sábado, 2 de maio de 2026

SERÁ A VENEZUELIZAÇÃO DO BRASIL? No regime lulista, criticar Lula e o SRF virou crime

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Hoje, no Brasil, parlamentar vira réu por crítica política. Virou crime associar Lula ao nazismo, mas, quando era com Bolsonaro, estava tudo bem. A imprensa podia chamá-lo de fascista, nazista, genocida e ditador. Teve até capa de revista fazendo esse tipo de associação contra Bolsonaro, e ninguém tratou aquilo como crime contra a honra. Mas, quando @gusgayer fez algo semelhante envolvendo Lula, a crítica virou injúria, denúncia e ação penal no STF.

Em uma democracia verdadeira, imprensa, parlamentares e cidadãos precisam ter liberdade para criticar, satirizar e incomodar o poder. O problema é que essa regra só parece valer quando o alvo é a direita.


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Quando o alvo é Lula e o STF, tudo muda.

Uma simples faixa escrita “ladrão” já vira caso de Polícia Federal. Uma montagem contra Lula vira denúncia. Uma crítica mais dura ao Supremo pode ser tratada como ataque institucional. Agora, até parlamentar corre o risco de responder no STF por associar o presidente a alguma tirania do passado.

Isso não é democracia sólida. Isso é regime lulista com blindagem judicial.

A liberdade de expressão virou seletiva. Para atacar Bolsonaro, podia tudo. Para criticar Lula, cuidado: o Estado pode bater à sua porta. Para questionar o STF, cuidado: a crítica pode acabar dentro de algum inquérito. Nos últimos anos, o Supremo passou a usar o chamado inquérito das fake news para mirar opositores, intimidar vozes críticas e enquadrar manifestações políticas como ameaça à democracia.

O Brasil chegou a um ponto gravíssimo: o poder não quer apenas governar, quer controlar o que pode ser dito. Quer decidir qual crítica é aceitável, qual sátira é permitida e qual opinião merece processo

E quando criticar o governante, questionar ministros do STF ou expressar indignação política vira risco jurídico, a democracia já deixou de ser plena há muito tempo.

Fonte: epocamundo