sábado, 3 de janeiro de 2026

Duff Beer, a clássica cerveja de Os Simpsons chega ao Brasil

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A Duff Beer, cerveja que se tornou um dos maiores símbolos da cultura pop graças à série Os Simpsons, desembarca oficialmente no Brasil e aposta em muito mais do que sabor. A marca chega ao país pelas mãos da Interfood Importação, reforçando sua estratégia de expansão na América Latina e conectando entretenimento, nostalgia e consumo adulto em um único produto.

Presente há anos no imaginário popular, a Duff Beer deixa de ser apenas um elemento da animação para ocupar espaço real nas geladeiras brasileiras. O lançamento mira consumidores adultos que valorizam autenticidade, identidade cultural e experiências que vão além do produto em si. Nesse contexto, a marca se posiciona como uma lager premium que une qualidade técnica e força simbólica.

Com 5% de teor alcoólico, a Duff Beer é produzida com água, malte de cevada, lúpulo e levedura. O processo de fermentação de 14 dias, aliado à filtragem em baixas temperaturas, resulta em uma cerveja dourada, leve e equilibrada, com final refrescante. Uma proposta pensada para quem aprecia uma bebida fácil de beber, mas com padrão internacional de qualidade.

No entanto, o grande diferencial da Duff Beer está na sua narrativa. O rótulo carrega o icônico logo vermelho e branco que atravessou décadas na televisão e se consolidou como um símbolo de humor ácido, crítica social e irreverência. A embalagem tem forte apelo nostálgico e colecionável, especialmente para fãs da série, cujas temporadas completas estão disponíveis no Disney+.

Ao trazer a Duff Beer para o Brasil, a Interfood reforça seu portfólio de marcas globais reconhecidas não apenas pelo produto, mas pelo valor cultural que representam. A cerveja passa a ocupar um território onde entretenimento, design e branding caminham juntos, transformando o ato de consumir em uma experiência conectada à memória afetiva e à cultura pop.

A Duff Beer já está disponível em lata de 330 ml no TodoVino, e-commerce da Interfood, pelo valor de R$ 15,31. Um lançamento que traduz como personagens, histórias e símbolos podem ganhar vida fora das telas e se tornar ativos reais de marca.

Produto destinado exclusivamente a consumidores adultos. Aprecie com moderação

Fonte: publicitarioscriativos


Brasileiro vence concurso internacional da Moises, plataforma de música com IA

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Chamado de Jam Sessions, competição tem como prêmio US$ 10 mil, troféu, brindes, equipamentos musicais e acessos gratuitos a ferramentas de criação. Vencedor gravará com Cory Henry

A Moises, plataforma de música com inteligência artificial eleita “App do Ano para iPad” pela Apple em 2024 e Melhor Aplicativo na categoria Música pelo Microsoft Store Awards 2025, anunciou os vencedores da edição 2025 do Jam Sessions, competição global que conecta músicos, produtores e criadores de diferentes partes do mundo por meio da tecnologia. A iniciativa marcou a primeira edição do concurso e contou com a parceria do multi-instrumentista Cory Henry, vencedor de cinco prêmios Grammy e embaixador da marca.

O desafio convidou artistas a criarem covers ou remixes da faixa inédita “Dance”, composta exclusivamente por Cory Henry para o Moises Jam Sessions 2025. Utilizando as ferramentas de IA da Moises e com acesso completo aos stems originais da música, os participantes tiveram liberdade criativa total para reinterpretar a obra.

Centenas de inscrições foram recebidas de diversos países, revelando a diversidade cultural e musical da comunidade global da plataforma. O processo de seleção envolveu estudantes e professores do Berklee College of Music, convidados da indústria musical, a equipe editorial da Moises e o próprio Cory Henry, que participou ativamente da escolha final.

Destaque nas categorias Cover e Remix

Na categoria Melhor Performance Ao Vivo (Cover), o vencedor foi Joshua Meredith, de Atlanta (EUA). Além do reconhecimento global, o músico receberá US$ 10 mil em prêmio, um troféu oficial do Moises Jam Sessions e um pacote completo de equipamentos e softwares profissionais. Entre os destaques estão uma viagem para a NAMM Show, que acontece na Califórnia (EUA) em janeiro de 2026, uma Fender Stratocaster, equipamentos da Ableton, amplificadores Blackstar, além de assinaturas premium por cinco anos do Moises Pro e do Mix With The Masters. 

