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sábado, 26 de setembro de 2026

EUA: Sanders apresenta projeto para frear superinteligência artificial e criar agência de IA

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Proposta define a superIA como um sistema que exceda a capacidade cognitiva humana

Dois importantes parlamentares progressistas, o senador Bernie Sanders e o deputado Greg Casar, apresentam nesta quarta-feira uma proposta de lei que proibiria a superinteligência artificial e criaria uma agência federal para supervisionar sistemas avançados de Inteligência Artificial (IA), em um momento em que alguns dos próprios líderes do setor pressionam o Congresso a impor salvaguardas à tecnologia em rápido avanço.

O projeto, obtido primeiro pela Associated Press, também suspenderia temporariamente o desenvolvimento de IA avançada até que diretrizes sejam implementadas, ao mesmo tempo em que criaria o Departamento de Inteligência Artificial. Vários funcionários de grandes empresas de IA manifestaram apoio à proposta.

“Não é preciso ser um gênio para dizer: ‘desacelerem isso'”, afirmou Sanders, independente por Vermont, em entrevista à AP. “Nós realmente queremos desenvolver uma superinteligência que, quando se tornar mais inteligente do que os seres humanos, possa agir independentemente do controle humano? Eu não acho que queremos.”

Até agora, o Congresso fez pouco para conter a indústria de IA, apesar de alguns de seus líderes mais proeminentes alertarem para riscos potencialmente catastróficos. O presidente Donald Trump tem resistido a recentes pedidos por maior supervisão governamental, ficando em desacordo com líderes de tecnologia como Dario Amodei, da Anthropic, Sam Altman, da OpenAI, e Elon Musk, da xAI.

A proposta proibiria permanentemente a superinteligência artificial, definida como um sistema que exceda a capacidade cognitiva humana ou tenha capacidades suficientes para planejar e executar a destruição ou a perda de poder da humanidade.

O texto suspenderia temporariamente o desenvolvimento dos sistemas de IA mais avançados até que novas regras federais de segurança fossem estabelecidas por um novo Departamento de Inteligência Artificial. Depois disso, sistemas avançados de IA precisariam de aprovação federal antes de serem implementados. Violações poderiam resultar em penalidades significativas, incluindo, em alguns casos, até 20 anos de prisão.

Diversos funcionários atuais de empresas de IA e especialistas assinaram uma manifestação de apoio ao projeto, segundo comunicado compartilhado com a AP.

Juan Felipe Cerón Uribe, pesquisador da área de Safety Systems da OpenAI, afirmou em declaração de apoio à proposta que “a superinteligência pode dar extremamente certo ou extremamente errado” e que “não deveríamos estar brincando com esse tipo de risco”.

Swante Scholz, engenheiro de software do Google DeepMind que afirmou não estar falando em nome de seu empregador, disse que, mantida a atual trajetória de desenvolvimento, o “resultado mais provável é uma catástrofe existencial para a humanidade”.

“Uma proibição ao desenvolvimento da superinteligência seria uma mudança positiva no futuro previsível”, afirmou Scholz.

Projeto enfrenta forte resistência, mas marca posição em debate crescente

A proposta de Sanders e Casar enfrenta poucas chances de aprovação no Congresso controlado pelos republicanos, onde parlamentares têm tido dificuldade para chegar a consenso até mesmo sobre regulações de IA menos abrangentes.

Ainda assim, o texto oferece uma visão de como a ala progressista do Partido Democrata está abordando a regulação da IA antes das eleições legislativas de novembro e de uma campanha presidencial de 2028 na qual se espera que a tecnologia tenha papel cada vez mais relevante. Casar, democrata do Texas, preside o Congressional Progressive Caucus.

Possíveis candidatos presidenciais em 2028 se apressaram nas últimas semanas para divulgar propostas que demonstrem atenção ao tema. O governador democrata de Maryland, Wes Moore, anunciou na terça-feira um plano para regulamentar a IA, enquanto o governador democrata da Califórnia, Gavin Newsom, assinou na semana passada uma ordem executiva para acelerar a implementação de uma lei estadual que prevê supervisão independente de empresas de IA.

Sanders, que disputou duas vezes a indicação presidencial e tem hoje 85 anos, tem dedicado atenção especial ao tema nos últimos meses. Em junho, apresentou um projeto para criar um fundo soberano financiado por meio de um imposto único sobre ações das maiores empresas de IA. Na semana passada, promoveu uma reunião com colegas e especialistas sobre o assunto e também participou de uma conferência dedicada ao tema ao lado de republicanos, incluindo o ex-assessor da Casa Branca Steve Bannon.

O debate sobre a regulação da IA tem embaralhado alianças políticas tanto em Washington quanto entre eleitores de todo o país.

Os americanos se tornaram mais preocupados com os impactos ambientais da inteligência artificial ao longo do último ano, segundo pesquisa recente do Associated Press-NORC Center for Public Affairs Research e do Energy Policy Institute da Universidade de Chicago.

