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Foto: Reprodução |
A PF cumpriu quatro mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão em São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto. Os mandados foram executados pelo delegado Luiz Flávio Zampronha, que investigou o escândalo do Mensalão. A autorização para as buscas e prisões foi dada pelo juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, em Brasília.
A operação da PF que investiga a invasão ao celulares foi batizada de ‘Spoofing’, que, segundo a polícia, é “um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é”.
Os dados hackeados dos celulares de Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e outros procurados da força-tarefa da Lava Jato foram enviados, de forma anônima, ao site The Intercept, que deu início a uma série de reportagens intitulada “As mensagens secretas da Lava-Jato”. As matérias mostram uma ação orquestrada entre Moro, Dallagnol e procuradores para beneficiar interesses próprios.
Leia a nota da Polícia Federal sobre a Operação Spoofing:
A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (23/07), a Operação spoofing com o objetivo de desarticular organização criminosa que praticava crimes cibernéticos.
Foram cumpridas onze ordens judiciais, sendo sete Mandados de Busca e Apreensão e quatro Mandados de Prisão Temporária, nas cidades de São Paulo/SP, Araraquara/SP e Ribeirão Preto/SP.
As investigações seguem para que sejam apuradas todas as circunstâncias dos crimes praticados.
As informações se restringem às divulgadas na presente nota.
Spoofing é um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é.
Fonte: Comunicação Social da PF