Já o vencedor da categoria Melhor Produção (Remix) foi o brasileiro Rafael Labate, de Praia Grande (SP). Além do prêmio em dinheiro de US$ 10 mil, Rafael terá a oportunidade de gravar o remix vencedor em estúdio ao lado de Cory Henry, um dos pontos altos da premiação. Assim como Joshua, ele receberá o troféu Moises Jam Sessions, equipamentos da Fender, Ableton e Blackstar, um Moises Swag Kit, além de assinaturas premium de cinco anos do Moises Pro e do Mix With The Masters (Expert Tier), e licenças do Ableton Live 12 Suite e do PreSonus Studio One Pro.

Os finalistas, Helena Cruz (Brasil), The Bigoodies (França), Alex Petre (Romênia) e Tamarrow (EUA), também foram contemplados. Cada um receberá US$ 3 mil, além de equipamentos físicos como Moises Swag Kit, Ableton Tote Bag e Blackstar Polar Go. No campo digital, os artistas terão acesso a cinco anos de Moises Pro, assinaturas do Mix With The Masters (Pro Tier) e licenças do Ableton Live 12 Suite e do PreSonus Studio One Pro.

Como parte do reconhecimento global, os finalistas também serão destacados em um billboard na Times Square, em Nova York, revelado em uma transmissão ao vivo no Instagram oficial da Moises (@moises.ai), reforçando a visibilidade internacional da competição.

IA como aliada da criação musical

Para Geraldo Ramos, CEO e cofundador da Moises, o concurso reforça o papel da tecnologia como facilitadora do processo criativo. “O Jam Sessions dá a oportunidade para que todo artista, do produtor amador ao criador profissional, possa mostrar seu talento. Nossa missão como plataforma é facilitar o jeito de fazer música, democratizando o acesso a ferramentas que possibilitem a criação”, afirma Ramos. “Essa competição demonstra como a criatividade humana e ferramentas de IA desenvolvidas de forma responsável podem, juntas, ampliar as fronteiras da inovação musical.”

Cory Henry também destacou o impacto da iniciativa para músicos ao redor do mundo, especialmente em um contexto de transformação tecnológica da indústria. “É inspirador ver uma tecnologia como a da Moises empoderar músicos de todo o mundo”, declarou o artista. “Essa premiação é uma celebração da criatividade, do talento e das infinitas possibilidades que surgem quando a IA e a arte trabalham juntas, em harmonia.”

Sobre Cory Henry

Cory Henry é um artista, produtor e multi-instrumentista cinco vezes vencedor do GRAMMY, conhecido por um som que desafia rótulos ao mesclar gospel, jazz, funk e R&B. Seu álbum mais recente, "Church", venceu o GRAMMY de Melhor Álbum de Gospel Raiz em 2025 e inspirou um documentário da PBS. Ex-membro do Snarky Puppy, Henry já colaborou com artistas como Stevie Wonder, Kanye West, Rosalía, Bruce Springsteen, Imagine Dragons, entre outros. Com álbuns de sucesso como Something to Say e Operation Funk, além de shows que vão do Coachella a turnês mundiais, Henry se firma como uma das vozes mais inovadoras da atualidade.

Sobre a Moises

A Moises é uma plataforma de música com inteligência artificial reconhecida pela Apple como “App do Ano para iPad” em 2024, vencedora como Melhor Aplicativo na categoria Música pelo Microsoft Store Awards 2025, do Users’ Choice Award do Google Play e uma das empresas de crescimento mais rápido na lista Inc. 5000. Confiada por 65 milhões de usuários em 33 idiomas, a empresa oferece ferramentas com IA para prática e criação musical, incluindo separação de vocais/instrumentos, ajuste de tom e detecção de acordes. Com uma equipe de engenheiros e cientistas vindos de Spotify, Pandora e TikTok, a Moises desenvolveu 45 modelos proprietários de IA que processam mais de 2,5 milhões de minutos de áudio todos os dias. Fundada em Salt Lake City, a empresa atua com uma equipe global nos EUA, Brasil e Europa. Saiba mais em moises.ai