Os dados mostram que cerca de metade dos americanos, 53%, está “extremamente” ou “muito” preocupada com os impactos ambientais da inteligência artificial, ante 41% no ano passado. Democratas respondem por grande parte desse aumento da preocupação ambiental, mas a pesquisa também revela inquietações mais amplas com o impacto local dos data centers, que sustentam a IA e a computação em nuvem.

Trump demonstra pouco interesse em conter os riscos da IA

Embora alguns líderes do setor tenham defendido novas salvaguardas, Trump tem seguido na direção oposta. Na terça-feira, Trump disse à Assembleia Geral das Nações Unidas que a IA passará a ser chamada de “superinteligência”.

“Eu acho que Trump entende muito pouco do que está em jogo nessa questão”, afirmou Sanders. “Acho que ele está preocupado principalmente com as implicações econômicas de uma desaceleração.”

A segurança da IA ocupou papel central nas conversas entre Trump e o presidente da China, Xi Jinping, na Casa Branca nesta semana, em meio à disputa entre os dois países pela liderança no setor. A possibilidade de desacelerar o desenvolvimento nos Estados Unidos enquanto a China continua avançando também tem sido um dos principais argumentos contra restrições abrangentes.

Sanders argumentou que evitar as formas mais perigosas de IA exigiria, em última instância, cooperação entre os dois países, comparando o desafio ao controle de armas nucleares durante a Guerra Fria.

“Ronald Reagan, um ultraconservador, foi inteligente o suficiente para entender que precisava sentar-se com Gorbachev, um comunista, e elaborar um tratado nuclear que protegesse a humanidade”, afirmou Sanders. “Acho que podemos fazer isso novamente agora.” Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Fonte: Estadão Conteúdo 


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terça-feira, 11 de agosto de 2026

Falsos anúncios sobre Desenrola Brasil enganam usuários nas redes

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Levantamento encontrou mais de 500 anúncios em dois meses e meio


Em apenas dois meses e meio, 544 falsos anúncios sobre o programa Desenrola Brasil, do governo federal, foram veiculados em redes sociais, para praticar golpes contra seus usuários. A constatação é de um levantamento do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais (Netlab), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O estudo foi feito com as redes sociais mantidas pela empresa Meta (Instagram, Facebook, WhatsApp, Threads e Messenger) além da Audience Network, através da qual, segundo os pesquisadores, a empresa veicula anúncios em aplicativos de terceiros.

Os pesquisadores analisaram essas plataformas entre 1º de abril e 14 de junho deste ano e revelaram que as fraudes foram feitas por 48 páginas diferentes. A maioria delas (34) usou o nome oficial do programa (Desenrola Brasil) para publicar 278 anúncios e enganar os usuários.

Outras 15 páginas usavam um programa governamental inexistente, que foi chamado de Libera Brasil, para publicar 264 anúncios. Uma das páginas misturava os dois nomes para praticar sua fraude.

O Desenrola Brasil foi um programa criado em 2023 com o objetivo de facilitar a renegociação de dívidas pelos consumidores. Em maio deste ano, o governo lançou uma segunda versão do programa.

Segundo o Netlab, os golpes que usam anúncios falsos sobre o programa começaram logo que a primeira versão foi lançada, em 2023. Em julho daquele ano, de acordo com o grupo de pesquisa, o Ministério da Justiça determinou a retirada dos anúncios do ar e uma medida cautelar foi determinada, o que resultou em uma multa de R$ 9,3 milhões contra a Meta.

Os anúncios continuaram neste ano e, em maio, ganharam força, depois do lançamento da segunda versão do Desenrola Brasil, de acordo com o Netlab.

Os pesquisadores constataram que a maioria dos anúncios (72%) faz uso indevido do nome e da imagem do governo e/ou de marcas privadas como sites de notícias e bancos. Além disso, 19,1% deles promovem links que se passam por canais oficiais do governo e 38,1% apresentam conteúdo gerado por Inteligência Artificial.

“As pessoas não sabem que tantos anúncios fraudulentos estão circulando nas redes sociais sem nenhum tipo de fiscalização, de filtro ou de sistema de segurança. Então, isso torna cada vez mais perigoso, porque as pessoas veem anúncios legítimos e ilegítimos numa mesma plataforma, misturados. Para o usuário, é muito difícil diferenciar e, claro, isso torna as pessoas cada vez mais vulneráveis”, explica a diretora do Netlab, Marie Santini.

Ao atrair os usuários das redes sociais para seus sites fraudulentos, os golpistas coletam dados sigilosos e pessoais além de direcionar a vítima para conversas de WhatsApp, onde outras etapas do golpe são conduzidas. O estudo destaca que os anunciantes golpistas usam estratégias de manipulação comuns a esse tipo de anúncios fraudulentos relacionados a políticas públicas, como promessas de soluções financeiras irreais e falsa urgência para induzir cliques.

Marie Santini defende que as plataformas digitais deveriam ter sistemas de controles que verificassem a legitimidade dos anunciantes e analisassem os próprios conteúdos dos anúncios.

