo que é o ministro Dias Toffoli viajar num jatinho para um compromisso particular junto com o advogado do Banco Master e despachar em favor do pedido do advogado. Era o escândalo do momento, mas já mudou. O escândalo do momento agora é o suposto contrato subscrito entre o Banco Master e o escritório da esposa e dos filhos do ministro Alexandre de Moraes no valor de R$ 129 milhões para uma atuação de três anos – pontuou.


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Vieira frisou que o crime organizado não se limita ao “preto pobre armado na favela” e que isso é apenas “o sintoma” de algo mais profundo. De acordo com o senador, o crime organizado é “aquilo que a gente vê em Brasília infiltrado em gabinetes, escritórios e várias atuações”, havendo um “ponto de infiltração muito claro e estabelecidos em relação aos Poderes brasileiros”.

Fonte: pleno.news


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O COMPADRE DO AMIGO DO PAI DO DELATOR! Senador compra fazenda de R$ 15 milhões e multiplica patrimônio

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Senador Weverton construiu pista de pouso ao lado de fazenda de R$ 15 milhões no Maranhão

Vice-líder do governo Lula e relator da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Weverton Rocha (PDT-MA) comprou uma fazenda em Matões do Norte, município no interior do Maranhão, cujo valor é mais do que o triplo declarado por ele nas eleições de 2022.

A fazenda, de R$ 15 milhões, é cortada por um igarapé, tem um casarão de dois andares e área equivalente a 2 mil campos de futebol. Ao lado do imóvel, o senador logo construiu uma pista de pouso (no papel, Weverton não é dono de aeronaves, mas utiliza jatinhos com frequência no estado do Maranhão. Um deles pertence a um representante do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, conforme revelou a coluna).


Imagem: reprodução

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A coluna teve acesso à escritura que registra a compra e venda de uma parte da fazenda, no valor de R$ 7 milhões, em setembro de 2024. A área negociada é de 837 hectares. A compra foi realizada pela DJ Agropecuária, Comércio e Prestação de Serviços Ltda, que pertence ao senador. O documento diz ainda que a quitação ocorreu por meio de transferência bancária. Só de ITBI, imposto pago na transmissão de bens imóveis, Weverton pagou mais R$ 140 mil.

O restante da fazenda será escriturada conforme os pagamentos forem realizados.


Imagem: reprodução

Nas eleições de 2022, quando disputou o governo do Maranhão, Weverton declarou ter um patrimônio de R$ 4,2 milhões, incluindo R$ 500 mil em espécie. A fazenda, portanto, custou 257% a mais que todos os bens do político.

Em nota, Weverton afirmou que “todas as minhas atividades econômicas e empresariais estão, e estarão, devidamente declaradas nas minhas declarações anuais de renda ou das empresas das quais faço parte, dentro da lógica financeira e legalidade fiscal”.

Em abril deste ano, sete meses depois de concluir a compra de uma parte da fazenda, o senador adquiriu novo bem: um apartamento de R$ 1,2 milhão no Jardim Paulista, bairro nobre de São Paulo. O imóvel tem área de 250 metros quadrados e foi comprado em três parcelas, sendo uma inicial de R$ 300 mil e outras duas de R$ 450 mil, de acordo com a escritura.

Como senador, Weverton tem salário de R$ 46.366,19 brutos, o equivalente a R$ 29.170,24 líquidos.

Administrador de empresa de senador foi contador do Careca do INSS

A DJ Agropecuária Comércio e Prestação de Serviços Ltda tem capital social de R$ 10 mil, sendo 20% em nome do Weverton e 80% em nome da Rocha Holding Patrimonial Ltda, uma holding familiar do senador.

No papel, a DJ Agropecuária é administrada por Rodrigo Martins Correa, de 40 anos, contador que também era responsável pelas empresas do Careca do INSS. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo Metrópoles.

Rodrigo Correa também é um dos donos da Voga, firma suspeita de operar empresas usadas para lavar dinheiro da Farra do INSS.

Valor da fazenda é maior do que orçamento de saúde do município

Matões do Norte, onde fica a fazenda de Weverton, é a quarta cidade mais pobre do país, considerando o Produto Interno Bruto (PIB) per capita do município, de R$ 5.737,04. Tem cerca de 18 mil habitantes e fica no interior do Maranhão, a 147 km de São Luís.

O valor da fazenda de Weverton é maior do que todo o orçamento gasto por Matões do Norte com saúde ao longo de 2024. No ano passado, o município gastou R$ 13,8 milhões com o setor, segundo dados do Tesouro Nacional.

Fonte: metropolis


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