Fonte: NR-7 Comunicação / Seven PR Allan Bussons

Atenção, solteiros: as cidades que costumam bombar no Dia do Date estão fora do eixo Rio-São Paulo

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O primeiro domingo de janeiro é conhecido globalmente como Dating Sunday, o dia mais movimentado do ano nos aplicativos de relacionamento. Para se ter uma ideia, na edição passada do Dia do Date, o Inner Circle registrou um crescimento de 32% no número de matches em comparação com a média dos quatro domingos anteriores: um único dia superando com folga o padrão semanal de conexões na plataforma.

Por conta de todo esse potencial, o número de usuários ativos costuma disparar, em especial em algumas cidades no Brasil. Só que, ao contrário do que muita gente pode pensar, esses picos não acontecem necessariamente no eixo Rio–São Paulo.

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No Dating Sunday de 2025, que ocorreu em 5 de janeiro, foram cinco cidades que se destacaram no que diz respeito ao aumento relativo de usuários ativos:

  • Maceió (AL)
  • Maringá (PR)
  • Palmas (TO)
  • São Luís (MA)
  • Uberlândia (MG).

“Os dados revelam que o Dating Sunday não é um fenômeno restrito às grandes capitais ou aos mercados mais óbvios”, explica Ramone Gigliotti, gerente sênior do Inner Circle no Brasil. “Claro que a lista pode mudar em 2026, mas o que nossas análises indicam é que cidades médias, fora do eixo tradicional, tendem a concentrar picos mais intensos de atividade quando há um gatilho coletivo de recomeço, como o início do ano. É menos sobre geografia e mais sobre momento social.”

Dicas de preparação para o Dia do Date

Para aproveitar o momento, não basta só estar no lugar certo, é importante que a pessoa chegue preparada. Uma pesquisa feita com 1.500 usuários da plataforma de Inner Circle mostra que 44% trocam pelo menos a foto do perfil no começo do ano para dar aquela atualizada estratégica. 

Nesse caso, vale apostar em cliques mais naturais e que reflitam quem você é hoje: 49% dos respondentes disseram que fotos reais e pouco produzidas são o que mais chama a atenção.

Além da foto, há quem aproveite para atualizar a bio e as preferências do perfil, movimento feito por 22% dos usuários. “Contar o que você gosta de fazer, como vive e o que te anima no dia a dia é uma forma simples de chamar a atenção certa”, afirma Ramone. “Perfis que ajudam a puxar conversa saem na frente.”

Segundo os dados do levantamento, 49% dos usuários dizem que gostos e interesses em comum são o que mais salta aos olhos quando estão em busca de uma conexão no comecinho do ano. Ter um estilo de vida parecido também pesa (48%), assim como deixar claras as intenções (30%).

“Nossa recomendação é aproveitar o Dia do Date como um momento de escolha consciente”, conclui Ramone. “Quando todo mundo entra ao mesmo tempo, quem sabe o que quer - e consegue comunicar isso - tende a se conectar melhor. Não é uma questão de sorte, mas de intencionalidade.”

Fonte: Beet House  Fernanda Meirelles

Nepobabies eleitos: os filhos e netos da política brasileira

A força das dinastias políticas: herdeiros ganham espaço e redes familiares
continuam decisivas nas eleições. Arte Congresso em Foco - Imagem: reprodução


Heranças políticas moldam disputas de 2026 e revelam como dinastias familiares seguem determinando o acesso ao poder no Brasil contemporâneo.

Quando o termo "nepobaby" explodiu nas redes sociais em meados de 2022, surgido originalmente no universo do entretenimento norte-americano para definir celebridades que alcançam projeção por serem filhas ou filhos de famosos, ainda havia quem acreditasse que o conceito se limitava ao show business.

Foi o jornal New York Magazine que popularizou o vocábulo, transformando-o em fenômeno digital. Desde então, a palavra entrou para o debate público global como símbolo de uma nova forma de compreender privilégios herdados, uma sociologia da celebridade aplicada à lógica do pertencimento familiar.

