terça-feira, 24 de março de 2026

Campanhas da Semana: marcas celebram o futebol

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Mercado Livre dá início a sua estratégia de Copa, enquanto Nike apresenta camisa da seleção

Há poucos dias do início da Copa do Mundo Fifa, o Mercado Livre apresenta campanha estrelada por Fernanda Gentil e Marcos Mion. A marca aproveita o momento para impulsionar as promoções de 4.4 e convida os torcedores a renovarem suas casas para acompanhar a seleção. O filme foi criado pela Gut.



Com criação da Wieden+Kennedy SP, a Nike lança o filme “Alegria que Apavora”, com o objetivo de apresentar a nova camisa da seleção brasileira, que estreia no amistoso contra a Croácia em 31 de março.



Já a Wizard utiliza receitas malucas como forma para ensinar inglês, unindo culinária e aprendizado, em ação desenvolvida pela Purpple.



Com o mote “Era Swile Que Faltava”, a Swile estreia seu posicionamento no mercado de benefícios coorporativos. Para isso, a companhia conta com Saulo Fernandes, que estrela o filme criado pela companhia e produzido pela Areia Filmes.



Para se posicionar como uma extensão da rotina de trabalho e estudo, a Starbucks traz Chico Barney e Marcela Ceribelli como protagonistas da campanha que apresenta o Café Coado Refil, novo benefício da marca no País.



Já a Piccadilly conta com Carolina Dieckmmann como protagonista da comunicação que reforça o conforto da marca pelo mote “viva em movimento, viva confortável”, e que apresenta, tecnologia e design como pilares estratégicos.



Com criação da AlmapBBDO, Ipiranga apresenta a campanha “Lá a Parada é Completa”, que mostra como os postos da companhia possuem um sistema integrado de atributos para o carro que vão desde combustíveis ao programa de fidelidade.



Em continuidade à campanha lançada no ano passado, o ator Chay Suede e a marca Pomarola entram em nova fase para mostrar como é importante “ter o molho”. O filme criado pela MRM Brasil traz o embaixador da marca vestido de tomate, em um antigo programa de calouros, cantando um rap.



Sob o conceito “Pirulitos Surreais”, a Chupa Chups transforma seus produtos em obras surrealistas. A intenção da marca, com isso, é se conectar com a geração Z. O filme foi criado pela VML Brasil.



Para celebrar seu centenário, o Grupo Fleury apresenta uma comunicação criada pela Figtree que resgata sua história e apresenta seu novo posicionamento. Para essa estratégia, a marca conta com Rebeca Andrade como embaixadora.



Com criação da Lolla, a Nissan apresenta o Teste de Fidelidade, que convida os clientes a testar os SUVs da marca.


Fonte: meioemensagem


Análise aponta que novas regras de cibersegurança do Banco Central exigem governança comprovável de bancos e fintechs

 

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Atualização regulatória amplia controles obrigatórios e reforça necessidade de evidências operacionais em instituições que atuam no sistema financeiro

Com o Pix já responsável por 50,9% das transações financeiras realizadas no Brasil e 36,9 bilhões de operações registradas apenas no primeiro semestre de 2025, segundo dados do Banco Central, a segurança digital passou a ocupar um papel ainda mais central na estabilidade do sistema financeiro. Uma análise da LC SEC, empresa especializada em cibersegurança e compliance regulatório, aponta que a atualização das exigências do Banco Central deixou de tratar a cibersegurança apenas como requisito técnico e passou a exigir governança comprovável, controles mínimos obrigatórios e capacidade operacional demonstrável de bancos, fintechs e demais instituições supervisionadas.

Segundo Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, a mudança representa um novo patamar de cobrança regulatória no setor financeiro. “Durante muitos anos, a segurança cibernética foi tratada principalmente como uma camada técnica de proteção. O que o regulador deixa claro agora é que ela precisa ser comprovável e auditável. Não basta declarar políticas ou possuir ferramentas; é necessário demonstrar que os controles funcionam e que a organização consegue prevenir, detectar e responder a incidentes de forma estruturada”, afirma.

