domingo, 23 de agosto de 2026

Já com 3 patrocinadores, The Town anuncia datas em 2027

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Eisenbahn, Porto e Vivo já estão entre os patrocinadores da 3ª edição, que acontecerá em setembro de 2027

Antes mesmo do Rock in Rio 2026 começar, a Rock World confirma as datas do The Town 2027. O festival retorna ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027.

A terceira edição já conta com três marcas patrocinadoras: Eisenbahn, na categoria a master, além de Porto e Vivo.

O anúncio das novas datas foi realizado em evento na manhã de sexta-feira, 21, com a presença do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes; Ronaldo Pereira, Co-CEO da Rock World e CEO do The Town; Ricardo Acto, COO do The Town; Ana Deccache, diretora de marketing da Rock World; Flavio Freire, secretário especial de comunicação; Fábio Lepique, secretário municipal em exercício da Prefeitura de São Paulo; Cibele Molina, secretaria municipal de planejamento e eficiência; e Vítor Sampaio, chefe de gabinete do Prefeito.

Na ocasião, o prefeito afirmou que a próxima edição do festival será ainda “melhor e maior”. “Vamos destacar São Paulo como a cidade do entretenimento. O público vem muito para cá com esse objetivo e queremos criar essa identidade, ser essa referência”, disse, em nota.

Juntas, as duas edições anteriores do The Town reuniram 925 mil pessoas e geraram um impacto superior a R$ 4,1 bilhões na economia paulista. Somente em 2025, o festival fomentou 26,3 mil postos de trabalho e movimentou R$ 2,2 bilhões na economia da cidade, além de contribuir para um aumento de 21% no consumo na capital em relação a 2023.

Fonte: meioemensagem



TikTok Shop cria centro logístico para entregar os produtos da plataforma

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O TikTok Shop mudou a lógica da compra online ao misturar vídeo, live e checkout em um só lugar, o que faz um único conteúdo esgotar estoques em minutos. Esse ritmo imprevisível já garante à plataforma 6,5% das compras online feitas no Brasil, segundo dados de mercado da Optimiza Marketing, número que segue crescendo à medida que o formato de compra por vídeo ganha espaço entre os consumidores brasileiros.

Para sustentar esse volume, o TikTok oficializa a TikTok Logistics Brazil, empresa com capital social de R$ 111 milhões que passa a controlar frotas, centros de distribuição e sistemas de rastreamento de ponta a ponta. Até então, a plataforma dependia exclusivamente de transportadoras terceirizadas para realizar as entregas, modelo que gerava atrasos e reclamações frequentes dos consumidores. Com a nova estrutura jurídica e operacional, o TikTok passa a centralizar processos, contratar transportadoras, organizar documentos e definir regras próprias para toda a operação logística.

O movimento reduz a dependência de parceiras como JT Express, Total Express e Jadlog, cujos atrasos vinham gerando fricção com os consumidores. Com maior controle sobre o frete, a plataforma também ajusta a tabela de envio para lojistas elegíveis do programa Enviado pela Plataforma, barateando rotas que saem de estados do Sudeste como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Para quem vende pela Central do Vendedor, as regras de eficiência ficam mais rígidas. O algoritmo do TikTok passa a priorizar lojistas que despacham os produtos em até 48 horas após a confirmação da compra. Com a malha própria em expansão, o objetivo é viabilizar o modelo de fulfillment, em que o TikTok armazena, embala e envia os produtos diretamente, além de pontos de coleta integrados em escala nacional.

A movimentação também expõe a lógica por trás da aposta: Amazon, Mercado Livre e Shopee já entenderam há anos que a logística não é apenas uma etapa da venda, mas parte da experiência de compra. Prazo, custo, rastreamento, cobertura e qualidade da entrega impactam diretamente a conversão e a retenção do cliente, e é nesse ponto que o TikTok ainda está longe da infraestrutura consolidada do Mercado Livre.