Se no show business a polêmica é nova, no Brasil ela tem raízes históricas profundas. Muito antes de parlamentos, democracia ou partidos, estruturas de poder ligadas a famílias dominantes já definiam quem governava localidades inteiras, um traço que migrou do sistema colonial e foi reconfigurado ao longo do Império, da República Velha e da era dos coronéis.

Hoje, nomes como Sarney, Calheiros e Barbalho são exemplos de famílias que, ao longo de décadas, repetiram sucessões de mandatos e mantiveram presença significativa no Congresso e nas esferas executivas, tanto estaduais quanto municipais. A tradição de clãs políticos fortes em quase todas as regiões do país mostra como, do século XIX ao XXI, a influência familiar continuou operando como forma persistente de acesso ao poder.

Segundo especialistas, isso não é uma coincidência histórica, mas parte de uma estrutura de origem colonial que nunca foi de fato desfeita.

A herança de capital no Congresso

Dados recentes ajudam a dimensionar o tamanho desse fenômeno no topo da política nacional. Um levantamento do cientista político Robson Carvalho, doutor pela Universidade de Brasília (UnB), mostra que cerca de 2/3 dos senadores eleitos entre 1986 e 2022 contaram, de alguma forma, com capital político familiar para chegar ao mandato. O estudo "A dimensão do capital político-familiar no Senado e os prejuízos à representação democrática (1986-2022)" identificou tanto casos de transmissão direta de influência eleitoral quanto trajetórias ancoradas em vínculos com pais, avós, cônjuges ou filhos que já exerceram cargos públicos.

"A pessoa herda não só o nome da família, mas também redes de apoio, contatos, recursos e a capacidade de acessar estruturas de poder que não estão disponíveis para qualquer cidadão", afirmou Carvalho.

Em entrevista ao Congresso em Foco, ele explicou que essa dinâmica produz vantagem desigual na competição eleitoral, uma vez que o herdeiro político tende a largar na frente, tanto em visibilidade quanto em estrutura.

Para ele, essa reprodução do poder não se dá apenas por herança simbólica, mas também por mecanismos contemporâneos, como controle partidário, distribuição de emendas parlamentares e influência sobre governos municipais.

"Quando alguém exerce um mandato, usa esse espaço para gerar outros mandatos dentro da própria família."

O mecanismo

Para além dos casos mais visíveis, o cientista político Robson Carvalho afirmou que o funcionamento das dinastias políticas brasileiras depende de engrenagens pouco aparentes ao eleitor comum. Segundo ele, muitos parlamentares tratam seus gabinetes "como se fossem as cozinhas de suas casas", confundindo o público e o privado e transformando estruturas institucionais em instrumentos a serviço da própria família.

De acordo com o pesquisador, esse modo de operar atravessa partidos, governos e gerações. A influência não se limita ao sobrenome: envolve o controle de cargos, verbas, emendas, tempo de TV e alianças partidárias.

"Você tem políticos que, ao longo do tempo, já criaram uma sincronia, um cordialismo entre si. Eles liberam partido em um estado, recebem apoio em outro, formam coligações a partir de interesses mútuos", explicou.

Esse arranjo, afirmou, acaba beneficiando quem já está no topo, e especialmente suas famílias. Carvalho observou ainda que o poder se reproduz em camadas simbólicas. Em muitos municípios, o nome de uma mesma família aparece em praças, ruas, escolas, hospitais. Isso cria, segundo ele, "uma espécie de percepção inconsciente de que aquela família é natural ao poder", um efeito que amplia a vantagem dos herdeiros mesmo antes do início da campanha.


Quando o capital político já nasce em casa: famílias transformam estruturas
públicas em herança eleitoral Arte Congresso em Foco - Imagem: reprodução

Ele também destacou que partidos políticos, frequentemente concentrados nas mãos de poucos dirigentes, funcionam como filtros que decidem quem terá acesso à disputa real. "Tem partido que é controlado por um CPF", afirmou, ao descrever legendas em que as decisões estratégicas, inclusive a escolha de candidatos, são monopolizadas por um líder ou grupo familiar. Nesse ambiente, a competição eleitoral deixa de ser aberta e passa a ser mediada por interesses privados.