“É obrigação daquele que presta o serviço garantir segurança e qualidade para o consumidor. E o que as autoridades públicas deveriam fazer para impedir esse tipo de crime? As autoridades precisam punir as plataformas”, afirma.

Meta

Por meio de nota, a Meta informou que o combate a fraudes e golpes online é uma prioridade.

“Estamos intensificando nossos esforços utilizando tecnologia de inteligência artificial, modelos de linguagem de grande escala (LLMs) e reconhecimento facial para detecção e remoção de conteúdos, aplicando políticas rigorosas e oferecendo ferramentas de segurança e alertas”.

De acordo com a Meta, as denúncias de usuários sobre anúncios de golpes caíram mais de 50% entre meados de 2024 e final de 2025.

“Em 2025, removemos mais de 159 milhões de anúncios fraudulentos por violarem nossas políticas, sendo 92% deles antes de serem denunciados, e também desativamos 10,9 milhões de contas no Facebook e Instagram associadas a centros de aplicação de golpes de criminosos”.

A Meta conclui que não permite atividades fraudulentas ou que violem os Padrões da Comunidade ou de Publicidade. “Usamos uma combinação de tecnologia e revisão humana para identificar e remover conteúdos violadores, o que temos feito em relação ao Desenrola Brasil. A Meta reforça ainda que coopera e responde a requisições das autoridades brasileiras nos termos da legislação aplicável”.

Fonte: mercadoeconsumo / via Agência Brasil 


terça-feira, 28 de julho de 2026

O futuro do varejo: intenção, contexto e a era do retail performance

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O relacionamento no varejo nunca foi apenas comunicar, mas decidir como, quando e por que interferir na jornada do consumidor, pois o PDV deve ser considerado como um ambiente de escolha, onde a intenção se transforma em ação.

Durante muito tempo, porém, as empresas e marcas tentaram influenciar essa decisão à distância, com campanhas que criavam o desejo e promoções que, depois, aceleravam o processo, restando ao varejo confirmar algo já decidido.

Contudo, o comportamento do consumidor mudou drasticamente, o cliente não separa mais o mundo físico do digital e vive em um ambiente híbrido, pesquisando online e comprando na loja ou experimentando na loja e comprando online. Ele alterna canais com naturalidade, guiado pela conveniência. Porém, diversas pesquisas apontam que uma parte significativa das escolhas finais ainda acontece dentro do estabelecimento físico, diretamente diante da gôndola, no exato momento em que intenção e contexto se encontram.

Nesse cenário, a loja física ganha um novo papel estratégico, deixando de ser um mero ponto de transação para se transformar em um ambiente rico em experiência, dados e influência qualificada. Nesse ecossistema, o retail media se consolidou em mercados maduros, como o norte-americano, passando de uma iniciativa pontual de mídia para uma infraestrutura integrante do projeto estratégico, arquitetônico e da operação das lojas.

No entanto, existe um ponto fundamental que frequentemente é negligenciado pelo mercado: antes de monetizar sua audiência para a indústria, o varejista precisa utilizar sua própria estrutura digital para aprimorar a operação, com telas, dados e comunicação servindo, antes de tudo, para melhorar a experiência do shopper e aumentar a eficiência comercial da loja.

Quando a comunicação digital é estruturada como um projeto estratégico, e não como improviso, ela acompanha perfeitamente o percurso do cliente: mensagens institucionais posicionadas na entrada da loja, organização e destaque de categorias durante a jornada nos corredores, estímulos de impulso e reforço de marca para o momento do checkout.

Dessa forma, a dinâmica da comunicação muda profundamente, deixa de ser dispersa e passa a ser estritamente intencional no exato instante da decisão, com a marca deixando de disputar uma atenção abstrata e passa a disputar critérios práticos. É nesse momento que podemos substituir o questionamento de “como convencer?” e focar em “estou ajudando a decidir?”.

O impacto dessa presença estruturada no ponto de venda é altamente mensurável e foi refletido em um estudo realizado ao longo de 4 anos – que analisou quatro milhões de tickets em supermercados norte-americanos – , que identificou os reflexos reais da exposição dos consumidores a telas digitais. Segundo a pesquisa, a estratégia gerou 8% de crescimento médio nas vendas gerais, 16% de aumento nas vendas de marcas populares, 15% de crescimento em itens de pequenos prazeres – como snacks e chocolates -, e 20% de alcance positivo em produtos de lançamento.

Esses resultados, contudo, não decorrem da simples presença física de uma tela, pois envolvem uma combinação precisa entre local, conteúdo e contexto, na qual mensagens dinâmicas substituem com sucesso a sinalização estática e aumentam a atenção do shopper ao ativar áreas do cérebro ligadas à decisão emocional.

Ainda assim, a atenção é apenas o início ao levarmos em conta que, sem clareza, ela se transforma em distração. Experiência não significa excesso, significa coerência e, quando é excessiva, desconectada ou invasiva, gera ruído. Quando é pensada estrategicamente, reduz a fricção e constrói confiança no longo prazo.

