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| Imagem: reprodução |
Mais uma tentativa de sabotagem às obras de extensão da avenida litorânea em São Luís, por parte de órgão federal, desta vez, se utilizam de um despacho do TCU - Tribunal de Contas da União.
Na matéria publicada pelo site Metrópoles, fala-se de um superfaturamento, onde técnicos do TCU, identificaram suposto valor de R$ 1,8 milhão, cerca de 6% do auditado.
A matéria apresenta como documentos, o trecho de um despacho, citando uma resolução do TCU 315-2020, e seu artigo 14.
Fala ainda, que o prazo de dois anos para o termino das obras, teria sido adiantado para maio deste ano, com finalidades eleitoreiras, e que: "decisões apressadas, falhas de planejamento e desperdício de dinheiro público, como já tem sido apurado pelo TCU, estariam ocorrendo." Lembrando que no próprio site do governo, menciona que um estudo prévio e planejamento de 2 anos, teriam sido executados, antes do início das obras.
No entanto, o engenheiro responsável pela obra, em entrevista a TV assembleia, há um mês atrás, afirma que apenas um trecho de 5 km, será entregue em março, ficando os últimos 2,5km restantes, para o prazo estabelecido de 2027, totalizando 7,5km.
Trata também de 8 graves irregularidades, dentre elas os tais 1,8 milhões, em um suposto superfaturamento, mas não mostrou documentos que comprovem isso.
Citou restrição a competitividade, mas cita o edital, onde deixa claro, que existe tal restrição, por cláusula de subcontratação, o que restringe o numero de participantes. Fato confirmado em resposta dada pelo Governo do Estado, através da SECOM, segundo declaração dada pelo secretário da SINFRA, Aparício Bandeira, em entrevista a uma rádio local na última quinta-feira, onde afirmou que o portal entrou em contato com a SECOM que imediatamente acionou a SINFRA. Em resposta ao portal foi dada a seguinte explicação:
"Que não houve restrição à competitividade na licitação. Segundo a pasta, a subcontratação compulsória encontra respaldo na interpretação sistemática e teleológica de leis estaduais."
Menciona que a empresa vencedora, a Lucena, subcontratou uma suposta, 'empresa de fachada', de acordo com indícios coletados pelo tribunal de contas.
Mas apenas faz menção ao relatório, sem apresentar documentos que comprovem que a empresa é realmente de fachada.
Vejam o que declara a proprietária da Aglas Infraestrutura, empresa supostamente de fachada, no vídeo, Fernanda Cruz, presta esclarecimentos sobre a participação da empresa nas obras de extensão da Avenida Litorânea, em São Luís.
E, em meio a tudo isso, ainda erraram na intenção do governador em deixar o cargo, e se candidatar ao senado, quando o mesmo, já declarou que vai ficar na cadeira, até o final do mandato.
O ministro Benjamin Zymler, relator do processo no TCU, recebeu o relatório do Auditor-Chefe da Unidade de Auditoria Especializada em Infraestrutura Urbana e Hídrica do tribunal de contas, que ressaltou: “há quantidade de irregularidades graves encontradas na fiscalização”.
“Em razão disso, numa próxima fase processual, juntamente com o exame das oitivas, serão avaliadas eventuais responsabilizações que se fizerem necessárias”, antecipou o técnico.
Trata-se de um ardil político/jurídico onde o inquérito em fase inicial é vazado, sem que o ente governamental tenha apresentado defesa, e proliferado em mídia nacional, em pleno ano eleitoral.
O que as pessoas precisam ficar atentas, é que temos aqui pessoas que fizeram parte de um mesmo grupo político e que sabem como a máquina opera, pois já atuaram em cooperação. Agora, separados, usam o conhecimento que tem uns dos outros, e as influencias nas esferas judiciais, como munição de ataque e perseguição política. Querem o poder, a qualquer custo! Não se importam com o prejuízo que a paralização de tal obra, trará para a população.
"O poder político faz uso do judiciário, para acioná-lo, 'manipula-lo nas sombras' e jogá-lo contra seus inimigos, desafetos e opositores."
"Estas pessoas, distorcem a verdade e vivem nas próprias mentiras, tentando impor suas narrativas."
Em fim, temos aqui mais uma tentativa de sabotar o andamento das obras da Avenida Litorânea, a primeira foi através do MPF-Ministério Público Federal, em outubro do ano passado, e nós já sabemos quem está por trás disso, não é mesmo!
Um certo 'Sr. supremo', que se acha 'o novo dono do Maranhão', com o direito de determinar quem vai governar o estado, mas que só deixou como legado para o Maranhão; os piores indicadores socioeconômicos, belas escolas sem professores efetivos, sem merenda, sem material adequado, sem tempo integral, naquelas que seriam! E, um punhado de ex-aliados descontentes com a perda de espaços de poder e influência, que a proposito, 'ficarão todos sem mandato em 2027, sem o apoio dos Leões!', e o Maranhão, vai finalmente se livrar, de uma vez por todas, dessa 'esquerda chantagista', que já foi quase totalmente pulverizada nas eleições municipais de 2024 e será liquidada nas eleições de 2026..
"Eles não fazem a política do diálogo, fazem a política da chantagem! E se utilizam do poder judiciário para tal"
Por Daniel Braz