Ainda assim, o investimento sinaliza intenção clara. A entrega rápida já é o segundo maior critério de decisão de compra para 70% dos brasileiros, e deixou de ser diferencial competitivo para se tornar requisito mínimo de sobrevivência no e-commerce nacional. Ao criar sua própria transportadora, o TikTok não trata mais o TikTok Shop como um simples recurso de checkout, mas constrói a estrutura necessária para transformar o canal em uma operação de larga escala, capaz de disputar espaço direto com os gigantes já estabelecidos do setor.

Fonte: publicitarioscriativos


Instituto Coca-Cola Brasil e Solar Coca-Cola abrem 500 vagas de curso de inglês online e capacitação profissional no Maranhão

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O Coletivo Coca-Cola Jovem + Inglês combina desenvolvimento de habilidades socioemocionais, aprendizado de segundo idioma e conexão direta com o mercado de trabalho

O Instituto Coca-Cola Brasil (ICCB), em parceria com a Solar Coca-Cola, uma das maiores fabricantes do Sistema Coca-Cola, presente em 70% do país, anunciam a abertura de 500 vagas para o programa Coletivo Coca-Cola Jovem + Inglês no Maranhão. Voltada para pessoas entre 16 e 29 anos em situação de vulnerabilidade social e com ensino fundamental completo, a capacitação é totalmente gratuita e realizada em formato digital, permitindo que os participantes desenvolvam suas competências em seu próprio ritmo.

As inscrições para as vagas já estão abertas e podem ser realizadas por meio do site Coletivo Coca-Cola Jovem ou pelo aplicativo oficial do programa “Coletivo Coca-Cola Jovem”, com ícone vermelho, disponível para Android e iOS. Por adotar a metodologia de autoestudo online, as vagas permanecerão disponíveis até o preenchimento total das bolsas ofertadas.

A jornada de formação é dividida em duas etapas complementares. A primeira fase consiste em 12 videoaulas curtas e práticas no formato de nano-pílulas de conteúdo, que abordam competências essenciais para o mercado, como preparação para processos seletivos, elaboração de currículo, comportamento profissional, comunicação, pensamento crítico, colaboração e resolução de problemas.


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Após concluir a capacitação inicial e obter a certificação, os estudantes ganham acesso imediato a uma plataforma exclusiva de empregabilidade, que reúne vagas de trabalho e oportunidades em mais de 400 empresas parceiras, e ao curso online de inglês chancelado pela EF), considerada a maior empresa privada de educação do mundo. Com duração de 12 meses, a tecnologia desenvolvida pela EF utiliza inteligência artificial  com a atuação de professores treinados com a metodologia exclusiva, permitindo personalizar o aprendizado de acordo com o ritmo de cada participante.

Desde que foi fundado, o ICCB já beneficiou 1 milhão de pessoas através de diversas causas, sendo 861 mil jovens impactados pela plataforma Coletivo Coca-Cola. Em 2025, foram 251 mil jovens capacitados, um crescimento de 70% em relação ao ano anterior. Apenas no território da Solar Coca-Cola, foram mais de 90.700 formados no ano passado. Ao todo, a Solar já alcançou a marca de 341.940 pessoas formadas pelo Coletivo. O modelo apresenta resultados consistentes em nível nacional: 6 em cada 10 participantes conquistam uma oportunidade de trabalho após a formação, alcançando uma taxa de empregabilidade de 64%. No mesmo período, mais de 38 mil vagas foram disponibilizadas por meio da rede de parceiros da iniciativa.

Foco em inglês

A ampliação da oferta do idioma busca responder a um cenário econômico desafiador para a juventude. Segundo dados do IBGE, a taxa de desemprego entre jovens alcançou 14,9% no primeiro trimestre de 2026, patamar que representa mais que o dobro da média nacional. A inclusão do inglês visa qualificar a mão de obra regional e ampliar a inserção produtiva dos alunos em setores que exigem competências globais.

"Na Solar, atuamos com o compromisso de impulsionar o desenvolvimento socioeconômico e a geração de oportunidades nos territórios onde estamos presentes. Entendemos os desafios enfrentados pelos jovens no acesso ao primeiro emprego e acreditamos que a capacitação profissional, somada ao aprendizado de um segundo idioma, é uma ferramenta transformadora para abrir portas no mercado de trabalho atual", destaca Alana Barros, coordenadora de Sustentabilidade da Solar Coca-Cola.