As mudanças foram formalizadas em dezembro de 2025 com a publicação da Resolução CMN nº 5.274 e da Resolução BCB nº 538, que atualizaram as diretrizes de segurança cibernética aplicáveis às instituições supervisionadas pelo Banco Central. As normas estabeleceram prazo de adequação a partir de março de 2026 e reforçam exigências para organizações que participam de infraestruturas críticas do sistema financeiro, como o Sistema de Pagamentos Instantâneos (Pix), o Sistema de Transferência de Reservas (STR) e a Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN).

Entre os principais pontos do novo marco regulatório está a definição de 14 controles mínimos obrigatórios, que abrangem autenticação forte, criptografia, prevenção e detecção de intrusão, proteção contra vazamento de dados, rastreabilidade, backup, gestão de vulnerabilidades, hardening de sistemas, proteção de rede, gestão de certificados digitais e segurança em APIs. As normas também passam a exigir testes anuais de intrusão conduzidos por equipes independentes, além da manutenção de registros técnicos e planos de ação que possam ser apresentados em auditorias e processos de supervisão regulatória.

O endurecimento das regras acompanha o crescimento acelerado das operações financeiras digitais no país. Em dezembro de 2025, o Pix registrou recorde diário de 313.339.828 transações, reforçando o papel central do sistema de pagamentos instantâneos na economia brasileira.

Esse aumento na escala das transações digitais ocorre em paralelo ao crescimento do impacto financeiro de incidentes cibernéticos. O relatório Cost of a Data Breach 2025, da IBM Security, aponta que o custo médio de uma violação de dados no Brasil chegou a R$ 7,19 milhões, acima dos R$ 6,75 milhões registrados em 2024. No setor financeiro, o impacto médio é ainda maior, atingindo R$ 8,92 milhões por incidente.

Além disso, a origem dos ataques continua fortemente ligada a fatores humanos e à cadeia de fornecedores. O Data Breach Investigations Report 2025, da Verizon, indica que o elemento humano esteve presente em cerca de 60% das violações analisadas, enquanto o envolvimento de terceiros praticamente dobrou, passando de 15% para 30% dos casos investigados.

Para Luiz Claudio, esse cenário reforça a necessidade de integrar segurança cibernética à governança das instituições financeiras. “A regulação do Banco Central deixa claro que segurança digital não pode mais ser tratada apenas como responsabilidade da área de tecnologia. Ela envolve gestão de riscos, fornecedores, acessos privilegiados, integração entre sistemas e capacidade de resposta a incidentes. As instituições que não estruturarem esse modelo de governança terão mais dificuldade para demonstrar conformidade e sustentar a confiança do mercado”, explica.

Diante desse novo cenário regulatório, cresce a demanda por programas estruturados de adequação e fortalecimento da segurança digital. Avaliações de maturidade em segurança, testes de intrusão, gestão de vulnerabilidades, auditorias internas, inteligência de ameaças e preparação de evidências para supervisão regulatória estão entre as iniciativas adotadas por instituições que buscam alinhar suas operações às novas exigências do Banco Central.

Sobre a LC SEC

A LC SEC é uma consultoria especializada em segurança da informação e compliance, com atuação no Brasil e na Europa há mais de 10 anos. A empresa já executou mais de 150 projetos em cibersegurança e adequação a normas internacionais, incluindo ISO 27001, ISO 42001, SOC2, PCI DSS, NIST, LGPD, GDPR e DORA. Em 2025, ampliou seu portfólio com soluções inovadoras de Threat Intelligence baseadas em IA e auditorias internas.