Atualmente, a relação entre o varejo e a indústria ainda opera de forma fragmentada, onde o trade marketing negocia o espaço, a mídia vende a visibilidade, a indústria busca exposição e o varejo procura margem, com metas, métricas e horizontes diferentes que resultam em campanhas que não chegam à execução ou investimentos sem comprovação clara de impacto.

Para solucionar esse desalinhamento emerge a evolução do modelo da comunicação digital no PDV: o Retail Performance, que não se resume à simples soma de trade marketing e retail media mas, sim, à integração estrutural entre planejamento, comercialização, execução, mídia e dados em uma gestão contínua orientada a resultados.

Isolados, esses pilares produzem esforço, integrados geram performance e alinham os interesses de parceiros de negócios rumo ao crescimento sustentável com a aposta na tecnologia como intenção e transformação.

No ambiente de negócios atual, a clareza tornou-se um verdadeiro diferencial competitivo, pois o consumidor valoriza e busca marcas que explicam, orientam e facilitam a sua tomada de decisão.

Assim, o futuro do varejo pertence a uma comunicação mais responsável, que entende o contexto da jornada de consumo – como o dia da semana, o horário e o clima, entre outros -, respeita o tempo do consumidor e usa as ferramentas tecnológicas como aliadas estratégicas. Ou seja, o relacionamento real se baseia em intenções verdadeiras.

Fonte: mercadoeconsumo

quinta-feira, 4 de junho de 2026

“Alimentação saudável deixou de ser nicho”, diz Italac ao ampliar aposta em proteína e zero lactose

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Marca completa 30 anos com novos produtos ao mercado e se reposiciona em busca de consumidores que olham menos para preço

Aos 30 anos, a Italac vem ampliando sua aposta em categorias ligadas à proteína, digestibilidade e conveniência, em linha com uma tendência global de incorporar mais valor nutricional ao consumo diário. Em entrevista à Mercado&Consumo, Andréia Alvares, gerente de Marketing da companhia, afirma que o consumidor brasileiro passou a buscar produtos mais alinhados a bem-estar e funcionalidade, sem abrir mão de sabor e indulgência. “Alimentação saudável deixou de ser nicho, mas as pessoas ainda querem comer um docinho.”

Entre os lançamentos recentes da Italac (empresa familiar fundada na cidade de Corumbaíba, em Goiás), que marcam sua terceira década, estão o doce de leite zero açúcar, a manteiga zero lactose, novos itens da linha proteica Pro+Play (15g de proteína) e o leite A2, produto voltado à alta digestibilidade. Segundo Andréia, o leite A2 utiliza uma caseína diferente da convencional, proporcionando maior conforto digestivo para algumas pessoas. O produto, no entanto, não é indicado para pessoas com alergia à proteína do leite de vaca (APLV), já que continua contendo proteína do leite. “É um leite especial que passa mais fácil no trato digestivo”, afirma.

A companhia também acaba de anunciar uma colaboração inédita com a The Hershey Company, nos sabores cacau com cranberry e cacau com café. Já as bebidas lácteas serão nos sabores cookies n’ cream e caramelo salgado. “Esperamos 30 anos para essa parceria com uma companhia americana.” Outro destaque da estratégia é o lançamento de um leite proteico em embalagem individual, voltado ao consumo prático e ao aumento da demanda por conveniência e aporte nutricional ao longo do dia. A executiva afirmou que a inspiração veio de tendências observadas no hábito do consumidor.

Andréia destaca, ainda, que o avanço do digital e do omnichannel não elimina a importância do varejo físico e dos supermercados na jornada de compra. “A experiência do físico nunca vai deixar de existir”, afirma. Segundo ela, o ambiente digital amplia possibilidades de sortimento e relacionamento, mas complementa – e não substitui – a experiência presencial de consumo.

Com cerca de 180 produtos no portfólio, incluindo itens para o foodservice, e capacidade produtiva de aproximadamente 7,5 milhões de litros por dia, a Italac vem ampliando sua atuação para além do leite tradicional, avançando em categorias de maior valor agregado e conveniência. “A gente vem buscando o público mais fiel, menos preço e que esteja mais preocupado com a qualidade”, diz a executiva.

Por Bruna Lencioni


Fonte: mercadoeconsumo


sábado, 9 de maio de 2026

Com apelo de saudabilidade e praticidade, congelados ganham mais espaço no varejo

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Indústria reposiciona categoria para atender consumidor que busca refeições convenientes sem abrir mão da qualidade nutricional

A combinação entre saudabilidade e praticidade vem se consolidando como uma das principais tendências de consumo de alimentos no Brasil. Ao mesmo tempo em que precisa driblar a falta de tempo, o consumidor não quer mais fazer isso sacrificando a qualidade nutricional das refeições. Esse movimento tem levado a indústria a reposicionar a categoria de congelados no varejo como uma solução de conveniência com valor agregado.