Para Daniela Redondo, diretora-executiva do Instituto Coca-Cola Brasil, o domínio de uma nova língua se consolidou como um diferencial estratégico: “Para muitos jovens, o obstáculo não é apenas encontrar uma vaga, mas chegar ao mercado de trabalho com as competências que as empresas procuram. O inglês amplia esse horizonte, especialmente em um mercado cada vez mais conectado, mas ainda com acesso a oportunidades desigual. Ao combinar o idioma com competências profissionais e uma conexão direta com oportunidades de trabalho, conseguimos reduzir algumas dessas barreiras e aumentar as possibilidades de os jovens construírem suas próprias trajetórias profissionais”, conclui a executiva. 

Sobre o Instituto Coca-Cola Brasil

O Instituto Coca-Cola Brasil é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e tem como propósito ser agente de transformação social para reduzir as desigualdades e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país, potencializado por parcerias e pelo Sistema Coca-Cola. Até hoje, o Instituto já beneficiou 1 milhão de pessoas através de diversas causas, sendo 861 mil jovens impactados pela plataforma Coletivo Coca-Cola.

Reconhecidos por sua tecnologia social e capacidade de escala, o Instituto tem como eixo central de atuação o empoderamento econômico, através da geração de oportunidades no mundo do trabalho voltadas prioritariamente para jovens, mulheres e pessoas negras em situação de vulnerabilidade socioeconômica no país.

Sobre a Solar Coca-Cola

A Solar é uma das maiores fabricantes do mundo do Sistema Coca-Cola e conta com 13 fábricas espalhadas pelo Brasil. Com cerca de 120 centros de distribuição, entre próprios e terceirizados, a empresa atua em cerca de 70% do território brasileiro, operando nas regiões Norte, Nordeste e em parte do Centro-Oeste. A Solar conta com mais de 19 mil colaboradores e é responsável pela produção e distribuição para cerca de 400 mil pontos de venda, impactando positivamente mais de 80 milhões de brasileiros.


Fonte: Solar Coca Cola - Alice Araújo


Deputados propõem sistema para rastrear emendas parlamentares na saúde

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Sistema pretende facilitar o acompanhamento dos recursos sem aumentar a burocracia para gestores.

Os deputados Adriana Ventura (Novo-SP) e Gilson Marques (Novo-SC) apresentaram projeto de lei que cria um sistema nacional para reunir e dar transparência às informações sobre emendas parlamentares destinadas à saúde.

O projeto de lei 5.111/2026 prevê que os dados sejam disponibilizados gratuitamente em uma plataforma pública.

Pela proposta, o Sistema Nacional de Informações sobre Emendas Parlamentares na Saúde deverá concentrar informações sobre todas as modalidades de emendas que destinem recursos federais para ações e serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).

A base deverá informar quem apresentou a emenda, o exercício financeiro e os valores destinados, empenhados, liquidados e pagos.

Também deverão aparecer o estado ou município beneficiado, a instituição que recebeu o recurso, o estabelecimento de saúde atendido, quando houver, e a finalidade da verba.

O texto ainda prevê informações sobre a relação da emenda com as metas dos planos de saúde locais, os resultados alcançados, a execução física e financeira e a prestação de contas. Os dados deverão respeitar as regras de proteção de dados pessoais.

Rastreamento do dinheiro

Um dos principais pontos do projeto é a criação de um identificador único para acompanhar cada emenda durante todo o percurso do recurso.

A ferramenta deverá permitir a ligação entre a indicação parlamentar, o empenho, a liquidação, o pagamento, o instrumento de repasse, a execução do objeto e, quando exigida, a prestação de contas.

O sistema seria mantido pela União em articulação com Estados, Distrito Federal e municípios.

A proposta determina ainda que sejam priorizadas bases de dados já existentes, para evitar a duplicação de registros e novas exigências de envio de informações aos gestores.