O resultado, concluiu Robson, é uma renovação apenas aparente.

"Você olha e pensa que entrou alguém novo, mas é só o filho, o neto ou o sobrinho de quem já estava lá. O grupo político permanece o mesmo, só muda a geração."

Para ele, esse padrão ajuda a explicar por que herdeiros seguem avançando em 2026.

"Essa máquina nunca para. Entre uma eleição e outra, você tem prefeitos, governadores e parlamentares que foram eleitos graças a determinado grupo familiar. E esse apoio volta depois, garantindo novas cadeiras para a mesma família".

Do Norte ao Sul

O cenário das eleições de 2026 confirma um movimento já conhecido do eleitorado brasileiro: a presença crescente de herdeiros políticos disputando espaços de poder. De Norte a Sul, partidos têm apostado em nomes ligados a famílias tradicionais, alguns com décadas de atuação, outros que se consolidaram mais recentemente, para manter influência em seus redutos e ampliar força em Brasília.

No Norte, a família Barbalho se prepara para mais uma disputa majoritária, mantendo a tradição de influência que já atravessa gerações no Pará.


A rede Barbalho mantém fortes raízes no norte brasileiro.
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Já no Centro-Oeste, grupos tradicionais como os Caiado articulam a possível entrada de Ronaldo no Planalto. Na capital do país, o movimento também se intensifica. Em Brasília, por exemplo, filhos e netos de figuras como Ibaneis Rocha, Luiz Estevão, Paulo Octávio e Joaquim Roriz já se filiaram a partidos e ocupam posições de visibilidade, preparando terreno para disputas em 2026.


A árvore mais antiga da política goiana, sobrevivendo de impérios a repúblicas.
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No Nordeste, famílias como os Calheiros e os Lira continuam exercendo forte influência e movendo peças estratégicas para manter presença no Congresso e nos governos estaduais.


Irmãos e aliados que estendem a influência do clã por todo o estado alagoano.
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Arthur Lira: a ramificação que ganhou força própria e passou a controlar as
engrenagens da Câmara. Arte Congresso em Foco - Imagem: reprodução

Em Pernambuco, o clã Arraes/Campos volta a ganhar protagonismo com os irmãos João e Pedro Campos, que ampliam o alcance político construído por Eduardo Campos e Miguel Arraes, e despontam como peças-chave nas articulações do PSB para 2026.



Miguel Arraes: o alicerce que plantou a influência da família no solo pernambucano.
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Na ponta Sul do país, a movimentação envolve Carlos Bolsonaro, que tenta sua primeira projeção nacional após mais de duas décadas na Câmara de Vereadores do Rio. Pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, ele busca transformar o capital político acumulado no núcleo duro do bolsonarismo em alcance regional, apostando na identificação do eleitorado conservador catarinense com a família.


Jair Bolsonaro foi o marco zero de uma nova e rápida floresta política.
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Embora o discurso da renovação apareça nas campanhas, boa parte das apostas estratégicas recai sobre figuras que carregam sobrenomes conhecidos e redes consolidadas. Em comum, esses casos ilustram o diagnóstico de Robson Carvalho.

"A renovação existe no discurso, mas não na prática. Quando o filho substitui o pai, ou o neto sucede o avô, o grupo político permanece o mesmo."

O clã Bolsonaro

Se algumas dinastias brasileiras têm raízes centenárias, outros grupos familiares ascenderam recentemente, impulsionados pela polarização política das últimas décadas. O caso mais emblemático é o da família Bolsonaro, cujo núcleo se consolidou como um dos principais polos da direita nacional.

Jair Messias Bolsonaro iniciou sua carreira política em 1989, eleito vereador no Rio de Janeiro. Àquela altura, seus 3 filhos mais velhos, Flávio, Carlos e Eduardo, eram crianças, ainda distantes da vida pública. Mas, sem que soubessem, aquele seria o ponto de partida para uma trajetória que, em pouco mais de 30 anos, formaria um dos maiores grupos familiares atuantes na política brasileira contemporânea.

Hoje, Flávio Bolsonaro soma mandatos como deputado estadual e senador. Eduardo acumula três mandatos como deputado federal por São Paulo. Juntos, os dois já exerceram seis mandatos no Congresso Nacional, e ambos seguem como peças relevantes nas articulações para 2026.