A Grano Alimentos, que atua com marcas próprias para varejo e foodservice, aposta nessa mudança de comportamento do consumidor para impulsionar seus vegetais congelados no varejo. Para Thiago Terra, gerente-executivo de Estratégia Comercial e Trade Marketing da empresa, as rotinas intensas nas grandes cidades, o fato de as pessoas cozinharem cada vez menos e de os lares contarem com cozinhas menores tornam a conveniência uma necessidade central. “Ao mesmo tempo, a gente vê a quantidade de academias surgindo, o impacto — ainda não totalmente medido — das canetas emagrecedoras. Ou seja, o consumidor claramente está buscando alimentação e hábitos mais saudáveis”, diz.


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Os carros-chefe da Grano incluem brócolis, ervilha, seleta de legumes, mandioca e alho, entre outros produtos. O executivo afirma perceber aumento da demanda por congelados no varejo em todo o País, com base em relatos de quem atua na distribuição, em supermercados e atacadistas. “Categorias saudáveis estão crescendo, e categorias ligadas a carboidratos e açúcares estão menos fortes. Todos estão diminuindo o espaço dedicado a produtos menos saudáveis e aumentando aquele voltado aos mais saudáveis.”

Um dos desafios da marca é mostrar que os vegetais congelados mantêm qualidade e não levam conservantes, entregando desempenho semelhante ao fresco, mas com a conveniência exigida pelas rotinas urbanas intensas. Com essa missão, a empresa está presente nesta semana na Anuga, evento que reúne, em São Paulo, a indústria de alimentos e bebidas. Dentro do estande da PMG Atacadista, a Grano promove degustações e apresenta ações voltadas à ampliação da atuação no varejo e em atacarejos.

O movimento no varejo, no entanto, não se restringe aos vegetais congelados. O Grupo Trigo aposta no conceito de “comida de verdade” por meio de uma linha da marca Spoleto, uma das redes de foodservice controladas pela companhia. A proposta é levar ao varejo o mesmo produto servido nos restaurantes, como os raviólis de carne seca e ricota. Os itens já estão disponíveis em mais de 1.000 pontos de venda, seja com a marca Spoleto — como nas Lojas Swift e nos Supermercados Guanabara —, seja por meio de collabs, como a linha Qualiteto com a marca Qualitá, do GPA.

“O nosso consumidor é aquele que gosta de comer ‘comida de verdade’ e com praticidade, porque o nosso produto entrega exatamente isso”, afirma Luísa Ramiro, analista responsável pela operação de Varejo do Grupo Trigo. “É para quem quer comer bem sem ter que se esforçar ou fazer toda aquela sujeira na cozinha.”

Segundo ela, para garantir o padrão de qualidade, a empresa utiliza insumos frescos e ingredientes importados da Itália. A companhia também mantém uma cultura de “quase zero” conservantes e aditivos, mesmo que isso limite o shelf life dos produtos congelados — ou seja, o tempo de conservação e permanência dos itens aptos para consumo. Além das massas Spoleto, o Grupo Trigo leva à Anuga os produtos do Asa Açaí, marca adquirida recentemente e que vem ganhando espaço nas gôndolas da rede Zona Sul, no Rio de Janeiro.


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Os corredores da Anuga Brasil 2026 funcionam, de fato, como um termômetro dessa transição da indústria. As tendências de ready to eat e ready to drink (“pronto para comer” e “pronto para beber”) aparecem com força ao longo da feira, assim como a busca por saudabilidade. “Observa-se o destaque para produtos com proteína, creatina e aditivos funcionais que auxiliam no desempenho diário”, afirma Beni Piatetzky, diretor-geral da Koelnmesse Brasil, organizadora do evento, que neste ano reúne 550 expositores.

Para a indústria, ampliar a presença de produtos congelados no varejo também representa uma forma de capturar novas ocasiões de consumo e diluir melhor a estrutura produtiva. “A partir do momento em que você tem um investimento muito grande em uma marca, faz sentido aproveitar sua capilaridade e colocar essa marca no mercado”, diz Piatetzky.

Fonte: mercadoeconsumo


quinta-feira, 12 de março de 2026

Reforma tributária, escala 6×1 e RN-1 exigem uma nova mentalidade de gestão no varejo

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Nos últimos meses, três temas passaram a ocupar espaço constante nas reuniões de executivos do varejo: a reforma tributária, a revisão da escala 6×1 e novas regulamentações trabalhistas como a NR-1. Cada um deles traz impactos diferentes – fiscais, trabalhistas e operacionais –, mas todos têm algo em comum: exigem uma mudança de mentalidade na forma como os negócios são geridos no dia a dia.

Muitos varejistas têm reagido a essas transformações com preocupação. E é compreensível. Mudanças regulatórias costumam gerar insegurança, dúvidas jurídicas e, principalmente, impactos na operação. Mas há uma diferença importante entre empresas que sofrem com mudanças regulatórias e aquelas que usam essas mudanças como oportunidade para evoluir a gestão.