Fonte: MentionRoberto Magalhães 


Ericsson desenvolve tecnologia pioneira que acelera a transformação para redes 5G e 6G totalmente autônomas

 

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  • Inovação criada por pesquisador brasileiro simplifica o gerenciamento de redes complexas, permitindo que elas tomem decisões inteligentes de forma automática, segura e eficiente;
  • Nos últimos 25 anos, mais de 270 famílias de patentes resultaram de tecnologias desenvolvidas por inventores da Ericsson no Brasil.

 

Ericsson (NASDAQ: ERIC) desenvolveu e patenteou uma nova tecnologia que representa um passo fundamental na evolução das redes de telecomunicações para um modelo totalmente autônomo. Desenvolvida pelo pesquisador brasileiro Pedro Henrique Gomes, a tecnologia “Método para criar perfis públicos e privados para gerenciamento de redes baseado em intenções” cria uma forma segura e padronizada para que as redes do futuro gerenciem a si mesmas, abrindo caminho para a redução de custos operacionais, a resolução de problemas em tempo real e a criação de serviços inovadores.

A inovação aborda um dos maiores desafios do setor: a complexidade de gerenciar ecossistemas com equipamentos de múltiplos fornecedores e diferentes gerações de tecnologia (como 4G, 5G e futuras redes 6G). A solução permite que as operadoras definam diretrizes em alto nível, chamadas de "intenção", deixando para a própria rede a tarefa de decidir a melhor maneira de cumprí-las.

Na prática, o sistema funciona de forma análoga ao piloto automático de um carro moderno. Em vez de o motorista controlar o acelerador e o freio a todo instante, ele define a intenção, “manter 100 km/h com segurança”, e o veículo decide como executar a tarefa. Da mesma forma, um operador de telecomunicações pode definir a intenção de “garantir streaming de vídeo em alta qualidade para todos os usuários em um estádio”, e a rede autônoma orquestra seus recursos para cumprir o objetivo, sem a necessidade de intervenção humana a cada passo.

“A essência da invenção é permitir que a rede entenda o objetivo final, o ‘o quê’, sem que um operador precise ditar cada detalhe técnico de ‘como’ fazê-lo. Isso cria um nível de abstração que não só simplifica a operação, mas também prepara as redes para o futuro, permitindo que evoluam sem a necessidade de reprogramar regras a cada nova tecnologia implementada”, explica Pedro Henrique Gomes, Doutor em engenharia elétrica e inventor da Ericsson, com um portfólio de 22 patentes depositadas na área de automação de redes.

A tecnologia patenteada introduz um mecanismo inovador de perfis públicos e privados, que garante a interoperabilidade e a comunicação segura entre os diferentes "cérebros" da rede. Isso assegura que as intenções sejam executadas sem ambiguidades e sem a exposição indevida de dados confidenciais, resolvendo um gargalo crucial para a colaboração entre operadoras, fornecedores de equipamentos e provedores de serviços em nuvem.

Um pilar estratégico para as redes do futuro

Os benefícios se estendem da indústria ao consumidor final. Para as operadoras, a automação inteligente significa redução de erros humanos, agilidade para lançar novos serviços (time-to-market), maior eficiência energética e otimização de custos operacionais (OPEX). Para os usuários, o resultado é uma experiência de conectividade superior, com conexões mais estáveis, resolução de problemas mais rápida, como em picos de uso durante grandes eventos, e o surgimento de novos serviços sob demanda, como "SLAs temporários" para games ou transmissões ao vivo.

“A liderança tecnológica da Ericsson é construída sobre a inovação contínua de talentos como o Pedro. Esta invenção patenteada não é apenas um avanço técnico; é uma ferramenta estratégica que permitirá às operadoras monetizar suas redes de formas novas e eficientes. Estamos na vanguarda da construção das redes do futuro, e esta tecnologia, que já influencia produtos como a nossa plataforma Ericsson Intelligent Automation Platform (EIAP), é a prova do nosso compromisso em entregar redes cada vez mais inteligentes, resilientes e preparadas para as demandas da próxima década”, afirma Edvaldo Santos, Vice-Presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da Ericsson para o Cone Sul da América Latina.