A ascensão da família Bolsonaro ilustra como novas dinastias se formaram
na política recente. Arte Congresso em Foco - Imagem: reprodução

No caso de Flávio, o cenário ganhou novo peso após o anúncio de sua pré-candidatura à Presidência da República, movimento que altera as estratégias da direita e reposiciona o PL no jogo eleitoral nacional. Sua entrada na disputa presidencial não apenas reconfigura a corrida da direita, como também pode impactar possíveis candidaturas ao Senado em estados onde o bolsonarismo é competitivo.

Eduardo Bolsonaro, por sua vez, vive um momento de indefinição. Morando nos Estados Unidos desde fevereiro, ele corre o risco de não disputar as eleições caso a permanência internacional comprometa sua atuação eleitoral ou, em cenário extremo, dependendo do desfecho de processos judiciais que podem afetar sua elegibilidade.

Já Carlos Bolsonaro, vereador há 21 anos no Rio, prepara seu primeiro salto para o cenário nacional, conforme mencionado acima.

O avanço da família pode ir além dos três filhos políticos. Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, figura entre os nomes mais bem avaliados do PL e aparece competitiva em pesquisas recentes, como a Datafolha de 6 de dezembro de 2025, que a aponta entre os presidenciáveis com maior intenção de voto.

Embora seu nome circule principalmente para cargos executivos, não se descarta que o partido a convide para disputar uma vaga no Congresso, sobretudo se Flávio consolidar sua candidatura ao Planalto.

Fonte: congressoemfoco


CENSURA EM ESCALADA NO MARANHÃO! TJ-MA ordena a retirada de 6 matérias jornalísticas envolvendo Felipe Camarão e PMs em esquema milionário

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Decisões judiciais determinaram a retirada do ar de seis publicações que tratavam de investigações sobre suspeita de corrupção passiva envolvendo policiais militares do Maranhão e o vice-governador Felipe Camarão (PT)

As ordens, expedidas em menos de dois meses, atingiram conteúdos do perfil Jornal Maranhense, no Instagram, e do blog do jornalista Luís Pablo, por determinação de um juiz de primeira instância e do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, José de Ribamar Froz Sobrinho, em caráter de urgência e sem ouvir previamente os comunicadores.

As reportagens removidas abordavam investigações que apuram movimentações financeiras consideradas atípicas de policiais ligados à segurança do vice-governador. Apesar de as decisões apontarem ausência de comprovação, registros oficiais do Judiciário indicam a existência de procedimentos em andamento no TJ-MA e no STJ. 

As medidas geraram críticas por possível censura prévia, tema sobre o qual o Supremo Tribunal Federal possui entendimento contrário, defendendo a responsabilização apenas após a publicação.

Fonte: OINFORMANTE


COMENTÁRIO

Froes Sobrinho, faz do ato, a rotina de um desembargador do TJ-MA, concedeu uma liminar, em plantão de Natal, censurando não um, mas 6 blogs de jornalistas maranhenses, que em seus legítimos atos profissionais de informar a população, foram 'cerceados' de seus direitos e obrigações profissionais de exercer a liberdade de imprensa.

Vivemos tempos obscuros no Maranhão, em que jornalistas, munidos de fontes, documentos e fatos estão sendo silenciados nos porões do judiciário maranhense.

Já é hora do CNJ intervir no TJ-MA, recentemente a Polícia Federal, deflagrou a OPERAÇÃO 18 MINUTOS, que desarticulou uma quadrilha de juízes e desembargadores decanos que na audácia de se acharem acima da lei, e da Constituição, tomaram decisões que sangraram os cofres do Banco do Brasil e do Banco do Nordeste, obrigando as instituições a pagarem valores exorbitantes a advogados e escritórios de advocacia do Maranhão, para posteriormente, distribuírem valores a políticos, juízes e desembargadores do TJ-MA.

Vivemos hoje no Brasil uma 'ditadura da toga', onde juízes em vários estados brasileiros, vendem sentenças, embolsam penduricalhos, determinam os próprios proventos acima do teto constitucional e emitem decisões que rasgam a Constituição Federal.