O ponto central não está apenas em entender a legislação. Está em revisar práticas, rotinas e hábitos de gestão que muitas vezes já estavam ultrapassados.

Para te ajudar a encarar a questão com mais leveza, direcionamento, propósito e pratricidade, listei algumas ações práticas que podem auxiliar o varejista a lidar melhor com esse novo cenário, adotando uma nova perspectiva e transformando o desafio em oportunidade. Vamos lá:á!

Transforme mudanças legais em agenda estratégica, não apenas jurídica

Um erro comum nas empresas é tratar temas como reforma tributária ou novas regras trabalhistas exclusivamente dentro do departamento jurídico ou contábil. No varejo, isso não funciona.

Essas mudanças impactam diretamente os indicadores e a gestão de vendas do negócio. Você vai precisar repensar todo o seu sistema de precificação e de markup, a avaliação de margem, as escalas de trabalho, a produtividade da loja, a jornada dos colaboradores e o planejamento operacional, só para mencionar algumas frentes.

Por isso, a primeira atitude gerencial importante é trazer esses temas para a mesa da liderança operacional. Uma prática simples e eficiente é criar um pequeno comitê interno de adaptação regulatória, envolvendo todas as áreas impactadas por esse processo, como as financeira, RH, operações, comercial e jurídica.

O objetivo não é discutir leis, mas responder perguntas práticas como:

  • Como isso muda nossa operação de loja?
  • O que precisa ser ajustado na rotina?
  • Que indicadores precisamos acompanhar?
  • Como vamos nos planejar para suprir impactos financeiros de forma prática, no dia a dia do negócio?

Quando a gestão assume protagonismo nesse debate, as decisões passam a ser mais rápidas e alinhadas com a realidade da operação. E é isso que vai te fazer ganhar o jogo.

Revisite a produtividade das equipes antes de discutir aumento de quadro

Mudanças na escala de trabalho, como as discussões sobre o modelo 6×1, costumam gerar preocupação imediata com o aumento de custos de pessoal. Mas, antes de partir para essa conclusão, existe uma pergunta essencial: a produtividade atual da loja está sendo bem utilizada?

Em muitos casos, o problema não é a escala, mas a forma como o tempo das equipes é usado. Algumas ações simples ajudam muito nesse diagnóstico:

  • Mapear horários de maior fluxo de clientes;
  • Ajustar escalas com base em dados de venda por hora;
  • Eliminar tarefas operacionais desnecessárias;
  • Redistribuir atividades entre equipe de vendas e suporte.

Muitas operações ainda funcionam com escalas definidas por hábito, e não por análise de demanda. Já passou da hora de abrir mão do “aqui sempre fizemos assim”. O que te trouxe até aqui não é o que vai te levar adiante. O mundo mudou e, com ele, mudaram as relações pessoais e no trabalho, os hábitos de consumo e a forma atender e entender o cliente. Quem já entendeu que inovar está em olhar os detalhes e pensar o que pode ser feito melhor, mais rápido e diferente vai sofrer menos no processo.

Quando a empresa passa a organizar as jornadas com base em dados reais de fluxo e conversão, os ganhos de produtividade compensam boa parte do impacto das mudanças trabalhistas.

Simplifique processos para reduzir pressão operacional

Mudanças regulatórias costumam aumentar a complexidade administrativa. Se a empresa não revisa  seus processos, há o risco é de a operação se tornar cada vez mais pesada.

Uma pergunta simples ajuda muito nesse momento: quais atividades da loja realmente geram valor para o cliente? Tudo o que não gera valor precisa ser revisto. Alguns exemplos práticos:

  • Digitalizar checklists operacionais;
  • Automatizar controles administrativos;
  • Reduzir relatórios que ninguém usa;
  • Centralizar tarefas burocráticas fora da loja.

Cada processo simplificado significa mais tempo para vender, atender e gerar resultado. Muitos procedimentos são mantidos por “apego emocional” ou por falta de questionamento sobre o que, de fato, seria mais produtivo.

O processo de transformação e implementação pode até levar um tempo considerado longo, mas a ideia é que, uma vez consolidado, gere aumento de produtividade. Se você não dedicar um tempo para resolver esse problema agora, ele irá se agravar e o preço a ser cobrado pode ser alto ou tarde demais. Não adie decisões que podem trazer aumento de performance, receita, produtividade e resultados. São pontos essenciais que não devem ser avaliados de forma isolada.

Em um cenário de novas exigências legais, a eficiência operacional deixa de ser apenas uma vantagem competitiva e passa a ser uma condição de sobrevivência.

Invista mais na formação dos líderes de loja

Outro impacto indireto dessas mudanças regulatórias está na responsabilidade gerencial dentro das lojas. Gerentes e supervisores passam a lidar com temas cada vez mais complexos, como gestão de jornada, compliance trabalhista, controle de indicadores de produtividade e organização da equipe.