A implementação de redes baseadas em intenção já está em andamento em protótipos e provas de conceito com clientes da Ericsson, com a expectativa de que a tecnologia se torne um pilar fundamental para as redes 6G.

Fonte: Weber ShandwickPriscilla Poubel Moreira

A NOVA LEI ÁUREA! Entidades de varejo e serviços pedem a Marinho debate técnico sobre fim da escala 6×1

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Avaliação é de que a proposta que prevê o fim da escala 6x1 está avançando no Congresso sem a devida mensuração dos impactos

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu na sexta-feira, 13, de entidades patronais do setor de serviços e do varejo uma nota técnica com preocupações quanto ao fim da escala 6×1 e às novas normas de segurança e saúde no ambiente de trabalho. Entregue durante a passagem de Marinho pela sede do Sescon-SP (sindicato das empresas de serviços contábeis), o documento também faz alertas sobre o impacto das bets (apostas online) na produtividade dos trabalhadores, assim como sobre o aperto na renda disponível dos consumidores pelas contratações de crédito consignado.

Em relação à redução na jornada de trabalho, é cobrada uma análise “técnica, realista e operacional”.

A avaliação é de que a proposta que prevê o fim da escala 6×1 está avançando no Congresso sem a devida mensuração dos impactos à sobrevivência dos pequenos negócios.

As entidades observam que comércio varejista, indústria de transformação, setor de serviços e agronegócio não podem ser tratados de modo idêntico no novo modelo. “A imposição de um modelo único e rígido de jornada desconsidera a dinâmica própria, as exigências técnicas e as sazonalidades de cada segmento, gerando um risco iminente de desabastecimento e colapso operacional em setores que dependem de funcionamento ininterrupto”, frisam.

O aumento abrupto dos custos, numa transição forçada, vai significar a inviabilidade financeira para pequenos negócios, alertam as entidades. Elas defendem que as convenções e os acordos coletivos prevaleçam na definição das escalas, permitindo a adoção de regras de transição flexíveis.

Em relação ao aprimoramento das normas trabalhistas, as organizações pedem equilíbrio entre a proteção dos direitos dos trabalhadores e a viabilidade financeira dos negócios. A sobreposição de normas de segurança do trabalho e de exigências trabalhistas, argumentam, cria um cenário de insegurança jurídica e de custos operacionais elevados.

Sobre a Norma Regulamentadora nº 1 (NR1), cuja atualização está prevista para entrar em vigor em maio, tornando a saúde mental dos trabalhadores uma obrigação legal das empresas, o documento aponta custos desproporcionais e burocracia para atividades que, embora tenham risco de acidentes estatisticamente ínfimo, terão que contratar assessorias para atestar a ausência desse risco.

Também é apontada a ausência de parâmetros objetivos e de critérios técnicos no gerenciamento de riscos psicossociais no ambiente de trabalho, o que favorece o aumento de litígios e cria um ambiente “de grave insegurança jurídica”. Isso porque o descumprimento da norma, observam as entidades, poderá ser alegado com facilidade.

O documento aponta também um “impacto devastador” das apostas esportivas virtuais no ambiente de trabalho. O avanço “descontrolado” das bets, inclusive durante o expediente, leva ao endividamento dos trabalhadores, com consequências na saúde mental, na produtividade, no foco e na segurança no ambiente de trabalho.

É feito também um alerta sobre a expansão rápida do crédito com desconto automático em folha de pagamento, uma modalidade que, conforme notam as entidades, tem chegado a trabalhadores que muitas vezes não têm orientação financeira. A consequência é uma redução imediata da renda disponível dos consumidores.

Além do Sescon-SP, a nota técnica é assinada por entidades que representam lojistas de shopping centers, hotéis, bares, restaurantes e revendedores de combustíveis.