A Suprema Corte do país está envolta em um escândalo financeiro envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal, que recebem benesses de um banqueiro bandido, envolvido com o PCC e com fraudes bilionárias ao sistema financeiro do país, beneficiando escritórios de advocacia ligados a parentes de ministros e políticos do alto escalão.

Não podemos mais aceitar tais aberrações, temos que mostrar nossa indignação contra tantos infortúnios que consomem a república com tamanhos escárnios de corrupção e promiscuidades envolvendo políticos corruptos, membros do judiciário e agora até com meliantes do crime organizado.

Que Felipe Camarão é um covarde, isso já ficou provado no caso dos PRINTS, quando judicializou toda a situação, ao invés de se desculpar publicamente, que é um traidor e conspirador, isso já ficou comprovado com a tentativa de derrubar Brandão para assumir a cadeira dos Leões, juntamente com seu grupo esquerdista que definha no capital eleitoral e não demonstra indícios de que irão se reeleger em 2026, isso já sabemos, que é um incoerente e imaturo emocional, já se constatou com suas declarações estapafúrdias (já vai tarde el cabron!) como petista empanado, mas que também estaria envolvido em 'CORRUPÇÃO', isso ainda não havíamos constatado.

A investigação, sobre o esquema de lavagem de dinheiro, que está sob sigilo de justiça, e que envolve o nome do vice-governador e assessores dele, indica movimentações de mais de R$ 10.000.000,00 (DEZ MILÕES DE REAIS), em um intervalo de um ano e meio, o caso está sendo investigado pelo TJ-MA, e, sabe-se que já foi pedido a quebra do sigilo bancário dos envolvidos, segundo reportaram, os 6 Blogs jornalísticos, que foram censurados pelo TJ-MA, na figura de seu presidente, por decisão liminar de plantão, na véspera de Natal, tais fatos trazem grande preocupação ao vice-governador, pois virou hábito pedir a censura de blogs jornalísticos no estado. "Onde há fumaça, há fogo!"

Não há nada mais arbitrário do que o que esta ocorrendo hoje no Maranhão, e sendo perpetrado, na figura da mais alta autoridade do TJ-MA, seu presidente, em favor de um agente político, que apresenta um patrimônio pessoal, no mínimo, suspeito e duvidoso de sua lisura.

O mais estranho é a falta de solidariedade da classe jornalística do estado, com o caso, que salvo exceções, de alguns Blogs, não deram 'um piu' contra a decisão escandalosa dada pelo TJ-MA neste final de 2025.

Fica mais um chamado, ao CNJ, para que volte os olhos, para as decisões TERATOLÓGICAS que vem sendo tomadas pela corte maranhense em favor de grandes empresas e determinados agentes políticos.


A CENSUA A BLOGS É ILEGAL NO BRASIL


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Presidente da Câmara de São Luís recebe salário acima do teto constitucional

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Documentos oficiais da própria Câmara Municipal de São Luís escancaram uma situação grave: o presidente da Casa, vereador Paulo Victor, recebe R$ 30.063,52 por mês, valor acima do teto constitucional permitido no município.

Os registros da folha de pagamento, disponíveis no sistema oficial de transparência, mostram que a remuneração ultrapassa o limite legal fixado para a administração pública municipal. Em São Luís, o teto constitucional é de R$ 25 mil, correspondente ao salário do prefeito Eduardo Braide, referência máxima tanto para o Executivo quanto para o Legislativo.


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A Constituição Federal é clara e não deixa margem para interpretação: nenhum agente público municipal pode ganhar mais do que o prefeito. Ainda assim, os dados indicam que o presidente da Câmara recebe mensalmente um valor superior ao permitido por lei.

O caso levanta sérios questionamentos sobre possível pagamento irregular, afronta direta à Constituição e uso indevido de recursos públicos, justamente em um momento em que a população enfrenta dificuldades e cobra responsabilidade com o dinheiro do contribuinte.

Diante dos documentos oficiais, cabe à Câmara Municipal explicar por que o teto constitucional estaria sendo desrespeitado e aos órgãos de controle investigar se há irregularidades e responsabilizar os envolvidos.

Fonte: afonte -  maranhaotv