Auditorias são citadas na justificativa

Ao defender a medida, os autores afirmam que as informações sobre emendas destinadas à saúde atualmente estão espalhadas por diferentes plataformas, o que dificulta acompanhar o dinheiro desde a indicação parlamentar até sua aplicação.

A justificativa cita um relatório do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) que analisou 75 auditorias em 48 municípios de 23 estados, envolvendo aproximadamente R$ 53,3 milhões em emendas.

Segundo o documento mencionado pelos deputados, foram propostas devoluções ou recomposições de cerca de R$ 26 milhões, além de terem sido apontadas falhas de transparência, rastreabilidade e aplicação dos recursos.

Ventura e Marques sustentam que a proposta não altera as regras de execução das emendas nem cria novas obrigações para Estados e municípios, mas busca integrar em uma única plataforma informações que já são registradas em sistemas oficiais.

Caso o projeto seja aprovado e vire lei, o Poder Executivo terá 180 dias para regulamentar o sistema.

Confira a íntegra da matéria.

Fonte: congressoemfoco


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ATRAVESSANDO O RUBICÃO! Sigilo da fonte jornalística é mais uma garantia constitucional abolida por Moraes


'Atravessar o Rubicão é uma expressão famosa que significa tomar uma decisão arriscada, importante e sem volta. A origem da frase está no dia 10 de janeiro de 49 a.C., quando o general romano. Júlio César cruzou o rio Rubicão com o seu exército. "A alea iacta est" ("A sorte está lançada")'. Saiba mais.

Em março deste ano, quando Alexandre de Moraes determinou busca e apreensão na residência do jornalista maranhense Luís Pablo, o texto de sua decisão já antecipava até onde ele queria chegar: o objetivo final, que o teor do mandado não se esforçava em ocultar, era descobrir quem havia repassado ao jornalista as informações sobre um suposto uso irregular de veículos oficiais por parte do também ministro do STF Flávio Dino e seus familiares. Pois a empreitada liberticida teve sucesso: na terça-feira (11), foi a vez de a Polícia Federal bater à porta de Raimundo Cutrim, ex-delegado da PF e ex-secretário de Assuntos Legislativos do Maranhão, identificado como a fonte de Luís Pablo.

Em novembro do ano passado, Luís Pablo publicou em seu blog que a esposa e o filho de Dino estariam usando um carro blindado do Tribunal de Justiça do Maranhão, em deslocamentos pela capital São Luís. O veículo havia sido adquirido com dinheiro de um fundo “destinado exclusivamente à segurança institucional de magistrados e às atividades do próprio Judiciário estadual” e era usado “de forma contínua e sem ato público que formalize a cessão”. Dino negou qualquer irregularidade, mas apenas em março deste ano o STF enviou ao TJ-MA um pedido para que um veículo fosse colocado à disposição do ministro. Em vez de se investigar a possível irregularidade no uso de um bem público, PF, Procuradoria-Geral da República e STF inverteram a realidade e passaram a ver um possível crime de perseguição. O truque final, inclusive para evitar que o caso fosse para a primeira instância (já que Luís Pablo não tem prerrogativa de foro), foi associar o suposto crime ao abusivo inquérito das fake news.


Cutrim está em prisão domiciliar (por ordem de Dino) devido a uma outra investigação, sobre uma suposta obstrução de Justiça em um caso de homicídio que envolveria um parente seu, mas isso é totalmente irrelevante neste episódio. O sigilo da fonte jornalística é protegido constitucionalmente, no inciso XIV do artigo 5.º – “é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional” –, e independe do caráter ou das motivações (que nem sempre serão as mais nobres) de quem repassa as informações ao jornalista. Mais que isso: o sigilo é tão fundamental ao interesse público que independe inclusive da forma como as informações repassadas foram obtidas – a PF alega que Cutrim conseguiu os dados dos carros que estariam sendo usados por Dino e sua família entrando em sistemas com acesso controlado.