Por Eduardo Laguna


Fonte: Estadão Conteúdo

Escândalo no Pé-de-Meia: quase 3 mil pessoas já falecidas teriam recebido o benefício, aponta o TCU

Camilo Santana (PT) - Ministro da Educação - Imagem: reprodução

O Tribunal de Contas da União apontou, na quarta-feira (18), problemas no controle do programa Pé-de-Meia, destinado a alunos de baixa renda da rede pública de ensino médio. Em decisão oficial, o órgão determinou a suspensão de pagamentos considerados irregulares e a atualização dos cadastros dos beneficiários.

Na análise, foram encontrados repasses a 2.712 pessoas com CPF vinculado a indivíduos já falecidos, além de 12.877 beneficiários com renda acima do permitido pelas regras do programa. Também surgiram situações de acúmulo indevido com o Bolsa Família e inconsistências em registros de matrícula em diversos municípios.

Criado com o objetivo de combater a evasão escolar, o Pé-de-Meia pode garantir até R$ 9,2 mil por estudante ao longo do ensino médio.

De acordo com o TCU, as irregularidades representam menos de 0,5% dos cerca de 4 milhões de participantes, mas evidenciam falhas que precisam ser corrigidas. 

A apuração começou após suspeitas de inconsistências nos números do programa. Apesar dos problemas identificados, o órgão concluiu que não há indícios de fraude generalizada e que o total de beneficiários é compatível com o número de matrículas, embora ainda existam questões relacionadas à elegibilidade.

Fonte: tesejuridica






VAI UM PIX AÍ? Investigação de suposto esquema milionário de lavagem de dinheiro envolvendo o vice-governador, Felipe Camarão e assessores, ganha repercussão nacional

Felipe Camarão (PT) - Imagem: reprodução / composição


O pedido de afastamento do vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), ganhou ampla repercussão em veículos de comunicação de todo o país nos últimos dias, após O Informante publicar a integra do requerimento assinado pelo chefe do Ministério Público estadual.  Portais como O Globo, Estadão, Metrópoles, Diário do Poder, O Antagonista, Revista Oeste e InfoMoney destacaram o caso, que envolve acusações de suposta lavagem de dinheiro e movimentações milionárias suspeitas.

Em reportagem, O Globo trouxe à tona o teor do pedido feito pelo procurador-geral de Justiça do Maranhão, Danilo José de Castro Ferreira. Segundo o jornal, o chefe do MPMA aponta a existência de uma “rede de laranjas” supostamente utilizada para ocultar movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada do vice-governador.

De acordo com o veículo, o procurador solicitou o afastamento imediato de Camarão por meio de decisão liminar, citando indícios de movimentações que ultrapassariam R$ 6 milhões, além da aquisição de imóveis de alto padrão em São Luís. Ainda conforme destacado, o documento aponta que os valores teriam origem em “receitas de outra natureza”, sem relação com rendimentos oficiais.

Outro trecho enfatizado pela publicação afirma que o caso envolve movimentação atípica de valores milionários e supostos crimes contra a administração pública”, o que motivou o envio do pedido ao Tribunal de Justiça do Maranhão.

O documento revela uma verdadeira teia, onde policiais, assessores de Camarão, operavam financeiramente, supostamente a serviço do vice-governador e de familiares, como irmãos a ex-esposa e ex-sogros dele.


Imagem: composição / reprodução

Em meio à repercussão, Camarão reagiu publicamente e negou qualquer irregularidade. Em suas redes sociais, o vice-governador classificou o pedido como perseguição e criticou a divulgação do caso. Ele afirmou ter recebido “com indignação o vazamento criminoso do suposto pedido de afastamento” e declarou que não aceitará “perseguição política travestida de atuação institucional”.

A mídia nacional também vem destacando amplamente a ‘crise’ política no Maranhão, envolvendo grupos ligados ao governador Carlos Brandão e ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, de quem Camarão é aliado histórico. A disputa pelo apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições de 2026 intensificou o racha na base governista.

Enquanto isso, o pedido de afastamento do vice-governador segue sob análise do TJMA,

Fonte: portal oinformante


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