Se esses líderes não estiverem preparados, a empresa corre o risco de enfrentar problemas operacionais, conflitos internos e até passivos trabalhistas. Por isso, um dos investimentos mais inteligentes neste momento é fortalecer a formação gerencial da linha de frente. Isso inclui desenvolver competências como gestão de indicadores, organização de escalas, liderança de equipes multigeracionais e tomada de decisões baseadas em dados.

Quando o líder de loja ganha maturidade de gestão, a implementação de qualquer mudança se torna muito mais fluida.

Fortaleça a cultura de adaptação contínua

O varejo sempre foi um setor de mudanças rápidas. Tecnologia, comportamento do consumidor e novos modelos de negócio já exigiam adaptação constante. Agora, as transformações regulatórias passam a fazer parte desse cenário de forma mais intensa.

Empresas que conseguem atravessar esses momentos com mais tranquilidade são aquelas que desenvolveram uma cultura baseada em três pilares:

  • Aprendizado contínuo;
  • Processos bem definidos;
  • Lideranças preparadas.

Negócios que operam apenas com base no improviso tendem a sofrer mais quando o ambiente externo muda. Já organizações com disciplina de gestão conseguem transformar mudanças em evolução.

O varejo sempre evolui na pressão

A história do varejo mostra algo curioso: muitas das evoluções mais importantes do setor surgiram justamente em momentos de pressão. Foi assim com a digitalização, com o omnichannel e com novas formas de gestão das lojas.

Agora, diante de mudanças como a reforma tributária, debates sobre jornada de trabalho e novas regulamentações, o setor tem novamente a oportunidade de revisar práticas antigas e construir operações mais eficientes.

Mais do que entender leis, o desafio está em aprimorar a forma de gerir pessoas, processos e resultados. E, no varejo, quem aprende a evoluir em meio às mudanças costuma sair mais forte do outro lado.

Por Roberta Andrade - diretora de Educação Corporativa e sócia da Friedman e da Gonow1.

Fonte: mercadoeconsumo


sábado, 21 de fevereiro de 2026

Stanley 1913 aposta em tulipa térmica para manter a cerveja gelada por até 4 horas

Imagem: reprodução / divulgação

A novidade marca a estreia do modelo tulipa bohemia no portfólio da marca no País

A Stanley 1913 ampliou seu portfólio no Brasil com o lançamento da tulipa térmica, produto inspirado no formato tradicional dos copos usados para cervejas artesanais. A novidade marca a estreia do modelo tulipa bohemia no portfólio da marca no País.

Com capacidade para 414 ml, o copo é produzido em aço inox 18/8 reciclado e livre de BPA; e conta com parede dupla com isolamento a vácuo

O produto pode manter líquidos gelados por até 4 horas ou por até 14 horas com gelo. O design apresenta fundo com efeito prismático e base de silicone, que evita que o copo escorregue em superfícies lisas. O modelo tem garantia vitalícia.

A tulipa está disponível nas cores Stainless Steel Ash, Black Eclipse e Cream Moon, com preço sugerido de R$ 319. O modelo pode ser adquirido no site oficial da marca e em lojas físicas no Brasil.

A novidade integra a nova campanha da Stanley 1913 para a linha de copos e taças térmicas, com a tagline “O que é bom dura muito”. A iniciativa é voltada ao verão, período associado a encontros e celebrações.

Messi Goat Black 

A Stanley 1913 lançou a terceira fase da colaboração internacional com o jogador de futebol Lionel Messi. A nova coleção Stanley 1913 x Messi Goat Black dá sequência às edições Goat Pink e Striker Blue.

Desta vez, a colaboração chega em uma estética minimalista, com uso de preto profundo e detalhes em rosé gold. São cinco produtos, com preços que vão de R$ 222 a R$ 529.

Na edição Goat Black, a collab incorpora um novo olhar para os rituais que moldam a rotina de Messi, desde os momentos de hidratação ao tradicional mate, que contribuem diretamente para a performance do atleta em campo e fora dele.

Fonte: mercadoeconsumo


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terça-feira, 23 de setembro de 2025

Latam Retail Show celebra uma década de inovação e traça o futuro do varejo e do consumo

Imagem: reprodução

Principal evento de varejo da América Latina reuniu grandes lideranças do setor, apresentou pesquisas e realizou debates sobre tendências, tecnologia e o papel da AI como principal ferramenta transformadora do setor

O Latam Retail Show sponsored by IBM encerrou sua 10ª edição consolidado como o principal evento B2B de varejo, consumo e serviços da América Latina. Realizado de 16 a 18 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, o congresso reuniu cerca de 3.800 visitantes, mais de 250 palestrantes nacionais e internacionais, 100 horas de conteúdo e teve apresentação de 17 pesquisas inéditas, abordando temas estratégicos como inovação, transformação digital, experiência do consumidor, eficiência operacional e inteligência artificial.

Com o tema “Retail Metafusion: 10 Years Ahead”, o evento promoveu debates sobre a evolução do varejo, comportamento do consumidor, inteligência artificial, eficiência operacional, omnicanalidade e inovação tecnológica, reunindo painéis que abordaram desde transformação digital e performance operacional até o futuro do foodservice, onde o uso de tecnologia foi destaque como motor de crescimento so setor.