Tão estarrecedor quanto essa violação tão flagrante de uma garantia constitucional é o fato de ela não ser resultado de um desvario autoritário individual. A operação contra Cutrim foi solicitada pela Polícia Federal e teve aval da Procuradoria-Geral da República antes de ser autorizada por Moraes. Ou seja: houve uma construção coletiva muito bem articulada, de pessoas que certamente conhecem o que afirma a Constituição. Estarrecedor, mas não surpreendente: afinal, muitos dos envolvidos adorariam relativizar ou abolir o sigilo da fonte jornalística, como retaliação e como prevenção.

Todas as paredes de Brasília sabem que Alexandre de Moraes adoraria descobrir como a imprensa soube do fabuloso contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa – tanto é assim que o ministro abriu um inquérito, de ofício, exatamente para investigar uma possível “violação de sigilo fiscal de ministros da Corte e seus familiares”. E não é exagero nenhum imaginar que o procurador-geral Paulo Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, também tenham muito interesse em descobrir quem passou a jornalistas os documentos enviados pela PF à CPMI do INSS e que mencionavam a exclusiva degustação de uísque Macallan em Londres, patrocinada por Daniel Vorcaro e que teve a participação de Gonet, Rodrigues, Moraes, Dias Toffoli e várias outras autoridades.

E não se trata apenas de pegar as fontes passadas, mas de fazer possíveis fontes futuras pensarem duas vezes. Uma vez derrubado o sigilo profissional que protege os jornalistas, muita gente com acesso a informações comprometedoras, que deveriam vir à luz, terá receio de procurar a imprensa para denunciar ilegalidades ou irregularidades, pois passará a temer pela própria liberdade, ciente de que os órgãos de investigação se preocuparão menos com o conteúdo da denúncia e mais em identificar o responsável por levá-la à imprensa. Novamente, o chilling effect ou a autocensura entrarão em cena, desta vez para garantir que os malfeitos continuem eternamente ocultos.

Sem o sigilo da fonte jornalística, crimes, ilegalidades, irregularidades, abusos e desmandos seguirão sendo cometidos por autoridades sem que jamais cheguem ao conhecimento do público. Esta é uma verdade tão evidente que o mais recente ataque de Moraes a essa garantia constitucional precisaria receber o repúdio mais veemente não apenas de veículos da imprensa ou de entidades representativas dos jornalistas, mas de qualquer brasileiro minimamente comprometido com a democracia. O silêncio, agora, é conivência com quem quer amordaçar a imprensa e manter a sociedade no escuro sobre o que seus representantes e as autoridades por eles nomeadas fazem.

Por Gazeta do Povo


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Deputado maranhense peticionará denúncia contra Flávio Dino na Comissão Interamericana de Direitos Humanos

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O deputado estadual Yglésio Moisés (Partido Renovação Democrática - PRD-MA), durante a Sessão Plenária de 18.08.2026, levantou graves acusações contra o Ministro do STF Flávio Dino e suas ações como governador de 2015 a 2022 e contra políticos maranhenses como Ministro do Supremo Tribunal Federal e apresentou, um assim chamado; 'DOSSIÊ FLÁVIO DINO'.


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Dr. Yglésio tem sido um dos poucos políticos do Maranhão, além do ex-senador Roberto Rocha (PRTB-MA), a confrontar as supostas arbitrariedades cometidas pelo Ministro Flávio Dino de Castro e Costa.

O deputado fez um apanhado de seus dois mandatos como governador do Maranhão e teceu duras criticas em relação ao caso Tech Office, relatado pelo Ministro, ao afastamento do presidente do TCE-MA Daniel Brandão e sobre a prisão do secretário de assuntos legislativos Raimundo Cutrim.

Assista o pronunciamento do deputado Dr. Yglésio na íntegra (18.08.2026). 


Discurso do deputado Dr Yglésio 25.06.2026


Fonte: TV ASSEMBLEIA MARANHÃO


"A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) é um órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA) com sede em Washington, D.C. Ela trabalha para defender e promover os direitos humanos nas Américas. Junto com a Corte IDH, ela forma o sistema de proteção humana do continente." Saiba mais.


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