Além da plenária principal, o congresso contou com três Arenas com programações segmentadas com diversos painéis onde foram abordados temas nos segmentos de luxo, mercado de material de construção, tecnologia, gestão e foodservice, ampliando as discussões e possibilitando uma experiência de aprendizado mais direcionada.

O congresso também apresentou 17 pesquisas inéditas, com temas que vão desde comportamento e tendências de consumo até inovação e performance operacional. Entre os estudos, destaque para o “Censo Brasileiro de Strip Malls”, “Varejo e Serviços – Do cenário econômico aos resultados das empresas”, “WGSN Shopper Priorities: As Prioridades de Compras nos Próximos Anos”, “A Revolução da Conveniência” e “Construcheck Macrotrends - Gouvêa Inteligência”

O Latam Retail Show teme um painel inédito transmitido simultaneamente entre São Paulo e Paris, conectando a principal plataforma de conteúdo de varejo e consumo da América Latina com a primeira edição da NRF Europa. O encontro internacional reuniu Marcos Gouvêa, diretor-geral do Gouvêa Ecosystem, e Fábio Adegas Faccio, CEO da Lojas Renner com Selvane Mohandas Du Menil, diretor executivo da International Association of Department Stores (IADS), que da França trouxe uma perspectiva europeia sobre os impactos das mudanças e ajustes exigidos pelo novo cenário global.


Imagens: reprodução - divulgação

A programação contou ainda com nove eventos paralelos gratuitos, incluindo o 1º Encontro Latino-Americano de Strip Malls, o 1º Luxury Retail & Services Summit,  a 5ª edição do Fórum IDV – ESG no Varejo e Consumo, a 3ª edição do Retail Design Meeting (RDI Brasil), a 3ª Fashion Retail Arena, a 1ª edição do Retail CX Forum by SoluCX, o 1º Fórum de Líderes do E-commerce e Digital (LED), o Foodservice Meeting e o Fórum Matcon. Esses espaços permitiram debates aprofundados sobre tendências, inovação, sustentabilidade, experiência do cliente, digitalização, integração das cadeias de valor e expansão dos negócios.

O congresso foi encerrado com o painel histórico “10 anos de Latam + 10 years ahead: A Visão de Futuro de 10 Grandes Lideranças do Varejo e Consumo”, comandado por Marcos Gouvea que reuniu executivos como Luiza Helena Trajano (Magalu), Belmiro Gomes (Assaí), Sergio Zimerman (Petz), Andre Farber (Riachuelo), Peter Furukawa (Lojas Quero-Quero) e Paula Andrade (Natura).

Outros destaques foram o Prêmio Abilio Diniz – Líder que Inspira Líderes, entregue por Luiza Trajano (Magalu) para seu filho Fred Troiano e o Prêmio Retail Tech Awards – 10 Years Ahead, entregue para a startup Sinatra que venceu as 10 empresas classificadas por apresentarem soluções inovadoras capazes de transformar o futuro do varejo.

Segundo Marcos Gouvêa, diretor-geral da Gouvêa Ecosystem, “Chegar aos 10 anos do Latam Retail Show é a confirmação de que o varejo brasileiro está em constante evolução. Este evento reúne as principais lideranças para discutir desafios, compartilhar experiências e inspirar soluções que vão moldar os próximos anos. O Latam Retail Show é um espaço para as pessoas que atuam em diferentes frentes do varejo acessarem conteúdos estratégicos, interagirem e se prepararem para o que vem pela frente.”, acrescenta.

Organizado pela Gouvêa Experience, o Latam Retail Show chega aos dez anos como referência em tendências, inovação e transformação digital no varejo da América Latina, consolidando-se como ponto de encontro de líderes, especialistas e profissionais que buscam antecipar o futuro do setor.

Os patrocinadores da edição de 2025 foram E-goi, Onebet, IBM, Active Campaign, 4Yousee, Beeviral, TOTVS, Espaço Laser, Capture Digital, Meta, Braze, Kadeh Varejo, Sonda, Estúdio Jacarandá, Nestlé, TNS, Awin, Omnilogic e The LED.

Sobre a Gouvêa Experience

A Gouvêa Experience integra a Gouvêa Ecosystem e atua na vertical de experiências de marca, eventos e relacionamento com as principais lideranças do setor varejista no Brasil e no exterior. Suas missões internacionais e eventos proporcionam acesso direto às inovações e tendências que moldam o varejo global.

Sobre a Gouvêa Ecosystem

A Gouvêa Ecosystem é um ecossistema de consultorias, soluções e serviços que atua em todas as frentes do setor de consumo, varejo e distribuição. Fundada em 1988, é referência no Brasil e no mundo por sua visão estratégica, atuação prática e profunda compreensão do setor. É membro do Ebeltoft Group, consórcio global de consultorias especializadas em varejo.

Fonte: Materia Primma - Renata Rebesco